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sexta-feira, 13 de julho de 2018

Marceline

Na festa de aniversário da Agnes, o Arraiá do Troca, ela estava vestida de tio Marcão, e eu estava de Marceline. Não quis me chamar de Marcela pq já tenho duas amigas Marcelas. Além disso tem a Marceline do Hora de Aventura, que é daora.


Me baseando no meu visual, e nas fotos segurando uma corrente (no episódio do panelão derretido) e a espingarda, pensei numa personagem daora pra uma aventura. Seria uma personagem com essa mistura de delicada e porradeira, tipo a Poison do Final Fight.


Em um futuro não muito distante, quase toda a água potável do mundo secou, ou foi envolvida pelo grande oceano resultante do derretimento das geleiras. Quase todas as pessoas que sobreviveram vivem em cidades-fortalezas, apelidadas de colmeias. Elas são chamadas assim pois seus habitantes moram em pequenos cubículos feitos de containers empilhados formando enormes muralhas. Durante a noite eles dormem, e durante o dia buscam por água e alimentos nas terras áridas.

Depois das grandes catástrofes que assolaram a humanidade, os governos entraram em guerra por água e comida, e então colapsaram. Os sobreviventes se juntaram e construíram as cidades-fortaleza. Algumas são pacíficas e desenvolvem recursos internos, tentando ser sustentáveis e negociar com cidades vizinhas. Mas algumas, formadas principalmente por militares, são violentas e saqueiam as cidades pacíficas, às vezes levando prisioneiros para serem escravos ou alimento. Por isso a necessidade de construir fortalezas.

Marceline é uma das poucas sobreviventes que vive fora das cidades. Ela baseia sua alimentação em pequenas caças e negociação com as cidades pacíficas. Mas passa a maior parte do tempo na estrada e nos bares onde ganha dinheiro fazendo apostas no baralho e na sinuca.

Ela é respeitada pela pontaria infalível com seu rifle, na caça de presas e inimigos. E também pelas sérias contusões que causa com sua corrente e pontapés a quem ousa desafiá-la para uma disputa física. O gancho na ponta da corrente e o aço na ponta de seus coturnos podem quebrar qualquer osso do coitado que estiver na frente.


Toda a gasolina já acabou, e não existe mais extração de petróleo. Apenas energia elétrica captada por geradores eólicos e painéis solares. Iluminação, bombeamento de água, veículos, sistemas de segurança, toda a energia é baseada em sol e vento.

Marceline anda com sua moto, que está sempre carregada graças ao sol escaldante. Sua mão está sempre enfaixada, pois após matar um chefe de gangue esmurrando sua cara, seus comparsas queimaram sua mão. Mas depois disso ela matou todos eles também.

O lenço no pescoço é uma lembrança de algum parente morto que ela guarda com carinho? Não. Seus parentes estão bem em uma das colmeias. Marceline usa esse lenço para cobrir o rosto e ficar irreconhecível quando se infiltra em territórios inimigos? Tampouco. É apenas por estilo


terça-feira, 10 de julho de 2018

Niver da Ags e Arraiá do Troca

No sábado, dia 30/06 foi aniversário da minha Tchucalina, e eu fiz uma festinha surpresa pra ela. Mas organizei tudo em cima da hora, então só apareceram meus pais, a mãe da Agnes, o Raoni e a Mari. E foi super legal!

A mãe da Agnes levou salgadinhos pra gente fritar, e meus pais levaram coisas pra gente fazer cachorro quente.

No sábado seguinte, dia 07/07, fizemos o Arraiá do Troca, uma Festa Julina em que meninos iam vestidos de meninas, e meninas de meninos. Eu estava de Marceline, e Agnes de Tio Marcão

Teve fogueira no panelão de alumínio que passou o calor pro suporte de madeira, aí pegou fogo, derreteu o alumínio, e eu queimei a mão.

Antes do caos

Colocando canos de ferro na tentativa de evitar a catástrofe

Não funcionou

Como ficou a mãozinha da Marceline

Teve casamento lésbico poliamor, abençoado pelo padre matrix.


Teve muita cerveja e cachaça.

Zé Furacão e Tio Marcão

Teve tiro ao alvo.


Também teve caldo verde com calabresa, caldo verde vegano, arroz doce, sagu, peito de boi defumado, e um monte de trem bão!

A festa começou no sábado à noite, e só acabou na segunda-feira à noite.