quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Marilize Legahuana

Por muito tempo foi simplesmente uma forma de alterar a consciência (algo que o ser humano sempre buscou, desde o início dos tempos). Então o governo decidiu que seria proibido, pois afetava o comportamento humano. O que aconteceu foi que as pessoas continuaram buscando isso. Então começou um comércio ilegal que financiava a criminalidade e atendia às necessidades de quem buscava essa forma de diversão. Chegou uma hora que o governo pensou "Puts, será que não é melhor legalizar o consumo e regulamentar as vendas?"

Foi isso que aconteceu com o álcool em alguns lugares do mundo, como nos Estados Unidos, entre 1920 e 1932 com a famosa Lei Seca, que proibia a venda, fabricação e transporte de bebidas alcoólicas para consumo.


Mas com a maconha isso ainda não aconteceu. Ela continua proibida e não há nenhuma explicação coerente para isso.

A maconha chegou ao Brasil em 1559, trazida por escravos, por isso era chamada no começo de "fumo d'Angola". Até o início do século XX, a maconha era legalizada no Brasil e indicada para tratamento de asma e insônia.

"Por que a maconha é proibida? Porque faz mal à saúde. Será mesmo? Então, por que o bacon não é proibido? Ou as anfetaminas? E, diga-se de passagem, nenhum mal sério à saúde foi comprovado para o uso esporádico de maconha. A guerra contra essa planta foi motivada muito mais por fatores raciais, econômicos, políticos e morais do que por argumentos científicos. E algumas dessas razões são inconfessáveis. Tem a ver com o preconceito contra árabes, chineses, mexicanos e negros, usuários freqüentes de maconha no começo do século XX.
(...)
Nas primeiras décadas do século XX, a maconha era liberada, embora muita gente a visse com maus olhos. Aqui no Brasil, maconha era “coisa de negro”, fumada nos terreiros de candomblé para facilitar a incorporação e nos confins do país por agricultores depois do trabalho. Na Europa, ela era associada aos imigrantes árabes e indianos e aos incômodos intelectuais boêmios. Nos Estados Unidos, quem fumava eram os cada vez mais numerosos mexicanos – meio milhão deles cruzaram o Rio Grande entre 1915 e 1930 em busca de trabalho. Muitos não acharam. Ou seja, em boa parte do Ocidente, fumar maconha era relegado a classes marginalizadas e visto com antipatia pela classe dominante."

- Super Interessante, agosto de 2002

Alguns dos "argumentos" que a gente vê por aí só seriam coerentes se cigarro, álcool, alguns remédios e até mesmo café também fossem proibidos. Por exemplo:

"Você gostaria de ser atendido por alguém que acabou de fumar maconha?"


Se um piloto vai chegar alterado pra pilotar um avião, ou um médico vai chegar alterado para fazer uma cirurgia, ele simplesmente é uma pessoa irresponsável. E ele poderia muito bem fazer isso com álcool ou qualquer outra coisa que seja legalizada. A irresponsabilidade de um indivíduo não é, nem de longe, argumento para a proibição.

"Ah, mas faz mal porque a pessoa está inalando fumaça"

Beleza, isso faz mal mesmo. Mas então deveria proibir também: cigarro, charuto, narguile, cigarro de palha, cachimbo e por aí vai...

Deveria proibir até os veículos movidos a gasolina e diesel, afinal a gente ta o tempo todo respirando a fumaça deles.

"Mas deixa viciado"

Sim. Cerca de 8% das pessoas que usam ficam viciadas. Muito menos do que cigarro e álcool. E o vício é psicológico e não químico, como do cigarro, álcool e cafeína. E esses três podem dar overdose, a maconha não (na verdade sim, mas a pessoa teria que fumar quase 700 quilos em 15 minutos). Veja aqui.

"Mas financia o crime"

Só financia porque é ilegal. Se fosse legalizado seria vendida em lojas, em quantidades regulamentadas e recolhendo impostos.


"Mas a Veja e a Globo falam que é errado"

HUAHAHUAHAHUAHAHAHUA.... essa foi boa! Ah, pera, vc ta falando sério? Nossa... vai se tratar!

...

Falando em se tratar, e o uso medicinal da maconha? Existe um documentário chamado "Super High Me" (sim, é uma referência ao "Super Size Me"), no qual o comediante Doug Benson passa um mês sem fumar maconha e depois um mês fumando todos os dias para ver qual o resultado.

No meio do filme, ele conversa com seu médico, que diz que o THC e outras substâncias da maconha tem, sim, benefícios ao corpo humano. Mas, como médico, ele não concorda com o termo "uso medicinal", pois com certeza não é saudável inalar a fumaça de uma planta ressecada que veio sabe-se lá de onde, misturada com sabe-se lá o que. Porém, como cidadão, ele já percebeu que a guerra contra as drogas está totalmente perdida. Então a maconha deve ser legalizada para uso recreativo.

E ele também diz que mesmo depois de 17 anos fumando maconha, Doug Benson não apresenta nenhum dano permanente ao corpo.




Fontes:
DiscoveryBrasil
Super Interessante
8 dias em Amsterdam

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Cinemetal T-Shirts

Na viagem para Belo Horizonte, eu reparei que o Duda estava usando umas camisetas muito legais. Que pareciam de banda, mas quando parava pra ler, ao invés do nome da banda estava escrito o nome de algum diretor de cinema.

Eu perguntei onde ele comprou e o site é o Cinemetal T-Shirts.


Além dos modelos que o próprio site já tem, eu fiz mais alguns. Pearl Jam, Queens of the Stone Age e The Beatles:




terça-feira, 2 de setembro de 2014

Bienal do Livro + Autógrafo do Eduardo Spohr

A verdade é que eu só queria ir à Bienal do Livro pra pegar o autógrafo do Eduardo Spohr. E eu queria levar o meu "A Batalha do Apocalipse". Mas está emprestado com o Fell e não deu tempo de pegar de volta. Então levei o "Filhos do Eden - Os Anjos da Morte", que eu acho mais legal que o "Filhos do Eden - Os Herdeiros de Atlântida".

Fomos eu e o Lamon. Chegamos no Parque Ibirapuera, pagamos 4 horas de Zona Azul e fomos até o pavilhão da bienal. Chegando lá, nós percebemos que tinha alguma coisa errada. Perguntamos pra um segurança onde era a entrada pra Bienal do Livro e ele nos avisou que era no Anhembi, do outro lado da cidade. Mas tudo bem... Domingão, nada pra fazer...

Chegando lá, o cara do estacionamento falou:

- É 40 reais pra deixar o carro e ta com uma hora de fila pra comprar ingresso.

Eu olhei pro Lamon e falei:

- Bom, já tamo aqui mesmo! Vamo nessa!

A gente foi passando pela fila do lado de fora pensando "Nossa, é só isso a fila? Até que não é tanto assim!" Mas quando chegamos na parte de trás, onde estava a maior parte da fila, a sensação que tivemos foi uma mistura dessas duas cenas:


Ficamos lá na fila por uma hora e finalmente conseguimos entrar. Assim que entramos, pegamos um mapa e fomos atrás do Eduardo Spohr. Lá pegamos mais um pouco de fila, mas eu consegui pegar o autógrafo do meu amigo Eduardo Spohr (ele apertou a minha mão, então, seguindo a lógica do Azhagal, somos amigos).


Quando eu estava saindo do stand dele, eu disse:

- O que você vai fazer hoje depois que sair daqui? Ontem eu te mandei um inbox chamando pra jogar RPG, mas acho que você não viu.

- Puts, cara. Desde que eu cheguei em São Paulo na sexta-feira eu não tive tempo de olhar o facebook. E eu tô super cansado, então só quero dormir huahaha... Mas valeu pelo convite! Manda um abraço pro seu grupo!

Assim que saímos do autógrafo do Spohr, nos deparamos com um Stand de um cara que viajou de moto e escreveu sobre duas viagens épicas que ele fez. Uma pelo Atacama e outra pela Rota 66. Nós conversamos um pouco com ele sobre viagens e moto. E, por fim, compramos os dois livros dele e pedimos o autógrafo para os dois "Lamon e Marcelãoo! Um abraço! Obrigado pela visita!"



Depois, fomos procurar o stand que o Gi fez, o da Ediouro. E nesse stand tinha uma palavra-cruzada gigante. Algumas das palavras tinham mais de 20 letras!


No final eu voltei pra casa com três livros  autografados e um domingo chuvoso bem aproveitado =)

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Miss Minas Gerais 2014

Eu tinha acabado de voltar de viagem, quando o Amiky (o boss) disse:

- Cabelo, quer ir pra Belo Horizonte gravar o Miss Minas Gerais?

A minha interpretação foi: "Quer viajar, comer de graça e ficar vendo um monte de mulher linda o tempo todo?" ... Então, obviamente, eu aceitei.

Na quinta-feira (21/08), nós nos encontramos às 5h30 na Media Arts. Eu, a Ceres, o Duda e o Andrei, para empacotar os computadores e os HDs. De lá fomos para o aeroporto de Guarulhos para pegar o vôo das 9h00.

Da esquerda pra direita: Café, Ceres, Thiago, Amiky, cara da Band que eu não sei o nome, Fabinho, Paulo, Vivien, Andrei, Cabelo, Carlito e Duda

Chegamos no hotel Ramada Encore em Belzonte, por volta das 11h00, mais ou menos no mesmo horário que as misses começaram a chegar. Era um espetáculo. Trinta meninas, uma mais bonita que a outra. Eu me apaixonava pra qualquer direção que olhasse. O Amiky reservou os quartos em dupla. E mais um para montarmos a ilha de edição. Meu roomate foi o Duda, que é muito firmeza e a gente ficava falando um monte de bosta antes de dormir.

No primeiro dia, foi aniversário do Amiky, então à noite a gente fez uma festinha com bolo, cerveja, Coca e chapeuzinhos das princesas Disney.


De quinta até terça tivemos gravação todos os dias. De ensaios, depoimentos, refeições, patrocinadores, testes de roupas, palestra com a missóloga, clipe da música do Jota Quest etc... Todos os dias o material da gravação chegava umas 22h00 e eu tinha que copiar pro HD e converter pra ser usado na edição. Isso ia até 1h00 da manhã, mais ou menos, e depois eu podia dormir.

Um dos videos que a gente produziu foi o clipe da música do Jota Quest, "Waiting for You"



A missóloga Nádia Micherif foi quem deu a palestra, que foi, basicamente, uma aula de etiqueta. Respeitar o próprio espaço e o espaço dos outros, ser elegante etc. Depois que acabou, eu, o Duda, o Paulo e o Thiago fomos tirar algumas dúvidas com ela. E ela soube devolver a zuera com classe.

- Se eu estiver caçando com uma lança e uma faca, eu devo segurar os dois com as mesmas mãos que um garfo e uma faca?
- Bom, a regra é a mesma. A faca tem que ficar na mão que for mais forte e que você tiver mais coordenação.

E ela também ensinou que quando estiver à mesa e for espirrar, tem que virar pro lado e cobrir o rosto com as mãos. Aí eu perguntei fazendo um gesto bem exagerado:

- Depois limpa na roupa?
- Limpa no guardanapo. Ou, se precisar, limpa na toalha da mesa sem ninguém ver. E em último caso limpa na roupa mesmo. Mas na calça, que é mais difícil de ver a sujeira!

O programa ia ao ar na quarta-feira (27/08) às 22h30. Um dia antes do programa ir pro ar, nós inda não tínhamos todas as informações pra fazer o programa. Então eu, o Andrei, o Paulo, a Ceres e o Amiky tivemos que passar a noite trabalhando! Eu consegui tirar um cochilo de 1h na quarta à tarde, mas foi minha única dormida entre 9h30 da manhã de terça e 3h00 da manhã de quinta.


Quando toda a equipe chegou no Teatro Bradesco, onde rolou a transmissão, a gente precisou copiar uns arquivos para deixar preparados pra passar na TV. Mas obviamente não podia dar tudo certo. Eu precisei voltar para o hotel com um HD pra copiar 5 videos de 5 segundos que ficaram faltando. Além disso, não deu pra imprimir os roteiros, algumas coisas que a gente fez não foram pro ar e pra colocar a cereja no bolo, o carro que o Amiky estava usando foi guinchado. Mas tudo bem. O importante é que o bagulho foi pro ar.

E depois de três semanas trabalhando pra fazer o cenário e as animações do palco, vê-las naquela tela gigante com resolução 4K foi muito bom.




A transmissão foi das 22h30 até 1h10. Os apresentadores foram o Toni Garrido, do Cidade Negra, e a Renata Fan, que foi Miss Brasil em 99. O processo de decisão da vencedora no programa foi feito em etapas: Primeiro entraram as 30 candidatas no palco. Depois o grupo foi diminuindo de acordo com o desempenho delas nos desfiles de biquíni e gala. Primeiro foi pra TOP 15, então TOP 10 e depois TOP 5, de onde sairia a vencedora.

Eu tinha 6 palpites de vencedoras. E quem ganhou era uma das minhas apostas, a Karen, do município de Timóteo.

Durante toda a apresentação, eu e o Paulo (editor) ficamos na platéia. Depois que acabou nós subimos no palco pra ajudar a recolher os equipamentos, carregar as malas das misses e, é claro, tirar umas fotos!

 Eu com a Miss Senador Firmino, Paloma Marques

Equipe com a vencedora, a Miss Timóteo (e agora Miss Minas Gerais), Karen Porfiro

Quando estávamos todos do lado de fora do teatro, com um sorriso no rosto e aquela sensação de "missão cumprida" eu falei uma coisa que depois a Vivien e o Duda também falaram: o Amiky realmente sabe como montar uma boa equipe!

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Pixelcast

Quando o Pixeland ainda existia, nós gravamos um podcast. Os participantes foram os diretores do Pixeland, que eram o Luigi, o Lois, a Vanessa, o Fell e eu.

A idéia era que fosse o primeiro Pixelcast a ir para o ar, então a temática foi bem abrangente e nós pensamos em algo que apresentasse os participantes para o mundo.

O tema/título escolhido foi: "Se Minha Vida Fosse uma Ficção"

Para o podcast, o Luigi, pediu que escrevêssemos um texto falando sobre isso para lermos durante a gravação. Eis o resultado =)



Arte feita pelo Brunãoo!!


sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Eurotrip 2014 - Final Thoughts (in english)

- Summary

Our Trip started in London. With me, my parents, my sister, aunt Nil and Fell. We spent one week there, and after that, my parents, my sister and aunt Nil got back to São Paulo. And Fell and I went by train to Brussels. There, we rented a car and left. We ran 3740 kms, passing through 9 cities in 7 countries (Belgium, Holland, Germany, Czech Republic, Austria, Switzerland and Luxembourg), and four of them were new for me (Czech Republic, Austria, Switzerland and Luxembourg).

I can't say we were backpacking, because we had a rented car. And everyone knows that the correct way of backpacking is by train or hitchhiking.


On the last few days of our trip, Fell and I were exhausted. We spent so much time together, we weren't even talking to each other anymore. We just had nothing to talk about! Hahahaha

Only two people travelling is a little exhausting. We discussed a few times and there wasn't anyone else to calm us down. Besides, in a group of three, it's possible that one drives and the other two take care of the map and the GPS.

- Beer

Even with nothing to say, there was always one thing to say: "Beer time?" And we achieved our goal of drinking beer every single day.


Also, every time we got the car from one city to another, we listened to the song we claimed as our anthem, which was "Pão com Cerveja", by the "Velhas Virgens". Or, in a literal translation, "Beer and Bread", by the "Old Virgin Ladies"

- New Friends

We met a few ne friends. In Amsterdam, at the Flying Pig, we met Mischel, from Australia. After that, at the hostel in Berlin, we met Simone and Pauline, from Holland. And in Luxembourg, we met Matthias, from Switzerland.

- GPS

When we got in Berlin, we stopped at Burger King to get wi-fi and load the way to the hostel on the cellphone. When we got away from the wi-fi signal, we realized that the GPS was still working. We thought it was a miracle, but later we found out that the GPS does not depend on the internet! It was very useful, but way less cool than using a map.


- Planning

I hadd to go through a few months saving a lot of money. To have an idea, I even didn't do some maintenance on my motorcyle!! But it was worth. The trip was awesome.

About the script... Everything can change. If you want to stay more time somewhere, or going somewhere else, there is no problem! And you can always spend a few more days in Amsterdam!

I hope to do a lot more trips like that! =D

Eurotrip 2014 - Considerações Finais

- Resumo

A viagem começou em Londres. Comigo, meus pais, a Marina, a Tia Nil e o Fell. Nós ficamos lá uma semana e depois meus pais, a Marina e a Tia Nil voltaram pra São Paulo e eu e o Fell fomos de trem para Bruxelas. Lá, nós alugamos um carro e partimos. No total foram 3740 kms rodados, passando por 9 cidades em 7 países (Bélgica, Holanda, Alemanha, Rep. Tcheca, Áustria, Suíça e Luxemburgo), sendo que quatro deles foram novos pra mim (ep. Tcheca, Áustria, Suíça e Luxemburgo).

Não dá pra dizer que foi um mochilão porque a gente tava com carro alugado. E todo mundo sabe que o jeito certo de fazer mochilão é de trem e carona.


Nos últimos dias da viagem, eu e o Fell estávamos exaustos. A gente passou tanto tempo junto que nem nos falávamos mais. Simplesmente não tinha assunto! Huahuhaha

Viajar em duas pessoas é meio cansativo. A gente discutiu algumas vezes e não tinha uma terceira pessoa pra acalmar os ânimos. E em três pessoas, dá pra só uma dirigir enquanto as outras duas cuidam do mapa e GPS.

- Cerveja

Mas mesmo sem falar quase nada, sempre tínhamos uma coisa pra dizer: "Hora da cerveja?" E nós cumprimos a meta de tomar cerveja todos os dias.


Além disso, em todos os trechos da viagem, nós ouvimos nosso hino! A música "Pão com Cerveja" do "Velhas Virgens".

- Novos amigos

Nós fizemos alguns amigos. Em Amsterdam, lá no Flying Pig, nós conhecemos a Mischel, da Austrália. Depois, no hostel de Berlim, conhecemos a Simone e a Pauline, da Holanda. E em Luxemburgo conhecemos o Matthias, da Suíça.

- GPS

Quando chegamos em Berlim, nós pegamos o wi-fi do Burger King pra ver no celular o caminho até o hostel. Eis que quando saímos do wi-fi, percebemos que o GPS continuava funcionando. Achamos que era um milagre, mas depois descobrimos que o GPS continua funcionando, independentemente da internet! Isso foi muito útil, mas muito menos tr00 do que usar um mapa.


- Planejamento

Olha, eu tive que passar alguns meses economizando igual um desgraçado. Pra vocês terem ideia, até deixei de fazer umas coisas que precisava na moto!! Mas valeu muito a pena. A viagem foi foda.

E quanto ao roteiro da viagem... Tudo pode mudar. Se der vontade de ficar mais tempo em algum lugar, ou ir pra outro, não tem nenhum problema! E sempre dá pra ficar mais tempo em Amsterdam!

Espero ainda fazer muitas viagens desse tipo! =D