Pensei num drinking game!!
Pra esse jogo precisa ter uma espingarda de chumbinho (ou outras armas, mas espingarda de chumbinho é mais acessível).
O jogo começa com todo mundo virando uma lata de cerveja. Aí todas as latinhas são colocadas em cima de um muro ou tábua que esteja a uns 10 metros de distância.
E então começa a brincadeira. Cada um atira uma vez e tenta acertar uma das latinhas. Quem errar bebe um shot da bebida destilada que estiver disponível. Pode ser cachaça, tequila, etc...
Aí tem a versão pra quando o orçamento for mais alto. Sorteia um personagem pra cada jogador: Cowboy, Pirata, Russo, Caipira, Pintor Francês, Mexicano, Plantador de arroz oriental. E o que for sorteado veste com o chapéu. E quando errar o tiro bebe a sua bebida equivalente: Whiskey, Rum, Vodka, Cachaça, Tequila, Conhaque, Sakê.
Obviamente, é uma ótima ideia um jogo cujo objetivo que as pessoas fiquem cada vez mais bêbadas, e estejam usando armas.
Agradecimentos: Agnes e Linão pelas risadas durante a idealização da ideia.
Mostrando postagens com marcador cerveja. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador cerveja. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, 23 de julho de 2018
terça-feira, 10 de julho de 2018
Niver da Ags e Arraiá do Troca
No sábado, dia 30/06 foi aniversário da minha Tchucalina, e eu fiz uma festinha surpresa pra ela. Mas organizei tudo em cima da hora, então só apareceram meus pais, a mãe da Agnes, o Raoni e a Mari. E foi super legal!
A mãe da Agnes levou salgadinhos pra gente fritar, e meus pais levaram coisas pra gente fazer cachorro quente.
No sábado seguinte, dia 07/07, fizemos o Arraiá do Troca, uma Festa Julina em que meninos iam vestidos de meninas, e meninas de meninos. Eu estava de Marceline, e Agnes de Tio Marcão
Teve fogueira no panelão de alumínio que passou o calor pro suporte de madeira, aí pegou fogo, derreteu o alumínio, e eu queimei a mão.
Teve casamento lésbico poliamor, abençoado pelo padre matrix.
Teve muita cerveja e cachaça.
Teve tiro ao alvo.
Também teve caldo verde com calabresa, caldo verde vegano, arroz doce, sagu, peito de boi defumado, e um monte de trem bão!
A festa começou no sábado à noite, e só acabou na segunda-feira à noite.
A mãe da Agnes levou salgadinhos pra gente fritar, e meus pais levaram coisas pra gente fazer cachorro quente.
No sábado seguinte, dia 07/07, fizemos o Arraiá do Troca, uma Festa Julina em que meninos iam vestidos de meninas, e meninas de meninos. Eu estava de Marceline, e Agnes de Tio Marcão
Teve fogueira no panelão de alumínio que passou o calor pro suporte de madeira, aí pegou fogo, derreteu o alumínio, e eu queimei a mão.
![]() |
| Antes do caos |
![]() |
| Colocando canos de ferro na tentativa de evitar a catástrofe |
![]() |
| Não funcionou |
![]() |
| Como ficou a mãozinha da Marceline |
Teve casamento lésbico poliamor, abençoado pelo padre matrix.
Teve muita cerveja e cachaça.
![]() |
| Zé Furacão e Tio Marcão |
Teve tiro ao alvo.
Também teve caldo verde com calabresa, caldo verde vegano, arroz doce, sagu, peito de boi defumado, e um monte de trem bão!
A festa começou no sábado à noite, e só acabou na segunda-feira à noite.
quarta-feira, 29 de julho de 2015
Cunha
Este ano, a nossa viagem em família foi para Cunha, uma pequena cidade entre São Paulo e Rio de Janeiro. Capital da cerâmica e capital do Fusca. Passamos três dias lá - de sábado até segunda.
Eu já tinha ido pra lá com o Leozãoo e com o Lucas e conhecido um pouco da cidade, mas tinha sido um rolê baixo orçamento. Dessa vez tinha paitrocínio.
Fomos eu, a Agnes, meus pais e a Marina. Saímos de São Paulo no sábado ao meio dia. Fomos pela Dutra e a viagem foi bem tranquila, com pouco trânsito e uma parada no Frango Assado, onde comemos um almoço por quilo bem supimpa.
Chegando no hotel, fomos conhecer nossos chalés. Uma cama queen size, sofá, televisão, frigobar, banheiro e uma maravilhosa lareira! Meus pais e a Marina ficaram no rosa, que tinha uma varanda e uma vaga para o carro. Eu e a Agnes ficamos no lilás, um pouco mais acima.
Enquanto os três tiravam uma soneca, eu e a Agnes fomos explorar o local. Encontramos três vacas filhotes, que de longe pareciam três touros furiosos nos olhando com ódio tipo "Sai da minha propriedade!!", mas aí percebemos que era só um olhar de curiosidade e elas logo ficaram nossas amigas comendo capim na nossa mão.
Depois que os preguiçosos acordaram, fomos passear um pouco pela cidade. Vimos um pouquinho de música ao vivo na praça ao lado da Igreja Matriz, onde rola um festival de inverno durante todo o mês de julho. Nessa praça, comemos pastel, compramos hidromel e vinho e ficamos vendo o mapa da cidade, decidindo o que fazer no dia seguinte. Jantamos em um restaurante francês cheio de frufru, com a comida não muito boa e em pouca quantidade. Ninguém ficou muito satisfeito.
No dia seguinte, fomos ver a rua dos ateliês da cidade. Depois pegamos o carro e fomos até a Cachoeira do Pimenta, onde tinha um encanamento de metal abandonado de mais ou menos 1 metro de diâmetro e um antigo rotor de hidrelétrica. Lá eu tirei a roupa e entrei só de cueca na água. Tava mó bão. Depois me vesti, e eu e a Agnes fomos passear e tirar umas fotos.
A ideia era sair de lá e irmos à cervejaria Wolkenburg e ao Lavandário (um lugar onde se planta lavanda), pois eram todos próximos de acordo com o mapa. Mas a estrada era uma merda, sem pavimentação, só lama. No meio do caminho o carro atolou numa subida e não saía mais do lugar. Então eu saí do carro pra ajudar e vi que mesmo com o freio apertado e as quatro rodas travadas, o carro estava escorregando pra trás, na direção do abismo. Nessa hora me bateu um desespero e eu falei "Agnes, Marina e Mamãe, desçam do carro."
Então peguei umas pedras e coloquei atrás dos pneus pro carro não descer mais. Aí fui do lado da roda e fui indicando pro meu pai pra que lado virar o volante enquanto eu empurrava o carro. Quando finalmente conseguimos tirar o carro da lama, decidimos dar meia volta e pegar outro caminho, que voltava toda a estrada até o centro de Cunha, atravessava a cidade inteira e subia pelo outro lado (totalizando uns 10 kms huahuhaha).
Então fomos para a cervejaria, onde conhecemos o dono, que nos explicou como são feitos os quatro sabores de cerveja que eles fazem e nos deu um golinho pra degustar. Lá meu pai comprou um kit com três garrafas e eu comprei uma camiseta pra Agnes e uma caneca pra nós.
Depois fomos ao Lavandário para apreciar o pôr-do-sol. A Marina e minha mãe pegaram um sorvete sabor lavanda que era horrível, parecia um sorvete de chocolate com Gleid ou Bom Ar. Ficamos lá cerca de uma hora e depois voltamos pra cidade para jantar.
Jantamos em uma pizzaria, que era gostosa, mas não tinha forno a lenha. E eu descobri que isso faz diferença no resultado da pizza.
Na segunda-feira, fomos a uma das lojinhas de cerâmica, onde compramos uns pratos de parede e minha mãe deu dois de presente pra mim e pra Agnes, para pendurarmos na cozinha. Então tomamos um sorvete, na mesma sorveteria que eu fui com o Leozãoo e o Lucas e depois pegamos a estrada.
Paramos para almoçar num Frango Assado, onde eu e a Agnes dividimos uma picanha que estava muito daora.
Voltamos pra casa a tempo de escapar do rodízio e assistir um filminho.
Eu já tinha ido pra lá com o Leozãoo e com o Lucas e conhecido um pouco da cidade, mas tinha sido um rolê baixo orçamento. Dessa vez tinha paitrocínio.
Fomos eu, a Agnes, meus pais e a Marina. Saímos de São Paulo no sábado ao meio dia. Fomos pela Dutra e a viagem foi bem tranquila, com pouco trânsito e uma parada no Frango Assado, onde comemos um almoço por quilo bem supimpa.
Chegando no hotel, fomos conhecer nossos chalés. Uma cama queen size, sofá, televisão, frigobar, banheiro e uma maravilhosa lareira! Meus pais e a Marina ficaram no rosa, que tinha uma varanda e uma vaga para o carro. Eu e a Agnes ficamos no lilás, um pouco mais acima.
Enquanto os três tiravam uma soneca, eu e a Agnes fomos explorar o local. Encontramos três vacas filhotes, que de longe pareciam três touros furiosos nos olhando com ódio tipo "Sai da minha propriedade!!", mas aí percebemos que era só um olhar de curiosidade e elas logo ficaram nossas amigas comendo capim na nossa mão.
Depois que os preguiçosos acordaram, fomos passear um pouco pela cidade. Vimos um pouquinho de música ao vivo na praça ao lado da Igreja Matriz, onde rola um festival de inverno durante todo o mês de julho. Nessa praça, comemos pastel, compramos hidromel e vinho e ficamos vendo o mapa da cidade, decidindo o que fazer no dia seguinte. Jantamos em um restaurante francês cheio de frufru, com a comida não muito boa e em pouca quantidade. Ninguém ficou muito satisfeito.
No dia seguinte, fomos ver a rua dos ateliês da cidade. Depois pegamos o carro e fomos até a Cachoeira do Pimenta, onde tinha um encanamento de metal abandonado de mais ou menos 1 metro de diâmetro e um antigo rotor de hidrelétrica. Lá eu tirei a roupa e entrei só de cueca na água. Tava mó bão. Depois me vesti, e eu e a Agnes fomos passear e tirar umas fotos.
Então peguei umas pedras e coloquei atrás dos pneus pro carro não descer mais. Aí fui do lado da roda e fui indicando pro meu pai pra que lado virar o volante enquanto eu empurrava o carro. Quando finalmente conseguimos tirar o carro da lama, decidimos dar meia volta e pegar outro caminho, que voltava toda a estrada até o centro de Cunha, atravessava a cidade inteira e subia pelo outro lado (totalizando uns 10 kms huahuhaha).
Então fomos para a cervejaria, onde conhecemos o dono, que nos explicou como são feitos os quatro sabores de cerveja que eles fazem e nos deu um golinho pra degustar. Lá meu pai comprou um kit com três garrafas e eu comprei uma camiseta pra Agnes e uma caneca pra nós.
Jantamos em uma pizzaria, que era gostosa, mas não tinha forno a lenha. E eu descobri que isso faz diferença no resultado da pizza.
Na segunda-feira, fomos a uma das lojinhas de cerâmica, onde compramos uns pratos de parede e minha mãe deu dois de presente pra mim e pra Agnes, para pendurarmos na cozinha. Então tomamos um sorvete, na mesma sorveteria que eu fui com o Leozãoo e o Lucas e depois pegamos a estrada.
Paramos para almoçar num Frango Assado, onde eu e a Agnes dividimos uma picanha que estava muito daora.
Voltamos pra casa a tempo de escapar do rodízio e assistir um filminho.
sexta-feira, 17 de outubro de 2014
Exposição Familiar + Festinha à Francesa
No último sábado, no Apartamento Byob (um prédio abandonado e transformado em balada), na Oscar Freire, teve a exposição Familiar, uma exposição de retratos feita pela Belle. A programação era exposições durante o dia e balada à noite.
Eu, o Alê e o Bruno resolvemos ir. Mas só chegamos à noite, então já não tinha mais exposição. Mandamos uma mensagem pra Belle e ela disse que a exposição já tinha ido embora e que ela já tinha ido embora, mas que a Liu ainda estava lá e que poderia nos levar aos bastidores pra gente conseguir ver as fotos.
Então encontramos a Liu e ela estava com uns amigos, que estavam com uns amigos. Então formamos um grupinho meio fechado de umas 10 pessoas.
Eis que estávamos todos em uma sala lá no fundo que tinha um sofazão e eu tive uma idéia:
- Vamos nos conhecer melhor! Cada um tem que vir aqui na frente e responder cinco perguntas. Nome, idade, o que faz da vida, fantasia sexual e o que faria com 1 milhão de reais.
Todos nos apresentamos. E fizemos a fotógrafa e o barman se apresentarem tbm, quando eles foram ver o que estava rolando.
Depois, eu, o Alê e o Bruno tivemos uma ideia. Como a festa estava super vazia, a gente resolveu que ia tentar conhecer todo mundo da festa. E usando as cinco perguntas pra isso.
Primeiro nós conversamos com duas meninas. Uma delas era uma psicóloga que gosta de assistir "Acumuladores" e disse que isso é um tipo de TOC. Depois conversamos com três caras e um deles disse que a fantasia dele envolvia os homens da festa. Conhecemos um casal, Jéssica e Daniel. A Jéssica é dublê de ação e contou um pouco sobre ser propositalmente atropelada por um ônibus. E o Daniel disse que já conheceu quase todos os países do mundo. Só faltam umas partes da Ásia e da África.
Claro que as cinco perguntas eram só pra começar a conversa. Depois a gente continuava conversando sobre os assuntos que vinham à tona.
Por fim, conhecemos a Charlen, o Eddy, franceses, e o Hamza, um marroquino. Os três moram no Brasil e não pretendem voltar daqui tão cedo. Eu tentei treinar meu francês com eles, mas eles falavam português muito bem, então era mais fácil falar em português mesmo!
Saindo de lá, a gente ofereceu uma carona pros franceses. Paramos pra comer no Habbib's e depois deixamos cada um na sua casa.
Chegamos na casa do Alê umas 7h00 e dormimos até umas 13h00.
Eu, o Alê e o Bruno resolvemos ir. Mas só chegamos à noite, então já não tinha mais exposição. Mandamos uma mensagem pra Belle e ela disse que a exposição já tinha ido embora e que ela já tinha ido embora, mas que a Liu ainda estava lá e que poderia nos levar aos bastidores pra gente conseguir ver as fotos.
Então encontramos a Liu e ela estava com uns amigos, que estavam com uns amigos. Então formamos um grupinho meio fechado de umas 10 pessoas.
Eis que estávamos todos em uma sala lá no fundo que tinha um sofazão e eu tive uma idéia:
- Vamos nos conhecer melhor! Cada um tem que vir aqui na frente e responder cinco perguntas. Nome, idade, o que faz da vida, fantasia sexual e o que faria com 1 milhão de reais.
Todos nos apresentamos. E fizemos a fotógrafa e o barman se apresentarem tbm, quando eles foram ver o que estava rolando.
Depois, eu, o Alê e o Bruno tivemos uma ideia. Como a festa estava super vazia, a gente resolveu que ia tentar conhecer todo mundo da festa. E usando as cinco perguntas pra isso.
Primeiro nós conversamos com duas meninas. Uma delas era uma psicóloga que gosta de assistir "Acumuladores" e disse que isso é um tipo de TOC. Depois conversamos com três caras e um deles disse que a fantasia dele envolvia os homens da festa. Conhecemos um casal, Jéssica e Daniel. A Jéssica é dublê de ação e contou um pouco sobre ser propositalmente atropelada por um ônibus. E o Daniel disse que já conheceu quase todos os países do mundo. Só faltam umas partes da Ásia e da África.
Claro que as cinco perguntas eram só pra começar a conversa. Depois a gente continuava conversando sobre os assuntos que vinham à tona.
Por fim, conhecemos a Charlen, o Eddy, franceses, e o Hamza, um marroquino. Os três moram no Brasil e não pretendem voltar daqui tão cedo. Eu tentei treinar meu francês com eles, mas eles falavam português muito bem, então era mais fácil falar em português mesmo!
Saindo de lá, a gente ofereceu uma carona pros franceses. Paramos pra comer no Habbib's e depois deixamos cada um na sua casa.
Chegamos na casa do Alê umas 7h00 e dormimos até umas 13h00.
sexta-feira, 15 de agosto de 2014
Eurotrip 2014 - Final Thoughts (in english)
- Summary
Our Trip started in London. With me, my parents, my sister, aunt Nil and Fell. We spent one week there, and after that, my parents, my sister and aunt Nil got back to São Paulo. And Fell and I went by train to Brussels. There, we rented a car and left. We ran 3740 kms, passing through 9 cities in 7 countries (Belgium, Holland, Germany, Czech Republic, Austria, Switzerland and Luxembourg), and four of them were new for me (Czech Republic, Austria, Switzerland and Luxembourg).
I can't say we were backpacking, because we had a rented car. And everyone knows that the correct way of backpacking is by train or hitchhiking.
On the last few days of our trip, Fell and I were exhausted. We spent so much time together, we weren't even talking to each other anymore. We just had nothing to talk about! Hahahaha
Only two people travelling is a little exhausting. We discussed a few times and there wasn't anyone else to calm us down. Besides, in a group of three, it's possible that one drives and the other two take care of the map and the GPS.
- Beer
Even with nothing to say, there was always one thing to say: "Beer time?" And we achieved our goal of drinking beer every single day.
Also, every time we got the car from one city to another, we listened to the song we claimed as our anthem, which was "Pão com Cerveja", by the "Velhas Virgens". Or, in a literal translation, "Beer and Bread", by the "Old Virgin Ladies"
- New Friends
We met a few ne friends. In Amsterdam, at the Flying Pig, we met Mischel, from Australia. After that, at the hostel in Berlin, we met Simone and Pauline, from Holland. And in Luxembourg, we met Matthias, from Switzerland.
- GPS
When we got in Berlin, we stopped at Burger King to get wi-fi and load the way to the hostel on the cellphone. When we got away from the wi-fi signal, we realized that the GPS was still working. We thought it was a miracle, but later we found out that the GPS does not depend on the internet! It was very useful, but way less cool than using a map.
- Planning
I hadd to go through a few months saving a lot of money. To have an idea, I even didn't do some maintenance on my motorcyle!! But it was worth. The trip was awesome.
About the script... Everything can change. If you want to stay more time somewhere, or going somewhere else, there is no problem! And you can always spend a few more days in Amsterdam!
I hope to do a lot more trips like that! =D
Our Trip started in London. With me, my parents, my sister, aunt Nil and Fell. We spent one week there, and after that, my parents, my sister and aunt Nil got back to São Paulo. And Fell and I went by train to Brussels. There, we rented a car and left. We ran 3740 kms, passing through 9 cities in 7 countries (Belgium, Holland, Germany, Czech Republic, Austria, Switzerland and Luxembourg), and four of them were new for me (Czech Republic, Austria, Switzerland and Luxembourg).
I can't say we were backpacking, because we had a rented car. And everyone knows that the correct way of backpacking is by train or hitchhiking.
On the last few days of our trip, Fell and I were exhausted. We spent so much time together, we weren't even talking to each other anymore. We just had nothing to talk about! Hahahaha
Only two people travelling is a little exhausting. We discussed a few times and there wasn't anyone else to calm us down. Besides, in a group of three, it's possible that one drives and the other two take care of the map and the GPS.
- Beer
Even with nothing to say, there was always one thing to say: "Beer time?" And we achieved our goal of drinking beer every single day.
Also, every time we got the car from one city to another, we listened to the song we claimed as our anthem, which was "Pão com Cerveja", by the "Velhas Virgens". Or, in a literal translation, "Beer and Bread", by the "Old Virgin Ladies"
- New Friends
We met a few ne friends. In Amsterdam, at the Flying Pig, we met Mischel, from Australia. After that, at the hostel in Berlin, we met Simone and Pauline, from Holland. And in Luxembourg, we met Matthias, from Switzerland.
- GPS
When we got in Berlin, we stopped at Burger King to get wi-fi and load the way to the hostel on the cellphone. When we got away from the wi-fi signal, we realized that the GPS was still working. We thought it was a miracle, but later we found out that the GPS does not depend on the internet! It was very useful, but way less cool than using a map.
- Planning
I hadd to go through a few months saving a lot of money. To have an idea, I even didn't do some maintenance on my motorcyle!! But it was worth. The trip was awesome.
About the script... Everything can change. If you want to stay more time somewhere, or going somewhere else, there is no problem! And you can always spend a few more days in Amsterdam!
I hope to do a lot more trips like that! =D
Eurotrip 2014 - Considerações Finais
- Resumo
A viagem começou em Londres. Comigo, meus pais, a Marina, a Tia Nil e o Fell. Nós ficamos lá uma semana e depois meus pais, a Marina e a Tia Nil voltaram pra São Paulo e eu e o Fell fomos de trem para Bruxelas. Lá, nós alugamos um carro e partimos. No total foram 3740 kms rodados, passando por 9 cidades em 7 países (Bélgica, Holanda, Alemanha, Rep. Tcheca, Áustria, Suíça e Luxemburgo), sendo que quatro deles foram novos pra mim (ep. Tcheca, Áustria, Suíça e Luxemburgo).
Não dá pra dizer que foi um mochilão porque a gente tava com carro alugado. E todo mundo sabe que o jeito certo de fazer mochilão é de trem e carona.
Nos últimos dias da viagem, eu e o Fell estávamos exaustos. A gente passou tanto tempo junto que nem nos falávamos mais. Simplesmente não tinha assunto! Huahuhaha
Viajar em duas pessoas é meio cansativo. A gente discutiu algumas vezes e não tinha uma terceira pessoa pra acalmar os ânimos. E em três pessoas, dá pra só uma dirigir enquanto as outras duas cuidam do mapa e GPS.
- Cerveja
Mas mesmo sem falar quase nada, sempre tínhamos uma coisa pra dizer: "Hora da cerveja?" E nós cumprimos a meta de tomar cerveja todos os dias.
Além disso, em todos os trechos da viagem, nós ouvimos nosso hino! A música "Pão com Cerveja" do "Velhas Virgens".
- Novos amigos
Nós fizemos alguns amigos. Em Amsterdam, lá no Flying Pig, nós conhecemos a Mischel, da Austrália. Depois, no hostel de Berlim, conhecemos a Simone e a Pauline, da Holanda. E em Luxemburgo conhecemos o Matthias, da Suíça.
- GPS
Quando chegamos em Berlim, nós pegamos o wi-fi do Burger King pra ver no celular o caminho até o hostel. Eis que quando saímos do wi-fi, percebemos que o GPS continuava funcionando. Achamos que era um milagre, mas depois descobrimos que o GPS continua funcionando, independentemente da internet! Isso foi muito útil, mas muito menos tr00 do que usar um mapa.
- Planejamento
Olha, eu tive que passar alguns meses economizando igual um desgraçado. Pra vocês terem ideia, até deixei de fazer umas coisas que precisava na moto!! Mas valeu muito a pena. A viagem foi foda.
E quanto ao roteiro da viagem... Tudo pode mudar. Se der vontade de ficar mais tempo em algum lugar, ou ir pra outro, não tem nenhum problema! E sempre dá pra ficar mais tempo em Amsterdam!
Espero ainda fazer muitas viagens desse tipo! =D
A viagem começou em Londres. Comigo, meus pais, a Marina, a Tia Nil e o Fell. Nós ficamos lá uma semana e depois meus pais, a Marina e a Tia Nil voltaram pra São Paulo e eu e o Fell fomos de trem para Bruxelas. Lá, nós alugamos um carro e partimos. No total foram 3740 kms rodados, passando por 9 cidades em 7 países (Bélgica, Holanda, Alemanha, Rep. Tcheca, Áustria, Suíça e Luxemburgo), sendo que quatro deles foram novos pra mim (ep. Tcheca, Áustria, Suíça e Luxemburgo).
Não dá pra dizer que foi um mochilão porque a gente tava com carro alugado. E todo mundo sabe que o jeito certo de fazer mochilão é de trem e carona.
Nos últimos dias da viagem, eu e o Fell estávamos exaustos. A gente passou tanto tempo junto que nem nos falávamos mais. Simplesmente não tinha assunto! Huahuhaha
Viajar em duas pessoas é meio cansativo. A gente discutiu algumas vezes e não tinha uma terceira pessoa pra acalmar os ânimos. E em três pessoas, dá pra só uma dirigir enquanto as outras duas cuidam do mapa e GPS.
- Cerveja
Mas mesmo sem falar quase nada, sempre tínhamos uma coisa pra dizer: "Hora da cerveja?" E nós cumprimos a meta de tomar cerveja todos os dias.
Além disso, em todos os trechos da viagem, nós ouvimos nosso hino! A música "Pão com Cerveja" do "Velhas Virgens".
- Novos amigos
Nós fizemos alguns amigos. Em Amsterdam, lá no Flying Pig, nós conhecemos a Mischel, da Austrália. Depois, no hostel de Berlim, conhecemos a Simone e a Pauline, da Holanda. E em Luxemburgo conhecemos o Matthias, da Suíça.
- GPS
Quando chegamos em Berlim, nós pegamos o wi-fi do Burger King pra ver no celular o caminho até o hostel. Eis que quando saímos do wi-fi, percebemos que o GPS continuava funcionando. Achamos que era um milagre, mas depois descobrimos que o GPS continua funcionando, independentemente da internet! Isso foi muito útil, mas muito menos tr00 do que usar um mapa.
- Planejamento
Olha, eu tive que passar alguns meses economizando igual um desgraçado. Pra vocês terem ideia, até deixei de fazer umas coisas que precisava na moto!! Mas valeu muito a pena. A viagem foi foda.
E quanto ao roteiro da viagem... Tudo pode mudar. Se der vontade de ficar mais tempo em algum lugar, ou ir pra outro, não tem nenhum problema! E sempre dá pra ficar mais tempo em Amsterdam!
Espero ainda fazer muitas viagens desse tipo! =D
quarta-feira, 13 de agosto de 2014
Brugge (02/08)
Brugge, ou Bruges, é uma cidade a uns 100 kms de Bruxelas, que é toda antiga e medieval, com rios passando entre as casas, cheios de patos e cisnes passeando pelas margens.
No primeiro dia eu fiquei andando pela cidade procurando alguma loja de antiguidades ou mercado de pulgas para ver se conseguia comprar uma espada. Não achei nenhum. Mas pelo menos tomei minha cerveja do dia e comprei chocolate numa loja de um cara firmeza que me deu desconto.
No dia seguinte eu saí do hostel e dei de cara com um mercado de pulgas gigante. Tinha um monte de muamba, tipo baldes quebrados, quadros rasgados, faqueiros vazios... Tinha monte de coisa feita com animais caçados, tipo cabideiro de chifre de veado, couro de cobra, aqueles enfeites de parede que é uma cabeça de javali ou veado, milhares de enfeites com chifre de boi...
E também tinha muita, mas MUITA sobra da 2ª Guerra Mundial. Desde baionetas e capacetes bostas enferrujados até capacetes e adagas do exército nazista. E convenhamos que, apesar de eles terem sido os vilões da 2ª Guerra, os caras sabiam como fazer umas paradas bonitas pa caraio.
No fim consegui comprar minha espada em uma barraquinha de chineses (acho). Comprei também uma bolsa de couro para fazer a bainha depois. Eu ia comprar couro de cobra, mas era grande demais e caro demais.
No terceiro dia, almocei um churrasco grego, Döner Kebab, como eles chamam nazoropa. Era enorme. E quando eu fui pagar, percebi que aquele tinha sido o tamanho pequeno.
Saindo de lá, comprei mais chocolates e depois fui pegar o trem para Bruxelas, de onde peguei o trem pra Paris, de onde peguei o avião para São Paulo.
No primeiro dia eu fiquei andando pela cidade procurando alguma loja de antiguidades ou mercado de pulgas para ver se conseguia comprar uma espada. Não achei nenhum. Mas pelo menos tomei minha cerveja do dia e comprei chocolate numa loja de um cara firmeza que me deu desconto.
No dia seguinte eu saí do hostel e dei de cara com um mercado de pulgas gigante. Tinha um monte de muamba, tipo baldes quebrados, quadros rasgados, faqueiros vazios... Tinha monte de coisa feita com animais caçados, tipo cabideiro de chifre de veado, couro de cobra, aqueles enfeites de parede que é uma cabeça de javali ou veado, milhares de enfeites com chifre de boi...
E também tinha muita, mas MUITA sobra da 2ª Guerra Mundial. Desde baionetas e capacetes bostas enferrujados até capacetes e adagas do exército nazista. E convenhamos que, apesar de eles terem sido os vilões da 2ª Guerra, os caras sabiam como fazer umas paradas bonitas pa caraio.
No fim consegui comprar minha espada em uma barraquinha de chineses (acho). Comprei também uma bolsa de couro para fazer a bainha depois. Eu ia comprar couro de cobra, mas era grande demais e caro demais.
No terceiro dia, almocei um churrasco grego, Döner Kebab, como eles chamam nazoropa. Era enorme. E quando eu fui pagar, percebi que aquele tinha sido o tamanho pequeno.
Saindo de lá, comprei mais chocolates e depois fui pegar o trem para Bruxelas, de onde peguei o trem pra Paris, de onde peguei o avião para São Paulo.
terça-feira, 12 de agosto de 2014
Bruxelas (01/08)
Devolvemos o carro com quase 4000 kms a mais. Para tirar as malas e todas as roupas, papéis e garrafas vazias que ficaram no banco de trás foi aquela farofa HUehUEhuE BR Br bR no estacionamento do aeroporto.
Fomos direto para o Quick Burger, que é ao lado do bar da Stella Artois. Jantamos um sanduba e tomamos nossa santa cervejinha.
Depois fomos para o andar mais alto do aeroporto, onde não passa muita gente. Esticamos uma toalha no chão e dormimos confortavelmente, com as luzes acesas, máquinas de limpeza passando e o rádio tocando uma setlist incrivelmente eclética (de eletrônica a bossa nova).
No dia seguinte tomamos café da manhã (que foi mais cerveja), o Fell fez o check-in e então fomos cada um pro seu lado. O Fell foi para Munich encontrar com os pais dele e continuar a viagem mais alguns dias. E eu fui pegar um taxi para a Central Station, onde peguei um trem para Brugge.
Fomos direto para o Quick Burger, que é ao lado do bar da Stella Artois. Jantamos um sanduba e tomamos nossa santa cervejinha.
Depois fomos para o andar mais alto do aeroporto, onde não passa muita gente. Esticamos uma toalha no chão e dormimos confortavelmente, com as luzes acesas, máquinas de limpeza passando e o rádio tocando uma setlist incrivelmente eclética (de eletrônica a bossa nova).
No dia seguinte tomamos café da manhã (que foi mais cerveja), o Fell fez o check-in e então fomos cada um pro seu lado. O Fell foi para Munich encontrar com os pais dele e continuar a viagem mais alguns dias. E eu fui pegar um taxi para a Central Station, onde peguei um trem para Brugge.
sexta-feira, 8 de agosto de 2014
Luxemburgo (28/07)
Ficamos em um hostel chamado "Luxemburg Youth Hostel", que fica a 1 km do centro. Quando estávamos a uns 4 kms do hostel, ou seja, 5 kms do centro da cidade, ainda estávamos na estrada no meio do mato. A cidade é minúscula.
Luxemburgo era um ducado (território de um duque) e a cidade foi construída a partir de uma fortaleza. Então ela é toda cercada de muros e ruínas.
Enquanto andávamos lá no centro, entramos num bar e descobrimos que o garçom era português. Ficamos conversando com ele sobre cerveja, futebol, cachaça e lugares legais da Europa. Tomamos três pints (1 pint = 0,5 L) de cerveja e ainda ganhamos de presente uma dose da cachaça local, feira de maçã. Saímos de lá ligeiramente trançando as pernas. Estava chovendo, mas por sorte achamos uma rua que nos protegia.
À noite voltamos pro hostel e ficamos tomando cerveja e conversando com nosso roomate, o Matthias, da Suíça.
No dia seguinte, voltamos para a estrada rumo a Amsterdam!!! (Sim, de novo, porque a cidade é daora demais! Não à toa, nós a apelidamos de "The Dreamland")
Luxemburgo era um ducado (território de um duque) e a cidade foi construída a partir de uma fortaleza. Então ela é toda cercada de muros e ruínas.
Enquanto andávamos lá no centro, entramos num bar e descobrimos que o garçom era português. Ficamos conversando com ele sobre cerveja, futebol, cachaça e lugares legais da Europa. Tomamos três pints (1 pint = 0,5 L) de cerveja e ainda ganhamos de presente uma dose da cachaça local, feira de maçã. Saímos de lá ligeiramente trançando as pernas. Estava chovendo, mas por sorte achamos uma rua que nos protegia.
À noite voltamos pro hostel e ficamos tomando cerveja e conversando com nosso roomate, o Matthias, da Suíça.
No dia seguinte, voltamos para a estrada rumo a Amsterdam!!! (Sim, de novo, porque a cidade é daora demais! Não à toa, nós a apelidamos de "The Dreamland")
quinta-feira, 7 de agosto de 2014
Stuttgart (27/07)
Ficamos em um hostel chamado “Interhostel”. Esse hostel tinha um estacionamento próprio e de graça!! Deixamos as coisas lá e fomos andar. Paramos em um restaurante chinês para almoçar e enquanto comíamos, estávamos ouvindo uma música rolando alto em algum lugar.
Continuamos andando pela rua principal da cidade, quando descobrimos que estava rolando uma Parada Gay! Com bandas ao vivo, barraquinhas de comida e bebida e figuras com roupas curiosas andando para todo lado. Nós andamos um pouco lá no meio, mas começou a chover, então voltamos pro hostel.
Uma coisa curiosa sobre Stuttgart: Tem MUITO vagabundo. E eu quero dizer vagabundo mesmo, que não tem vergonha na cara e não se esforça nem o mínimo pra trabalhar. Eu conversei com uma menina em Berlim que disse que eles tem um grande problema com isso na Alemanha. Lá existe um seguro desemprego de €400,00 por mês. Este seguro não tem nenhuma restrição e a pessoa recebe por tempo indeterminado. Então, o que muitas pessoas fazem é parar de trabalhar e ficar pedindo dinheiro na rua.
Andando pela avenida principal, a cada 30 metros tinha uma pessoa pedindo dinheiro. Alguns estavam cantando ou tocando música. Mas alguns eram uma galera de uns 20 anos, com cabelo pintado, roupa novinha e com a cara de pau de ficar pedindo dinheiro.
Nosso roomate era um cara com família nos EUA e em Porto Rico, mas que nasceu na Alemanha. Então a identidade dele é uma bagunça huahauha.
À noite saímos para jantar e quando passamos na frente da Parada Gay, vimos que depois da chuva tinha se formado um arco-íris no céu, que combinou com as bandeiras da parada… Ficou FA-BU-LO-SO!!!! (mas eu não consegui tirar foto)
No dia seguinte partimos para Luxemburgo, capital de Luxemburgo.
quarta-feira, 6 de agosto de 2014
Winterthur (26/07)
Na verdade nós queríamos ir para Zurich, mas os únicos hostels com preços decentes ficavam nas cidades vizinhas, então fomos parar nessa cidadezinha ae. Ficamos no hostel “Depot 195”.
Mas a Suíça não é da União Europeia, então ao invés de euro, eles usam o Franco Suíço. E as coisas são caras para cacete, então nós acabamos não fazendo nada. Se nós não tivéssemos ido ao super mercado comprar coisas de cabelo não teríamos nem saído do hostel.
Pelo menos tomamos uma cerveja local, chamada "Euelbräu", que é de uma cervejaria pequena pertinho do hostel. Infelizmente, eu esqueci de pegar a garrafa pra minha coleção.
No dia seguinte, partimos com destino a Stuttgart, na Alemanha.
Mas a Suíça não é da União Europeia, então ao invés de euro, eles usam o Franco Suíço. E as coisas são caras para cacete, então nós acabamos não fazendo nada. Se nós não tivéssemos ido ao super mercado comprar coisas de cabelo não teríamos nem saído do hostel.
Pelo menos tomamos uma cerveja local, chamada "Euelbräu", que é de uma cervejaria pequena pertinho do hostel. Infelizmente, eu esqueci de pegar a garrafa pra minha coleção.
No dia seguinte, partimos com destino a Stuttgart, na Alemanha.
terça-feira, 5 de agosto de 2014
Amsterdam (29/07)
Chegamos em Amsterdam e fomos direto para o "Flying Pig", que havíamos reservado com antecedência. Só teve um probleminha... a reserva foi feita para o mês seguinte. Ainda bem que o cara foi firmeza e segurou duas camas pra gente, mas em quartos separados.
No dia seguinte, nos encontramos com os pais e as irmãs do Fell, que também viajaram pra lá. Fomos almoçar juntos e explicamos o que tinha acontecido. O pai do Fell mexeu uns pauzinhos e arrumou uma promoção pra colocar a gente num hotel 5 estrelas! Tinha até carpete vermelho! Huahuhahua! Ele foi um herói!
Passamos os outros dias ficando de boas nos parques, andando pelo centro, cantando Velhas Virgens e conhecendo a cidade mais a fundo.
No último dia pegamos a estrada de volta para Bruxelas, onde nós devolveríamos o carro e acabaria nossa saga juntos.
No dia seguinte, nos encontramos com os pais e as irmãs do Fell, que também viajaram pra lá. Fomos almoçar juntos e explicamos o que tinha acontecido. O pai do Fell mexeu uns pauzinhos e arrumou uma promoção pra colocar a gente num hotel 5 estrelas! Tinha até carpete vermelho! Huahuhahua! Ele foi um herói!
Passamos os outros dias ficando de boas nos parques, andando pelo centro, cantando Velhas Virgens e conhecendo a cidade mais a fundo.
No último dia pegamos a estrada de volta para Bruxelas, onde nós devolveríamos o carro e acabaria nossa saga juntos.
Füssen (25/07)
No caminho para Füssen, nós passamos umas 4 vezes na fronteira Áustria/Alemanha. Chegando lá, fomos ao nosso hostel, o “Old Kings Design Hostel”. Como quase todas as vezes, tivemos que parar o carro do outro lado da cidade, o que, no caso de Füssen, eram 3 minutos a pé. Nós não fizemos nada à noite, só andamos pela cidade e tomamos uma cerveja.
No dia seguinte, acordamos umas 6h30, levamos as malas para o carro, fizemos check out e fomos pegar o ônibus para o Castelo de Neuschwanstein (pronuncia-se “nóish-van-stáin”)
Chegando lá, nós descobrimos que tinha que tinha que pegar outro ônibus para subir até o castelo. Obviamente nós subimos a pé. O Fell foi pelo caminho normal e eu peguei uma trilha pelo meio do mato, onde eu vi uma raposa!
O palácio/castelo fica na região da Bavária e foi um dos quatro construídos pelo Rei Ludwig II. Sua construção ocorreu entre os anos 1869 e 1892, mas ele nunca foi de fato concluído.
Quando cheguei novamente ao caminho asfaltado, segui o conselho do dono do hostel: “Se estiverem com alguma dúvida do caminho, just follow the asians”
O castelo era muito daora! Com vários cômodos enormes, aquelas mobílias e tapeçarias o5t3mTaçãuM com madeira nobre super detalhada, marfim, ouro etc… E cisnes. Pinturas e estátuas de cisnes para todo lado. (Eu precisarei fazer um post sobre esse castelo depois)
Depois que saímos do castelo, almoçamos pizza e voltamos para a estrada, com destino a Winterthur, na Suíça.
No dia seguinte, acordamos umas 6h30, levamos as malas para o carro, fizemos check out e fomos pegar o ônibus para o Castelo de Neuschwanstein (pronuncia-se “nóish-van-stáin”)
Chegando lá, nós descobrimos que tinha que tinha que pegar outro ônibus para subir até o castelo. Obviamente nós subimos a pé. O Fell foi pelo caminho normal e eu peguei uma trilha pelo meio do mato, onde eu vi uma raposa!
O palácio/castelo fica na região da Bavária e foi um dos quatro construídos pelo Rei Ludwig II. Sua construção ocorreu entre os anos 1869 e 1892, mas ele nunca foi de fato concluído.
Quando cheguei novamente ao caminho asfaltado, segui o conselho do dono do hostel: “Se estiverem com alguma dúvida do caminho, just follow the asians”
O castelo era muito daora! Com vários cômodos enormes, aquelas mobílias e tapeçarias o5t3mTaçãuM com madeira nobre super detalhada, marfim, ouro etc… E cisnes. Pinturas e estátuas de cisnes para todo lado. (Eu precisarei fazer um post sobre esse castelo depois)
Depois que saímos do castelo, almoçamos pizza e voltamos para a estrada, com destino a Winterthur, na Suíça.
Marcadores:
Alemanha,
cerveja,
história,
Old Kings Design Hostel,
viagem
domingo, 3 de agosto de 2014
Viena (23/07)
Em Viena, ficamos no “All You Need Hostel”. O quarto era legal, tinha café da manhã e nós até ganhamos óculos escuros no “International Day of Happiness”. Mas não era um Youth Hostel, então só tinham famílias com velhinhos e crianças. Mas pelo menos eles tinham um lugar para gente deixar o carro.
Andando pelas ruas de Viena, eu e o Fell fomos parar em um parque onde estava rolando o Film Festival Viena 2014. Havia um monte de barraquinhas de comida de vários países. Nós almoçamos umas sacixas alemãs com batata, ketchup e mostarda. E, obviamente, tomamos uma cerveja.
No dia seguinte, andando pelo centro, nos encontramos com a Simone e a Pauline, nossas amigas holandesas. Elas estavam na Bratislava (Eslováquia) mas tinham ido passar um dia em Viena. Então combinamos de nos encontrar à noite em frente ao parlamento, para irmos jantar no festival.
Antes de encontrar com as meninas, eu encontrei com a Selma, que foi minha professora de geografia do cursinho, e nós ficamos conversando sobre viagens, como andam os outros professores e tals.
Lá no festival, nós passamos na frente da barraquinha de comida brasileira, e eu e o Fell ficamos explicando para as duas o que é acarajé e feijoada. Até contamos aquela história de que a feijoada foi criada pelos escravos com a carne que sobrava dos senhores. Mas no fim nós comemos numa barraquinha de comida indiana, que tinha frango com curry, carne com curry, arroz com curry e curry com curry.
Na manhã seguinte pegamos o carro para Füssen, uma cidadezinha no sul da Alemanha, na fronteira com a Áustria, perto do Castelo de Neuschwanstein.
Andando pelas ruas de Viena, eu e o Fell fomos parar em um parque onde estava rolando o Film Festival Viena 2014. Havia um monte de barraquinhas de comida de vários países. Nós almoçamos umas sacixas alemãs com batata, ketchup e mostarda. E, obviamente, tomamos uma cerveja.
No dia seguinte, andando pelo centro, nos encontramos com a Simone e a Pauline, nossas amigas holandesas. Elas estavam na Bratislava (Eslováquia) mas tinham ido passar um dia em Viena. Então combinamos de nos encontrar à noite em frente ao parlamento, para irmos jantar no festival.
Antes de encontrar com as meninas, eu encontrei com a Selma, que foi minha professora de geografia do cursinho, e nós ficamos conversando sobre viagens, como andam os outros professores e tals.
Lá no festival, nós passamos na frente da barraquinha de comida brasileira, e eu e o Fell ficamos explicando para as duas o que é acarajé e feijoada. Até contamos aquela história de que a feijoada foi criada pelos escravos com a carne que sobrava dos senhores. Mas no fim nós comemos numa barraquinha de comida indiana, que tinha frango com curry, carne com curry, arroz com curry e curry com curry.
Na manhã seguinte pegamos o carro para Füssen, uma cidadezinha no sul da Alemanha, na fronteira com a Áustria, perto do Castelo de Neuschwanstein.
sábado, 26 de julho de 2014
Praga (20/07)
Assim que entramos na Rep. Tcheca, tivemos que parar para abastecer o carro. Mas lá eles não usam Euro, usam uma moeda zoada chamada Koruna, e cujo símbolo é Kč (um acento invertido em uma consoante!!) Mas pagamos com cartão e ta beleza.
Chegamos no Mosaic Hostel (excelente indicação do Gusta) e não tinha onde deixar o carro. Então tivemos que estacionar do outro lado da cidade! Esse hostel tinha um lance de ter uns conceitos de designe mimimi, então ele era todo style.
Como sempre, fomos andar pelo centro. Trocamos 50€ cada, o que dava quase 1400 korunas pra cada um, o suficiente para 3 dias. Almoçamos costela em um lugar com cara de medieval chamado "U Malvaze".
À noite ficamos tomando cerveja no bar do hostel, o "La Loca", onde conhecemos uns BR huehuehuehue
No segundo dia fomos no "Ice Pub", o que foi ótimo, porque estava fazendo uns 30° do lado de fora. Pena que só podia ficar 20 minutos. Mas pelo menos a gente ganhou dois drinks.
Depois fomos comer no Hard Rock Café e voltamos cedo para nos preparar para pegar a estrada no dia seguinte.
No terceiro dia fomos logo de manhã fazer checkout e a mulher da recepção perguntou "Mas porque? A reserva de vocês é até amanhã!" Aí nós conferimos e vimos que tínhamos nos confundido. Demos risada e levamos as coisas de volta para o quarto. Então, para aproveitar o dia a mais, fomos procurar uma lavanderia pra deixar a roupa lavando.
Enquanto as roupas ficaram na lavanderia, ficamos andando aleatoriamente pela cidade - inclusive passamos na frente da lavanderia sem querer, de tão pequena que é a cidade.
No dia seguinte, aí sim, pegamos um metrô até o carro e de lá pegamos a estrada para Viena, capital da Áustria.
**Nota dos bastidores do blog... Eu to usando um teclado que nao tem acentos, entao mandei umas letras pro Ale por inbox e as copiei aqui pra poder usar huahuahua
áãâà éê í óô ú çã
Chegamos no Mosaic Hostel (excelente indicação do Gusta) e não tinha onde deixar o carro. Então tivemos que estacionar do outro lado da cidade! Esse hostel tinha um lance de ter uns conceitos de designe mimimi, então ele era todo style.
Como sempre, fomos andar pelo centro. Trocamos 50€ cada, o que dava quase 1400 korunas pra cada um, o suficiente para 3 dias. Almoçamos costela em um lugar com cara de medieval chamado "U Malvaze".
À noite ficamos tomando cerveja no bar do hostel, o "La Loca", onde conhecemos uns BR huehuehuehue
No segundo dia fomos no "Ice Pub", o que foi ótimo, porque estava fazendo uns 30° do lado de fora. Pena que só podia ficar 20 minutos. Mas pelo menos a gente ganhou dois drinks.
Depois fomos comer no Hard Rock Café e voltamos cedo para nos preparar para pegar a estrada no dia seguinte.
No terceiro dia fomos logo de manhã fazer checkout e a mulher da recepção perguntou "Mas porque? A reserva de vocês é até amanhã!" Aí nós conferimos e vimos que tínhamos nos confundido. Demos risada e levamos as coisas de volta para o quarto. Então, para aproveitar o dia a mais, fomos procurar uma lavanderia pra deixar a roupa lavando.
Enquanto as roupas ficaram na lavanderia, ficamos andando aleatoriamente pela cidade - inclusive passamos na frente da lavanderia sem querer, de tão pequena que é a cidade.
No dia seguinte, aí sim, pegamos um metrô até o carro e de lá pegamos a estrada para Viena, capital da Áustria.
**Nota dos bastidores do blog... Eu to usando um teclado que nao tem acentos, entao mandei umas letras pro Ale por inbox e as copiei aqui pra poder usar huahuahua
áãâà éê í óô ú çã
Marcadores:
cerveja,
Hard Rock Café,
Mosaic Hostel,
viagem
Assinar:
Postagens (Atom)

















































