Eu já falei aqui do Hotline Miami. Os caras do mesmo estúdio, o Devolver, criaram o Broforce, uma aventura pixelada e em 2D, em que você joga com os grandes brucutus do cinema. Os caras do Jovem Nerd fizeram um Nerdplayer sobre esse jogo:
Os produtores dos filmes Mercenários - Expendables, em inglês - acharam tão foda que falaram pra eles "Mano! Façam uma versão pra divulgar o Mercenários 3!"
E eles fizeram o Expendabros!! Mas mesmo com autorização do estúdio, eles não usaram os nomes verdadeiros dos personagens. Todos os nomes tiveram alguma alteração pra incluir o termo "Bro". Eles incluiram ainda mais brucutus, criando uma equipe com Sylvester Stallone, Arnold Schwarzenegger, Chuck Norris, Bruce Willis, Jason Statham, Terry Crews etc.
Segundo a descrição do Jovem Nerd (com a qual eu concordo), o jogo é um inferno de explosão e tiro pra todo lado. E olha que eu só joguei no modo single player, porque o multiplayer, que vai até 4 jogadores, deve ser muito pior. Eis o video do Expendabros, também feito pelo Jovem Nerd:
Eu e a Agnes acordamos, fomos pra perto da piscina, onde estava o pessoal que dormiu no Ano Novo, e nos deparamos com um teiú morto. Provavelmente quem matou ela (sim, depois descobrimos que era uma teiú fêmea) foi a Makali. Pra quem não sabe, teiú é um lagartão que vive nas florestas de toda a América Latina.
ATEMSAUM SENNAS PHORTES
Pois bem... A Agnes está no 2º ano de Veterinária. E quando a gente viu o bicho lá com a garganta aberta e uma perna arrebentada, ela falou "Pô... Pele de teiú é tão bonita..."
Então nós pegamos um facão, a faca de churrasco do meu pai, uma tábua e começamos.
Uma das pernas estava quebrada e toda arrebentada, então resolvemos tirar as quatro patas pra ficar mais ou menos simétrica a pele inteira. Pra isso usamos o facão porque era mais brutal. Tinha que descer a porrada e tals. Tiramos as quatro patas, a cabeça e a ponta do rabo.
Depois abrimos a barriga e tiramos os órgãos internos. Intestinos, estômago, pulmões, fígado etc. Sorte que não estava fedendo, estava só um cheirinho normal de carne crua.
Depois de tirar todos os órgãos, ossos e alguns músculos que soltavam mais facilmente, tivemos que raspar a pele pra tirar as últimas partes de carne que ainda estavam coladas no couro.
No final, deixamos a pele secando embaixo de umas pedras pra mantê-la esticada. Passamos um pouco de cândida pra matar bactérias de decomposição e afastar as moscas e fomos pegar no dia seguinte. O resultado foi um lindo pedaço de couro de teiú:
PS: Quase todos os verbos na 1ª pessoa do plural na verdade foram feitos pela Agnes enquanto eu ficava olhando. Porque ela é tr00 pra caralho _/,,/
Como nos últimos anos, nós resolvemos fazer a festa de réveillon na nossa casa. Veio uma turma supimpa. Eu, meus pais, Marina, Agnes e um monte de amigos. Eu e a Agnes fizemos uma torta chiffon de laranja que ficou boa bagarái.
No dia 31, nós ficamos sem luz das 11h da manhã até umas 23h... Nós estávamos achando que a luz nem voltaria, que os caras da Eletropaulo iriam querer voltar logo pra casa. Mas no fim a luz voltou e nós conseguimos ter luz pra acender os fogos.
Mas o mais legal de ter voltado a luz é que nós conseguimos fazer a ideia da luz negra dar certo. Acender luzes negras e pintar a cara das pessoas com tintas brilhantes.
Nós fomos na piscina, comemos bagarái, bebemos cerveja e destilados e ficamos conversando até umas 4h e um monte de gente dormiu em casa espalhadas em colchões e sofás.
No dia seguinte, eu e a Agnes encontramos um teiú morto (provavelmente pela Makali) e resolvemos tirar a pele dele.
Mais tarde, os convidados remanescentes presenciaram a maior tempestade que eu já vi na nossa casa. Chuva de granizo, vento mega forte, árvores caindo e, é claro, sem luz de novo. Ainda bem que tinha um pelotão disposto a brincar com machados e facões para cortar os troncos e jogá-los no mato.
No final do dia nós acendemos a lareira pra termos um pouco mais de luz e a Marina, o Danilo e a Bruna foram no Habbibs (único comércio do Brasil aberto no dia 1º de janeiro) comprar esfihas pra moçada.
O primeiro dia do ano terminou sem luz, sem internet, com todos exaustos, mas numa linda ceia de esfihas e capelletti unindo os fortes que ficaram até o último minuto da festa de ano novo.
No último sábado, 20 de dezembro, eu fui com a Agnes pra uma comemoração de fim de ano do clã dela, o Hednir. Foi muito supimpa!
Pra comer tinha tender, torta de frango (que a Agnes fez), pernil de Javali Lunar com molho de mostarda do Alaska com gordura de foca obesa e mel da Finlândia extraído pelas Valkyrias da Jamaica do Norte com tererê na orelha - palavras do próprio Carlos, que foi quem fez o molho. E eu ainda complementei com Pimenta Trindad Scorpion mascerada do Equador com azeite aromatizado de alecrim do Mediterrâneo - também palavras dele.
Perto da meia noite rolou um amigo secreto daqueles que sorteia na hora e aí as pessoas dão os presentes que já tinham levado. A ideia era levar um presente que a própria pessoa tivesse confeccionado. Mas eu não sabia e levei uma caneca do Super-Homem, que eu dei pro Carlos.
Quem me tirou foi o Heitor. A descrição dele pra adivinhar foi:
- Ele começou a frequentar esse rolê há bem pouco tempo... tem uma motoca com uns acessórios estranhos...
Aí eu falei:
- Estranhos tipo uma cabeça de boneca decepada?
- Exatamente!
E o presente dele era o mais tr00 do rolê. Sabe aqueles chifres de boi que são um copo pra beber cerveja, hidromel, vinho, tubaína etc? Foi um desses. Mas de búfalo.
No último final de semana eu e a Agnes fomos vender as coisas do Devilyn's Dolls em um evento - no Rio de Janeiro. Na verdade em Campo Grande, uma cidade bem perto da cidade do Rio de Janeiro.
Saímos da casa dela em Osasco no sábado ao meio dia mais ou menos. A viagem foi boa. Não pegamos trânsito e paramos na fronteira pra tirar foto.
Quando estávamos chagando, eu fui trollado pelo GPS e perdi uma saída que teria nos poupado uma hora de stress. Os dois celulares estavam ficando sem bateria e nós fomos parar em umas quebradas lokas. Sorte que encontramos uns policiais pra pedir informação. O primeiro foi mal educado e falou
- Você pode desligar o carro e sair pra gente falar melhor?
- Opa, claro!
- Boa noite, cidadão! Pois não?!
- Como eu chego em Campo Grande?
Aí veio um policial gordinho firmeza e explicou direitinho como voltar pra Dutra, qual saída pegar e onde eu podia parar pra pedir informação de novo.
Enfim, fomos chegar no Motel Hotel umas 22h30. No dia seguinte saímos umas 9h00 pra ir ao evento. Assim que entramos no lugar, o Ricardo, que estava organizando já nos recebeu (usando uma camisa do Jake do Hora de Aventura) e foi super firmeza. E antes mesmo de abrirem as portas, já tínhamos vendido R$35,00 pra uma mulher que estava trabalhando lá.
Nós vendemos o suficiente pra pagar o aluguel do stand e a estadia. Mas considerando os gastos com material, gasolina etc, ainda não vendemos tão bem assim. Pelo menos conseguimos ter uma boa noção do que levar pra vender. Todo mundo gosta de Hora de Aventura e Pokémon.
Saímos do evento umas 18h00, comemos no Mc Donalds e pegamos a estrada umas 19h00. Na volta nós já sabíamos qual caminho pegar e conseguimos não nos perder. A ideia era parar em alguma cidade pra dormir, como Lorena ou Aparecida, mas fomos conversando, cantado (gritando) e tomando muito energético, então conseguimos voltar direto pra casa.
Eu estou em um grupo no facebook chamado "Virago 250", um grupo pra quem tem a moto Virago 250 e quer pedir ajuda, compartilhar experiências, comprar ou vender motos ou peças etc.
Eu já reparei que quando eu falo da Virago pra pessoas que já pilotam há mais tempo, todos tem a mesma reação: abrir um sorriso nostálgico e dizer "Ah, a Viraguinho..."
Esses dias, lá no grupo do facebook, um cara fez um post que resume esse sentimento e que eu achei muito bom.
Bom, não posso dizer nada quanto aos donos de outras motos. Não faço parte de moto clube e não vou a encontros.
Mas algo eu percebi por aqui. Quem tem uma Virago é... diferente! Tem uma paixão, algo obstinado que beira a fixação, obsessão talvez?? Tão pouco sou psicólogo. Se muito, sou apenas mais um paciente que se auto-medica com cada esticada entre um sinal ou outro dentro da metrópole.
Que se trata com doses homeopáticas de inquietação noturna que me tira da cama e me faz montar nela e fazê-la roncar suave e constante por estradas outrora engarrafadas, agora livres, com toda liberdade que só a madrugada tem...
Eu demorei 10 anos para ter condições de comprá-la.
Valeu a pena esperar. Minha primeira moto é meu sonho realizado. Estamos em relacionamento há um ano.
Quando se cria uma ficha de personagem de RPG, mais especificamente de D&D 3.0 e 3.5, existe uma informação a ser preenchida chamada "alinhamento". Essa informação serve para ajudar na tomada de decisões.
O alinhamento depende de duas escolhas. Uma delas é escolher entre ser bom, neutro ou mal. E a outra é escolher entre leal, neutro e caótico.
Bem e Mal
Personagens e criaturas boas protegem vida inocente. "Bem" implica altruísmo, respeito pela vida e consideração pela dignidade de seres sensíveis. Personagens bondosos fazem sacrifícios pessoais para ajudar os outros em maior ou menor grau.
Personagens e criaturas más degradam ou destroem vida inocente, por diversão ou por lucro. "Mal" implica ferir, oprimir e matar os outros. Algumas criaturas más simplesmente não têm compaixão alguma pelos outros e matam sem escrúpulos se fazê-lo for conveniente. Outros ativamente buscam o mal, matando por esporte ou por dever para com alguma divindade ou mestre mau.
Pessoas que são neutras quanto a bem e mal têm escrúpulos em matar inocentes mas não têm o compromisso de fazer sacrifícios para proteger ou ajudar os outros. Pessoas neutras se comprometem a outros por relações pessoais. Uma pessoa neutra pode se sacrificar para proteger sua família ou mesmo sua terra, mas não o faria por estranhos que não estão ligados a eles.
Lei e Caos
Personagens leais falam a verdade, mantém sua palavra, respeitam autoridade, honram tradição e julgam aqueles que não estão à altura de seus deveres. "Lei" implica honra, confiabilidade e obediência a autoridade. Por outro lado, pode incluir mentalidade fechada, aderência reacionária à tradição e falta de adaptabilidade.
Personagens caóticos seguem suas consciências, ressentem serem ditos o que fazer, favorecem novas idéias acima da tradição e fazem o que prometem se acharem por bem. "Caos" implica liberdade, adaptabilidade e flexibilidade. Por outro lado, caos pode incluir imprudência, ressentimento para com autoridade legítima, ações arbitrárias e irresponsabilidade.
Pessoas que são neutras quanto a lei e caos possuem um respeito normal por autoridade e não sentem compulsão nem a obedecer nem a rebelar-se. São honestas, mas podem ser tentadas a mentir ou enganar outros.