sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Rock in Rio - parte 3

Agora que estou com palavras (e tempo) posso discorrer acerca da terceira parte do rolê.

Chegando na Cidade do Rock já tinham galeras vendendo cerveja, ingressos (verdadeiros e falsos) pelo dobro do preço e camisetas de "Eu Fui". Dali de fora do muro já dava pra ver a Roda Gigante e as casinhas da Cidade. Nós combinamos que se nos perdêssemos deveríamos nos encontrar nas bandeiras.

Quando nós entramos estava no final do show do Angra. Logo em seguida viria o doSepultura, então nós começamos a nos deslocar para o palco Sunset. No caminho nossa equipe já se separou. Então fomos eu, o Lamon e o Dudu pra um lado e o Rafael, a Marisa e a mochila com comida pro outro.

Lá no meio da multidão do show, eu encontrei o Spud, que é um cara da minha sala. Ele disse que o som tava uma merda durante o show do Angra e nós deduzimos que a galera no palco fazendo chiados era a assistência técnica. Depois de uma hora de atraso começou o show do Gloria lá no outro palco e nós pensamos "Bom, eles não vão tocar ao mesmo tempo né?". E resolvemos sair pra conhecer o espaço todo lá.

Fomos lá conhecer a rua do Rock. Vimos as casinhas, as filas enormes pra pegar comida no Bobs, tonéis de Heineken do tamanho de caixas dágua, muita muié bunita e muito homi feio. E aproveitamos pra tirar as fotos com os bródi que não puderam ir.






Quando o show do Motörhead estava para começar começamos a nos deslocar pra perto do palco. Quando o Lemmy entrou foi aquela gritaria épica de começo de show. Eles não tocaram quase nada que eu conhecia. Aliás, agora só lembro da Ace of Spades. Eu e o Lamon tentamos abrir umas rodinhas de bate cabeça mas só uma deu um pouco mais certo.

Depois teve show do Slipknot. Olha, eu não gosto da música deles. Mas esses caras sabem dar show. O cara puxava muito bem o público e teve uma hora que a plataforma do baterista subiu e girou 90º pra frente. E o cara ficou tocando preso na cadeira com um cinto.

Durante o show do Slipknot a gente continuou andando por aí e conhecendo umas pessoas e pegando uns contatos de pessoas Brasil afora para as futuras viagens.

Depois começou o show do Metallica. Enquanto estávamos nos deslocando para frente nos deparamos com uma grade troll no meio do caminho. Encostado nessa grade encontramos nosso amigo Aloísio. Então ficamos lá com ele durante o show.

Tinha um filho da puta sentado nessa grade fechando a vista da galera. Aí o pessoal começou a chingar e mandar ele sair. Até que alguém jogou uma garrafinha de água e ele jogou de volta gritando "Taca na mãe!!" Huahuahuha... depois disso choveu copinho e garrafinha nele! O Lamon jogou uma caixa de papelão que encaixou certinho na cabeça dele.

Acho que na Master of Puppets, eu e o Lamon tentamos começar um bate cabeça. Começou só eu, o Lamon e o Aloísio. Mas aí eu vi um cara grande e com cara de ser gente boa. Aí eu dei uma ombrada nele. Ele me empurrou de volta pra roda e chamou uns 3 amigos pra entrar!

O filho da puta da grade ainda tava lá. Então o Lamon aproveitou pra dar um empurrão tão forte nesse cara que deu pra sentir o peso dele recebendo o tranco. Ele disse que foi a coisa mais gratificante da vida dele. Huahuahuahua! Nisso eu jé empurrei o Lamon pro lado pra que quando o cara olhasse pra tras só visse aquela massa confusa de headbangers e cabelos.



No final do show o James Hetfield ficou fazendo umas gracinhas do tipo "Vamos embora? Eu to com sono, quero dormir... Vocês querem mais? Então ta" E fechou com Seek and Destroy.

Eu e o Lamon fomos até a bandeira, onde tínhamos combinado o ponto de encontro. Mas parece que todo mundo tinha tido a mesma idéia. Então nos telefonamos e marcamos outro lugar. Eles tinham substituído o Dudu por uma outra amiga chamada Ju.

Pegamos um ônibus com um motorista que corria bagarái, vimos os sol nascendo e estávamos chegando em casa quando tocou meu despertador. Fomos dormir umas 6:00.

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