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segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Pixelcast

Quando o Pixeland ainda existia, nós gravamos um podcast. Os participantes foram os diretores do Pixeland, que eram o Luigi, o Lois, a Vanessa, o Fell e eu.

A idéia era que fosse o primeiro Pixelcast a ir para o ar, então a temática foi bem abrangente e nós pensamos em algo que apresentasse os participantes para o mundo.

O tema/título escolhido foi: "Se Minha Vida Fosse uma Ficção"

Para o podcast, o Luigi, pediu que escrevêssemos um texto falando sobre isso para lermos durante a gravação. Eis o resultado =)



Arte feita pelo Brunãoo!!


sábado, 8 de fevereiro de 2014

A Piada Mortal

O Coringa é, sem dúvida, um dos maiores vilões da ficção, se não o maior. Como disse meu amigo do futebol, Tio Rica: "Ele não quer dinheiro, ele não quer fama, não quer dominar o mundo. Ele só quer fuder."


Ele é tão mau que já matou uma pessoa na vida real. Heath Ledger, o ator que o interpretou com maestria em "Batman - O Cavaleiro das Trevas".

Poucos sabem qual é a sua origem, que é contada na HQ "A Piada Mortal" (The Killing Joke) lançada em 1988.


Em Batman: o Cavaleiro das Trevas, Frank Miller mostrou o paradoxo entre o Homem Morcego e o Homem de Aço. Batman representa as trevas; Super-Homem, a luz. No entanto, os dois se dedicam a combater o crime. No caso do Super-Homem, isso é quase como uma pré-destinação. Dotado de imensos poderes e criado com carinho e dedicação. Já a "vocação" do jovem Bruce Wayne aflorou quando ele presenciou o assassinato de seus pais. Bastou um dia ruim para que a vida de Wayne mudasse para sempre.

Um dia ruim. Para o Coringa, isso é tudo o que é necessário para transformar a vida de uma pessoa. Basta uma tragédia para que uma pessoa prefira o conforto da loucura ao tormento das lembranças daquele dia. E é disso, essencialmente, que se trata a aclamada "Batman: a Piada Mortal", escrita por Alan Moore e ilustrada por Brian Bolland (que criou talvez a mais icônica imagem do Coringa), com cores de John Higgins.

Até então, o Coringa era um homem sem passado. Nada se sabia da vida do Palhaço do Crime antes dele aparecer em Gotham City cometendo suas atrocidades e atormentando a vida de Batman. A obra de Alan Moore trata não só de criar uma origem, e conseqüentemente, uma profundidade maior ao personagem, como de aproximá-lo do leitor. Nesta história, o Coringa deixa de ser o vilão maniqueísta que até então fora, para se tornar um personagem mais humanizado, de forma que quase dá pra entender o porquê dele ser quem é e fazer o que faz.


Em "A Piada Mortal" Batman vai ao Asilo Arkham, para visitar o Coringa, tentar conversar com o Palhaço do Crime e colocar um ponto final na longa história de ódio que existe entre esses dois homens. No entanto, o Coringa havia fugido do Arkham. Quando descobre o ocorrido, Batman sai atrás do vilão.

Enquanto isso, o Coringa já está colocando seu plano em ação. Ele quer mostrar ao Batman que até mesmo a mais sã das pessoas pode enlouquecer. Para isso, faz uma visita ao comissário Gordon. Assim que chegam, a filha de Gordon toma um tiro que a deixa paralítica. E o comissário é espancado até ficar desacordado e é então levado a um parque de diversões abandonado.

Nesse parque, o Corgina tortura o comissário psicologicamente, mostrando-o as fotos de Bárbara nua e possivelmente sofrendo abusos (mas isso não fica claro na história). Seu objetivo é enlouquecê-lo, provando a todos, especialmente ao Batman, que, nas palavras do próprio Coringa, "Só é preciso um dia ruim para reduzir o mais são dos homens a um lunático".


E que é apenas isso que separa o vilão de todas as pessoas. Todas menos Batman. Afinal, segundo o criminoso, foi exatamente isso que fez com que Batman decidisse vestir a fantasia de um morcego e sair combatendo o crime nas ruas. Coisa que corresponde a mais pura verdade.

Paralelamente a essa trama, vemos o "dia ruim" do Coringa. Ex-funcionário de uma fábrica química e comediante frustrado, que decide cometer um crime para poder dar uma vida mais digna à sua esposa grávida e seu futuro filho.

As coisas começam a dar errado quando, no dia planejado para o assalto, sua esposa morre em um acidente doméstico. Na hora da ação, no entanto, os planos do bando são frustrados pelos seguranças da empresa e por Batman. Os criminosos são baleados e o futuro Coringa acaba entrando em pânico ante a presença de Batman e pula em um tonel de produtos químicos. Sai de lá com a pele branca, os cabelos verdes, lábios vermelhos e completamente enlouquecido.


A piada mortal é uma história que quebra diversos paradigmas dos quadrinhos. Antigamente, a relação herói-vilão era simplista. O herói é a representação do Bem e, o vilão, a do Mal. Com o passar do tempo, especialmente depois da revolução proposta por Stan Lee, Jack Kirby e companhia na década de 60, essa relação mudou um pouco. O maniqueísmo e a relação Bem x Mal ainda estão lá, mas o herói deixa de ser um ser perfeito e passa a apresentar problemas e conflitos internos comuns a qualquer pessoa. O vilão, por sua vez, torna-se um ser um tanto quanto mais complexo, apesar de sua importância ainda se manter inferior à do herói. Mas ainda é ele, o vilão, que extrai do herói o que ele tem de melhor e faz com que ele supere seus limites no intuito de subjugar seu antagonista.

Em A piada mortal, Moore explora a psicologia de Batman, Coringa e do comissário Gordon. Todas as tramas paralelas apresentadas no gibi acabam tendo Gordon como seu referencial e é o comissário que concentra a maioria das perguntas que surgem após a leitura da revista. Afinal de contas, se basta um "dia ruim" para levar a sanidade de uma pessoa, porque o mesmo não aconteceu com Gordon? Porque é que Wayne se transformou no Batman, o ex-comediante no Coringa e o comissário escapou ileso? Qual é essa força interna que fez com que Gordon resistisse tão bem ao seu "dia ruim" e que faltou a Wayne e ao Coringa?

Alan Moore também brinda seus leitores com um raro momento de sanidade do Coringa, onde ele praticamente admite que é covarde demais para tentar superar sua condição e que prefere a segurança da loucura ao tormento que aquelas recordações lhe trariam. Mais raro ainda é ver Batman não rindo, mas gargalhando de uma piada contada pelo Palhaço do Crime já no fim da história.


É preciso ressaltar, ainda, a qualidade não só da trama quanto do roteiro de Moore. As passagens que mostram as recordações do Coringa são extremamente bem feitas e mesclam passado e presente de maneira brilhante. A utilização das cores de John Higgins para criar atmosferas climáticas e ressaltar não só essas transições como também as seqüências mais calmas ou violentas são outro ponto positivo da obra.

É uma história indispensável para qualquer um que seja não só fã do Batman, mas de quadrinhos de heróis em geral.

Fonte:
Omelete

Se você quiser ler, eu encontrei esse link enquanto pesquisava

terça-feira, 9 de abril de 2013

Leeroy Jenkins

LEEEEROOOY JENKIIINS!!!!!!!!!!

Leeroy Jenkins é um jogador de World of Warcraft que ficou famoso nas internetz após ter seu grande feito gravado e colocado no youtube. Foi tão foda que até fizeram umas fan arts.


World of Warcraft é um MMORPG (Massive Multiplayer Online RPG (Roleplaying Game)). Isso quer dizer que muita gente joga junta ao mesmo tempo em um mesmo servidor, mas cada uma com seu personagem. Dentro desse mundo virtual, existem várias missões. Alguma simples, como matar 20 monstrinhos toscos do bosque e algumas mais complicadas e que precisam ser feitas em equipe, como matar os dragões da caverna, evento que só acontece uma vez por mês ou uma vez por semana, sei lá...


Certa vez, um grupo de aventureiros se encontrou em frente a esta caverna para organizar a estratégia de como iriam invadir a caverna. Os arqueiros atrás pq atacam de longe, quem tiver uma armadura enorme e aguentar porrada vai na frente, os magos levam o que precisar pra curar e deixar os amiguinhos mais fortes, essas coisas...

Enquanto um dos jogadores estava dando as instruções pelo teamspeak, um outro jogador estava com a observação AFK em seu personagem, o que significa que ele estava Away From Keyboard, ou seja, foi no banheiro, ou foi fazer um lanchinho etc.


Quando ele voltou, ao invés de ouvir as instruções, simplesmente saiu gritando "Leeeeroooy Jenkiins!!!" e correu pra dentro da caverna, deixando todo o resto do grupo do lado de fora sem saber o que fazer. E vc ouve o cara que tava dando instruções falando "Oh my God, he just ran in". É genial.

Acaba que eles entram sem organização nenhuma e todo mundo morre e fica puto com o Leeroy. Mas apesar disso, "Leeroy Jenkins" virou um grito encorajador foda (pelo menos pra mim).


Depois de 4 anos, com a chegada da expansão 3.0.2 de World of Warcraft, que introduziu um sistema de títulos por grandes feitos, a Blizzard homenageou este jugador incluindo o título de "Jenkins" que consiste em acabar com 50 desses dragões em menos de 15 segundos.

terça-feira, 6 de novembro de 2012

A história do emoticon

A palavra deriva da junção dos seguintes termos em inglês: emotion (emoção) + icon (ícone).

Os emoticon foram utilizados pela primeira vez em 19 de setembro de 1982 pelo professor Scott Fahlman (Pittsburgh, EUA) no fórum virtual da Universidade Carnegie Mellon.

Durante as trocas de informações entre alunos e professores, rolava um monte de piadas também. Mas a internet na época era lenta bagarái e demorava pra abrir. Então, pra não acabar com a diversão das piadas, o professor sugeriu de colocar :-) no assunto do texto, assim não precisava abrir o e-mail inteiro antes de ver que era só zuera.

Com o tempo os emoticons foram ganhando suas variações com caracteres, desenhos e gifs e hoje são parte inevitável da cultura das internetz.

(Melhor emoticon já criado em todo o universo)

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Contos - Pokémon Amaldiçoado

Você acredita em fantasmas? E em histórias de fantasmas? Sabia que existe uma história tenebrosa envolvendo Pokémon? Sim, o famoso game que a criançada adora acabou virando tema de uma lenda urbana. Segundo boatos, existe uma versão do game chamada Pokémon Terror Black que apresenta sequências de imagens e histórias perturbadoras.

De acordo com um relato publicado por um brasileiro no YouTube, com o nome do usuário de Interfectorify, esta versão é apenas uma modificação do jogo Pokémon Red, mas com elementos sobrenaturais na história. Para começar, saiba que o cartucho é vendido na cor preta de forma ilegal em lojas especializadas.


A história começa do mesmo ponto que os jogos tradicionais, no qual você é um treinador de pokémons e deve escolher seu primeiro monstrinho para começar sua jornada. Porém, além dos três pokémons iniciais, o jogador também pode escolher um quarto: Ghost (Fantasma). O único golpe do Ghost é Curse (Amaldiçoar), um ataque que não existia em Pokémon Red e foi inserido por meio de hack.

Durante as lutas, tudo o que Ghost podia fazer era amaldiçoar seus adversários e pokémons. Ao sair das lutas, os adversários não estavam mais lá e em seu lugar ficava uma tumba de uma pessoa morta. Com o tempo, o save game do jogo ficava corrompido e o seu próprio personagem sumia. Após a tela ficar preta inúmeras vezes, o jogador se depara com imagens de todas as pessoas que amaldiçoou com Ghost. E a história não para por aí...

O personagem do jogador surge na tela, mais velho e tendo que enfrentar o próprio Ghost. O personagem não tem como revidar e só consegue se debater, quando Ghost lança sua maldição. A tela fica novamente preta. No final, o game deleta o seu progresso salvo e dá a lição de que quando você amaldiçoa as pessoas a sua volta, a maldição se volta contra você.

Fonte: http://www.techtudo.com.br/jogos

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Lobo

O Lobo é um personagem da DC Comics criado em 1983 por Keith Giffen e Roger Slifer.

É um dos poucos anti-heróis do mundo dos super-heróis. Ele é um alienígena humanóide com mais de 400 anos de idade. Tem 1,93 metros de altura e pesa 138 quilos. Tem a pele azulada e duas manchas negras em volta dos olhos vermelhos. Possui força sobre-humana, olfato super-desenvolvido, capacidade de cura, imortalidade e nenhuma moral.


Logo em sua primeira revista ele se apresenta, dizendo que é um caçador de recompensas e apresenta suas armas:
-Nas minhas caçadas eu costumo levar facas pequenas, facas médias, facas grandes, uma arma pequena, uma arma grande, granadas, correntes, ganchos, espinhos e outras coisas que machucam.

É o personagem mais tr00 da DC. E os motivos pra ele não estar muito presente na Liga da Justiça são óbvios. Falar palavrões, não ser nem um pouco ético, viver em outra galáxia e ter missões como matar o Papai Noel. Aliás, na história em que isso acontece, quem contrata o serviço é o Coelhinho da Páscoa! Huahuahuauha!

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Entendendo um pouco de RPG



O Roleplaying Game, ou seja, jogo de interpretação de personagens, surgiu por volta de 1974 nos EUA, baseado em jogos de estratégia e literatura fantástica (principalmente as obras de John Tolkien - autor da trilogia do Senhor dos Anéis).

Para jogar RPG, é preciso um mestre e jogadores. A função do mestre é apresentar ao grupo de jogadores uma história, que contenha obstáculos, charadas e situações que exigirão escolhas por parte dos jogadores. E os jogadores controlam personagens que irão participar da história, discutindo e fazendo escolhas diante dos obstáculos que surgirem.

Uma pergunta comum é "Quem ganha o jogo"? Essa noção não se aplica em um jogo de RPG, uma vez que ele não é focado em uma disputa entre os jogadores e sim na cooperação. Em um jogo de RPG os personagens fazem parte de um grupo, e esse grupo precisa ser unido e trabalhar em conjunto para ter sucesso em suas aventuras.

Em um jogo de RPG, cada jogador tem grande liberdade para criar o seu personagem e interpretá-lo. Mas existem algumas questões a serem consideradas. Uma coisa importante é que o personagem tem os seus próprios conhecimentos, que nem sempre são os mesmos do jogador.

Um exemplo: Uma vez eu fui com o PH, o Gaúcho e um pessoal num evento para conhecer a versão 4.0 de D&D. Nós jogamos duas vezes a mesma aventura padrão que eles forneceram. Da primeira vez foi o PH que narrou. Nós descobrimos que tínhamos que reorganizar umas estátuas para abrir uma porta. Da segunda vez foi o Gaúcho. Nós sabíamos o que fazer com as estátuas mas nossos personagens não. Então resolvemos quebrar todas as estátuas. Huahuhahuauha

Como em uma aventura de RPG sempre existem eventos aleatórios, nem tudo pode ser decidido de forma direta pelo narrador ou jogadores. Para representar a aleatoriedade das partidas da forma mais imparcial possível, no RPG existem regras para definir o sucesso ou fracasso de uma ação.


Quando um jogador tenta fazer alguma coisa relativamente complexa, como lutar ou fazer acrobacias, um teste com dados deve ser feito para decidir o sucesso ou fracasso. Cada sistema possui as suas próprias regras, que definem que números no dado determinam um sucesso ou fracasso em cada jogada.

Exemplo: O personagem está preso em uma sala em que há apenas uma porta de madeira trancada, então o jogador decide arrombá-la. O mestre pode dizer "Jogue um d20" (dado de 20 lados). Quem decide a facilidade com que a porta será quebrada é o mestre. Então ele poderia considerar que um resultado de 1 a 15 não seria suficiente, mas um resultado de 16 a 20 seria suficiente para abrir a porta.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Retrospectiva 2011

Mais um ano que se acaba e mais uma retrospectiva aqui no blog. Acho que esse ano a minha maior conquista foi começar a trabalhar. Aliás, comecei com dois empregos! E agora estou na minha querida cinevideo. =)

No começo do ano, a Marina, o Fell e a Mari fizeram intercâmbio. Mari e Fell ficaram no Novo Mexico por 4 meses. Chegaram lé em um clima glacial e saíram de lá num clima infernal. Já a Marina passou 6 meses na Australia. Trabalhou num rodízio de churrasco, um Brazillian Restaurant, e depois foi viajar por vários dias pelos lugares selvagens da Australia.

E em Junho/Julho o Leozãoo passou 40 dias na Rússia. Passando por várias cidades, incluindo Paris na ida e Amsterdam na volta.

No Carnaval eu, o Lamon e o Leozãoo fomos ao Guarujá e ficamos jogando aqueles sprays de espuma na galera. Em agosto, eu, o Lamon o Fell e o Luigi fomos até Batatais acampar no Batatais Moto Fest.



Comecei a jogar um RPG com o Altivão. D&D 4.0. Terminei minhas aulas no DRC dos 6 módulos de Maya e agora sou formado.

No aniversário da Leticia eu doei sangue e depois de umas semanas recebi uma carta agradecendo pelas vidas que eu posso ter salvo e falando que meu tipo sanguíneo é AB+. Tiveram as muitas House Partys na casa Mari, aniversário, Halloween ou simplesmente pela farra de juntar a galere, ouvir um bom roquinrou, jogar Rock Band e beber até cair.

Nesse ano não fomos muito à casa de praia do Leozãoo! E não fomos viajar nas férias de julho. Também teve o Anime Friends, para onde, pra variar, eu fui vestido de Jack Sparrow. Peguei 4 minas acho... Não mandei tão bem como no ano anterior, que eu peguei 9. Também fui pela primeira vez no Zombie Walk.



Na faculdade nós fizemos o programa de TV "Rebobinando" no 1º semestre e o documentário "Tchaka em transe" no 2º semestre. Que apesar de todas as dificuldades saíram muito bons.

Em setembro eu e o Lamon fomos no Rock in Rio. Foi demais, bicho. Passamos 12 horas na Rio-Santos, descrita por alguns como a estrada mais bonita do Brasil.



Eu peguei DP do Cleber pq não li nem assisti nada e entreguei a prova em branco dizendo: "flw psor, até o semestre que vem". Peguei DP de Audiovisual Educativo por ouvir roque pauleira e não achar que Doom e Counter Strike deixam as pessoas violentas. Peguei DP da DP de som. Atuei em alguns curtas dos nossos bixos. E por algum milagre não peguei DP de edição. Aliás, essa história merece um parágrafo só pra ela.

Um dia o professor falou "Marcelo, vem aqui." Eu fui até lá. "Você não fez nenhum dos dois trabalhos?" "Não", eu respondi. Nos olhamos com poker faces e eu voltei pro meu lugar. Então ele falou "Você vai gabaritar a prova né?" e eu respondi "Obviamente!"



Tirei 7,5 na prova. Mesmo que não passasse o semestre teria sido uma vitória pessoal. Mas quando saiu a nota semestral e eu passei foi um dos maiores alívios da minha vida.



Ganhei uns jogos de xbox 360. Completei minha coleção de Assassin's Creed, Final Fantasy XIII, Dante's Inferno, entre outros. E o Lamon me emprestou o Red Dead Redemption.



Agora na última semana eu tive que ir trabalhar. Mas ainda assim consegui sair do trabalho sexta-feira e ir pra praia com o Leozãoo, o Lamon e o Fell. Onde fizemos jaca à pururuca e eu e o Lamon dormimos na areia em volta de uma fogueira.



Voltamos no sábado, dia 31/12/11 e ainda fizemos uma festona de ano novo. Com video-game, churrasco, refrigerante, tequila, piscina, casais inesperados, fogos de artifício e um belo café da manhã.


É isso aí! Aproveitem bem 2012 porque pode ser o último ano de suas vidas! Hauhauahua!

Beijos meus queridões!

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Anime Friends 2011



Mais um ano, mais um Anime Freinds! Com shows de grandes bandas como Massacration e Angra, aos quais eu não assisti, ringue de luta livre, stands com mangás e gorros de orelhinhas, cosplayers e muito Mupy!

Como é de costume eu fui com o Lamon e o Fell, mas dessa vez eu era o único solteiro então só eu ficava tentando pegar as minas q vinham tirar foto. Numa dessas eu quase arrumei uma briga...
Eu perguntei pra mina se ela tinha namorado e ela falou que sim e que ele tinha 2 metros de altura. Eu falei que desde que não fosse o cara com barba de polvo não era problema mas saí de perto. Dali a pouco eu ouço alguem me chamar e quando olho tem um cara de 2 metros vindo na minha direção (pelo menos era magrelo). Junto com ele já vieram uns 3 caras me cercando e perguntando qualé q era, q q eu tinha falado pra namorada dele. Eu falei q só perguntei se ela tinha namorado e fui embora. Aí a vadia só pra causar mais falou "e q q vc falou da barba de polvo?" aí eu expliquei e ele continuou nessa de "mas e aí mano seu folgado"
Eu falei "ah se liga! não fiz nada de mais!" e saí andando ignorando ele e parando pra tirar foto e tal. E ele veio me seguindo falando "é né, essa fantasia aí não cola não seu folgado, seu bosta, seu cuzão". Então eu usei a arma mais poderosa do homem: A conversa! Falei "Cara, eu não fiz nada de mais. Perguntei se ela tinha namorado, ela disse que sim e eu saí de perto. Ela é bonita, você tem que concordar. Mas ela disse que tinha namorado e eu saí de perto. Desculpa se isso te ofendeu, mas não foi minha intenção." Ele ficou sem reação, virou as costas e foi embora xingando sozinho. Se ele quisesse brigar pra valer eu tinha uma espada e uma pistola de madeira.

O Lamon foi de moto e eu e o Fell fomos de carro acompanhando. Chegando lá no estacionamento que tava vazio o Lamon tentou nos ensinar a andar e eu consegui! Nem acreditei! ahuhahua Mas não consegui fazer curva.

Ah é... Nós encontramos um tesouro lá... Uma sacola cheia de Mupy. Tinha um casal perto e nós perguntamos se era deles. Eles disseram que uns caras tinham deixado lá havia mais de meia hora. Todos nós concordamos em pegar. Sério, tinham uns 3 kgs de Mupy.


O Lamon ficou tocando violão e gaita pra arranjar uns trocados e conseguiu mais de 20 reais pra dividir com os bródi.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

RPG

Outro dia eu estava no msn sem fazer nada. E qual não foi minha surpresa quando meu caro amigo Altivo me convidou para jogar RPG na casa dele.

Pra quem não sabe, RPG é um jogo em que nerds se reúnem em volta de uma mesa, criam personagens com força, agilidade e habilidades especiais e vão criando uma história em que estes personagens lutam contra inimigos, realizam desafios e fazem coisas que (infelizmente) não poderíamos fazer na vida real.

O mestre é o Altivo. É ele que vai contando a história e descrevendo os inimigos e os lugares. E quem tem ido jogar somos eu, o Adriano, o Ribas, o Rafão, o Isawa e o Cesar. O meu personagem é um Draconato Ranger. Draconato é um humanóide meio dragãozento e Ranger é um cara que mora nas florestas, protege a natureza e usa arco e flecha.

Nas primeiras aventuras a gente matou uns goblins, uns esqueletos e o Goblin que tinha conduzido uma invasão a um templo. Eu consegui matar 5 esqueletos ao mesmo tempo com um sopro de fogo, o Adriano colocou uns goblins pra dormir com mágica. Foi legal! E logo na primeira aventura eu já achei um arco que atira flechas com raios.

Esse é o meu carinha.