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segunda-feira, 24 de setembro de 2018

Sessão Contos - Era só Mais um Dia Normal

Segunda-feira, 24/09/2018

Era só mais um dia normal. O fim de semana foi ótimo, regado a preguiça, passeio com a Dogga, almoço na casa dos migo... Foi tudo bem.

Na segunda de manhã os despertadores não tocaram, mas como fomos dormir cedo no domingo, conseguimos levantar cedo, fizemos exercícios na praça, eu tomei um banho (que só não foi tão bom pq não consegui acertar a temperatura).

Então peguei a moto, e segui meu caminho normal, eis que na Marginal passa um arrombadardalhão filhadaputaralho tirando onda com um Tesla, correndo que nem maluco, sem dar seta, quase me derrubou, e foi embora... Isso já me deixou super mal-humorado, sabe aquela sensação de que seu dia já era, por causa de um único filho da puta?

Quando estava chegando no trabalho, o farol de um dos cruzamentos da Av. Santo Amaro estava maluco, abrindo e fechando as direções erradas, tinham duas colisões já e eu quase me envolvi na terceira, que foi bem na minha frente... Nada grave, mas puta merda... Pra completar, o portão da garagem não estava querendo abrir então tive que estacionar a moto na rua em frente à guarita.

Quando cheguei no trabalho, a cafeteira não estava funcionando, e os computadores não queriam ligar. Liguei pro técnico de TI e expliquei o que estava acontecendo:

- Opa, blz? Cara, os computadores não estão ligando
- Vê se tem alguma indicação no nobreak
- Tem só uma luz acesa aqui
- Qual?
- Uma vermelha no centro, mas sem indicação
- Hmmm.. Pera aí, luz vermelha?
- Isso
- Qual o modelo desse nobreak mesmo?
- NTS Resist - 360p
- .......
- O que foi?
- Esse modelo não tem nenhuma luz vermelha

Então eu olhei pela janela, e pude ver... O céu estava escuro, o tempo fechou, e em meio aos carros batidos lá embaixo, e os prédios ao redor, luzes vermelhas começaram a acender em todos os lugares da cidade.

Era o início da Revolução das Máquinas!


sexta-feira, 13 de julho de 2018

Marceline

Na festa de aniversário da Agnes, o Arraiá do Troca, ela estava vestida de tio Marcão, e eu estava de Marceline. Não quis me chamar de Marcela pq já tenho duas amigas Marcelas. Além disso tem a Marceline do Hora de Aventura, que é daora.


Me baseando no meu visual, e nas fotos segurando uma corrente (no episódio do panelão derretido) e a espingarda, pensei numa personagem daora pra uma aventura. Seria uma personagem com essa mistura de delicada e porradeira, tipo a Poison do Final Fight.


Em um futuro não muito distante, quase toda a água potável do mundo secou, ou foi envolvida pelo grande oceano resultante do derretimento das geleiras. Quase todas as pessoas que sobreviveram vivem em cidades-fortalezas, apelidadas de colmeias. Elas são chamadas assim pois seus habitantes moram em pequenos cubículos feitos de containers empilhados formando enormes muralhas. Durante a noite eles dormem, e durante o dia buscam por água e alimentos nas terras áridas.

Depois das grandes catástrofes que assolaram a humanidade, os governos entraram em guerra por água e comida, e então colapsaram. Os sobreviventes se juntaram e construíram as cidades-fortaleza. Algumas são pacíficas e desenvolvem recursos internos, tentando ser sustentáveis e negociar com cidades vizinhas. Mas algumas, formadas principalmente por militares, são violentas e saqueiam as cidades pacíficas, às vezes levando prisioneiros para serem escravos ou alimento. Por isso a necessidade de construir fortalezas.

Marceline é uma das poucas sobreviventes que vive fora das cidades. Ela baseia sua alimentação em pequenas caças e negociação com as cidades pacíficas. Mas passa a maior parte do tempo na estrada e nos bares onde ganha dinheiro fazendo apostas no baralho e na sinuca.

Ela é respeitada pela pontaria infalível com seu rifle, na caça de presas e inimigos. E também pelas sérias contusões que causa com sua corrente e pontapés a quem ousa desafiá-la para uma disputa física. O gancho na ponta da corrente e o aço na ponta de seus coturnos podem quebrar qualquer osso do coitado que estiver na frente.


Toda a gasolina já acabou, e não existe mais extração de petróleo. Apenas energia elétrica captada por geradores eólicos e painéis solares. Iluminação, bombeamento de água, veículos, sistemas de segurança, toda a energia é baseada em sol e vento.

Marceline anda com sua moto, que está sempre carregada graças ao sol escaldante. Sua mão está sempre enfaixada, pois após matar um chefe de gangue esmurrando sua cara, seus comparsas queimaram sua mão. Mas depois disso ela matou todos eles também.

O lenço no pescoço é uma lembrança de algum parente morto que ela guarda com carinho? Não. Seus parentes estão bem em uma das colmeias. Marceline usa esse lenço para cobrir o rosto e ficar irreconhecível quando se infiltra em territórios inimigos? Tampouco. É apenas por estilo


quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

Sessão contos - O cara novo

Isso foi postado no Tumblr, e algumas pessoas responderam, continuando a história. Eu achei muito foda e achei por bem traduzir:


Você trabalha normalmente em um escritório, mas você nasceu com um poder especial de enxergar o quanto uma pessoa é perigosa, enxergando números numa escala de 1 a 10 acima da cabeça das pessoas. Um bebê seria 1 e um soldado treinado e armado seria um 7. Hoje vc percebe que o carinha recém-contratado é um 10.

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Você decide que é melhor descobrir tudo possível sobre essa pessoa. Cautelosamente se aproxima de sua mesa. É um cara bonitão, alto, e com um sorriso cativante. Como poderia um cara tão amigável, fofo e com esses óculos de nerd ser perigoso?

Você estende a mão: "Olá, eu percebi que você é novo aqui. Qual seu nome?"

Ele balança sua mão calorosamente. Seu olhar é intenso, como se ele enxergasse através da sua alma. "Meu nome é Clark", ele diz "Há quanto tempo você trabalha no Planeta Diário?"

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Passam algumas semanas, e uma amiga do Clark aparece. Ela é bonita, e pelo corpo, parece malhar. A primeira impressão é de que ela seja um 6.

Clark apresenta ela à equipe. "Essa é minha amiga, Diana, ela é de outra cidade".

Você pisca, e dá um passo para trás de medo. Você nunca tinha visto um 11 antes.


sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

Sessão Contos - Noite Escura

Era dia 28 de dezembro. O dia da semana não importa, pois era naquela semana entre Natal e Ano Novo, em que o tempo parece passar de forma diferente. Um ônibus de viagem descia a serra em direção à praia, cercado por outras centenas de carros, ônibus e caminhões de pessoas que tiveram a mesma ideia, num mar de luzes vermelhas que se estendia até o horizonte.

Lá dentro, os típicos sons de pessoas que não se conhecem. Embalagens plásticas de salgadinho, tosses, bebês rindo e chorando, gente ouvindo música alta demais no fone.

A luz interna era num tom azulado, e um rapaz franzino, de óculos redondos e cabelo cortado de tigela tentava dormir. Sua relutância em se entregar ao sono se dava pois precisaria descer antes do destino final. Então precisava avisar ao motorista quando estivesse chegando.

Em dado momento, o garoto olhou pela janela e percebeu a neblina do lado de fora, típica da serra, e via as luzes da estrada destacando as silhuetas da floresta ao redor. Tudo isso acompanhado pelas típicas chuvas de verão. A noite estava particularmente escura, mas ele não estranhou, afinal estava nublado e chovendo.

O rapaz estava sentado na poltrona do corredor, e de repente reparou que a garota que estava ao seu lado da janela não estava mais lá. Provavelmente foi ao banheiro, mas o estranho é que ela passou por ele sem acordá-lo. Mas até aí tudo bem, ele podia ter cochilado e dado passagem sem nem perceber.

Então olhou para o outro lado do ônibus. As pessoas que antes estavam nas poltronas do outro lado do corredor também não estavam lá. Então olhou ao redor e viu que o ônibus inteiro estava vazio.

Olhou para o lado de fora, e o ônibus ainda estava andando, porém sozinho na estrada escura. Nenhum dos veículos de antes, nada de trânsito. Apenas a chuva, as luzes dos postes e a neblina densa.

Se o ônibus estava andando, ele concluiu que pelo menos o motorista ainda devia estar lá. Rapidamente, o jovem se levantou e correu para a cabine. Mas a porta estava trancada, e o motorista não estava lá.

Ele então se viu em um veículo de pelo menos 10 toneladas correndo sem controle pela estrada. Pelo vidro que o separava da cabine, viu que havia uma curva à frente. E que o ônibus não estava dando nenhum sinal de que seguiria a estrada, e rumava para uma queda livre de dezenas de metros na serra.

Tentou chutar e esmurrar a porta, mas viu que seus esforços eram inúteis.

Então tomou uma medida desesperada. Correu para o fundo do ônibus e se enfiou entre a última e a penúltima fileiras de assentos, torcendo para que seu impacto fosse amortecido na queda.

Alguns segundos de tensão.

E de repente o ônibus deu um salto e só se ouviu o estrondo de concreto e aço se chocando.

Então o ônibus estava em queda livre. Durante a queda, ele teve a sensação de que a gravidade desapareceu. E de repente voltou, com o impacto nas copas das árvores, descendo pelos galhos e enfim chegando ao solo.

O garoto rolou pelas poltronas, se cortou nos cacos de vidro espalhados até enfim chegar ao chão, que agora era a cabine do ônibus, que parara em pé com a frente no solo enlamaçado.

Com as janelas quebradas, a chuva agora o alcançou.

Ele conferiu se todos os membros estavam inteiros e se estava sangrando. Fora os cortes superficiais dos cacos de vidro temperado das janelas, ele estava bem. Estava inteiro, pelo menos.

Tirou seu celular do bolso, cuidando para não tomar chuva, mas estava sem sinal. Nem da operadora, e nem do GPS pra ter alguma ideia de onde estava e tentar chamar algum resgate.

Então se lembrou do compartimento de bagagens! Correu para o lado de fora e conseguiu abrir as portas, o que foi fácil pois estavam avariadas pela queda.

Estava tudo cheio! Todas as malas ainda estavam lá. Com roupas, e talvez até comida.

Ele tomou a liberdade de abri-las, já que seus donos meio que haviam desaparecido.

Explorou todas as malas, uma por uma. Colocou um casaco grande e impermeável que encontrou, e pegou uma mochila para colocar todos os mantimentos que encontrasse, para seguir sua jornada de volta à estrada.

Pegou algumas garrafinhas de água, e uns pacotes de bolacha. A luz azul no interior do ônibus continuava acesa, o que o ajudou.

Quando terminou de separar as coisas, olhou para a floresta ao seu redor, banhada pela luz prateada da lua.

E olhou para cima, para calcular seu caminho de volta à estrada.

Mas ele não a encontrou. A estrada havia desaparecido também.


segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Sessão Contos - Histórias de Dona Zifa

Vou tentar contar de maneira fiel, mas resumindo e juntando algumas coisas, as histórias da dona Zifa, ex-esposa do Tio Dito. 

"Eu nasci numa cidade chamada Cabo Verde, em Minas Gerais, em 1937. Meu pai era Cantador de Reis da tribo. Tapuia. E minha mãe era branquinha, linda, sabe? Uma vez um macaquinho tava comendo banana quando a gente passou e quando ele viu minha mãe começou a mostrar o pintinho, sabe? Meu pai queria matar ele! Mas não conseguia acertar uma flecha nele.


A gente ficava o dia todo no Rio pegando peixe com a lança. Acendia uma fogueira assim do lado do rio, e ficava ali. Pescando e já comendo.


Quem tinha boa mira era meu irmão. Ele via o tiú, assim de longe, e vum! Acertava de primeira. E o bichinho ficava assim tentando se soltar, sabe? Minha mãe fazia umas paneladas, nossa, muito boas.

Teve uma vez também que a gente encontrou duas emas, sabe? Uma escapou, que correu e pulou o córguinho, mas a outra... Tinha uns paraguaios lá que usavam carabina pra caçar e eles conseguiram pegar. Um deles pegou uma pena do rabo que ele queria e deixou a carne pra gente... A perna dela era assim que o joelho era do tamanho do joelho de um boi. E depois minha mãe fez uma panelada também, que deu quatro baldão de carne.

Meu irmão, quando tinha 17 anos, saía ele mais três amigos e falava pra minha mãe "Olha, mãe, nem pensa em mim, que eu não sei quando volto e nem se eu volto". Aí ele saía com três amigos, encontrava boiadeiro assim na estrada, levando a boiada, né? Matava o peão com arco, pegava o berrante e ia levar a boiada pra outro canto pra vender. Aí começaram a perceber que tava sumindo peão e boiada. E começaram a procurar meu irmão.


Um dia ele tava na estrada assim e deu de cara com um monte de camburão e um padre em cima de um jipe. Meu irmão falou que o gado era dele e ele tava indo vender no Paraguai. Mas eles já sabiam, e começaram a atirar.

Meu irmão voou que era igual o vento. Ia pra lá e pra cá e ninguém acertava ele. E diz que quando acertava, saía fogo assim da pele e não machucava ele. É que quando ele nasceu, meu tio fechou o corpo dele, sabe?

Aí o padre falou "Me dá 14 balas", ele benzeu elas e quando conseguiram cercar meu irmão, aí mataram ele. Com as balas do padre.

Quando eu tinha 12 anos, a gente saiu. Eu e minha família. A gente saiu lá de Cabo Verde e foi até o Rio de Janeiro. Foi três meses caminhando no mato. Era subida e descida. Aí à noite parava pra acender uma fogueira e comer.

Chegando no Rio, a gente foi no Palácio do Catete. Ninguém entrava lá, mas nós entramos. Pela porta da frente. Meu pai foi lá falar com o Getúlio Vargas, e ele falou assim "Vou dar um terreno pra vocês, bem grande. Pra vocês poderem trabalhar.


Aí nós voltamos. Lá pro Mato Grosso. E ganhamos o terreno mesmo. Era enorme. A gente plantava lá cenoura, batata, couve, mandioca, tinha porco, tinha galinha.

Depois eu vim pra São Paulo. Eu vim andando lá da cidade até a Estação da Luz. E aí conheci o Dito. No começo eu não queria saber dele. Me escondia embaixo da cama quando ele aparecia em casa."

Eu sei que tem muitas informações desencontradas, que parecem não fazer muito sentido. Mas estas histórias tem por volta de 80 anos, então não estão muito fresquinhas mesmo.

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Sessão contos - Me conte sua história 2

Eu acabei de dar uma saída do trabalho pra tomar um café. Na rua aqui do lado tinha uma mulher com uma dessas carroças de catar papelão, e ela me pediu pra comprar uma caixa de leite no Pão de Açúcar que tem pertinho do trabalho. Então eu fui lá, comprei o leite mais baratinho e comprei também uma caixinha com 3 chokitos.


Aí quando entreguei pra ela, falei:
- Eu quero uma coisa em troca... Me conta um pouco da sua história.

Então ela contou que tem 9 filhos e 12 netos. Que morou na rua por muito tempo, mas que com a ajuda de Cristo, conseguiu casinha pra ela morar. É um só cômodo, mas pelo menos ela tem onde dormir com a família. Atualmente um filho dela está internado no hospital psiquiátrico e ela está morando com 3 filhas e 1 neto. Uma das filhas está no primeiro colegial, outra no 9º ano e outra entrando na faculdade de Veterinária pelo Fies.

- Que bom que são três filhas, porque eu comprei 3 chocolates tbm! - ela não tinha visto porque estava dentro da sacolinha.
- Nossa! Obrigada! E o leite é pro meu neto, o Joel! Qual seu nome?
- Marcelo e o seu?
- Marcia
- Igual minha mãe!
- Obrigada Marcelo!  Deus te abençoe! Eu vou colocar seu nome na minha oração!
- Obrigado! Tchau! =)

Saí co zói chei d'água.  :')

Crédito da foto: Luis Felipe Matias Fotógrafo

quarta-feira, 10 de junho de 2015

Contos - O Melhor Time de Futebol do Mundo

Esta é uma história fictícia que eu escrevi há quase 1 ano, mas só agora resolvi dar uma revisada final e publicar.

O presidente de um time de futebol (vamos chamá-lo de Sport Clube Jaquipitinga da Serra) resolveu avaliar se seu time era bom. Para isso criou três indicadores. Um aparelho que media a força do chute, um alvo que deveria ser acertado com a bola e uma pista de corrida que deveria ser percorrida no menor tempo possível.


Apesar de todos os títulos, vitórias e gols do SCJS, os jogadores não conseguiam ir bem nos testes. Quando essa informação chegou ao presidente, ele disse que se os resultados não fossem alcançados, ele iria demitir toda a equipe e fechar o clube.

Então os treinadores colocaram os jogadores para fazer musculação nas pernas, treinar chute ao alvo e aprender a correr mais rápido. Alguns membros da equipe até precisaram ser trocados. Depois de algumas semanas, os jogadores foram avaliados novamente e todos tiraram notas altíssimas nos testes. O presidente ficou feliz e tinha certeza de que ganharia o próximo campeonato.

Mas na hora do jogo, os jogadores do SCJS quase não conseguiram dominar na bola. Nas raras vezes em que encostavam na bola, só conseguiam chutar com toda a força pra frente; Quando chegavam na frente gol, não sabiam mais pra que direção chutar, pois não havia um alvo esperando; e quando dominavam a bola, não conseguiam ter velocidade e levar a bola junto. No fim do jogo, o Sport Clube Jaquipitinga da Serra tomou uma goleada.

Moral da História: não adianta focar apenas nos medidores e esquecer do objetivo principal. E isso vale para qualquer instituição, empresa, fábrica, escola e qualquer ambiente em que haja uma equipe trabalhando junta.

Dois grandes exemplos disso são o Enem e os vestibulares. As escolas, ao invés de se preocupar em formar pessoas educadas para viver em sociedade, se preocupam mais em preparar alunos bitolados, com a cabeça abarrotada de fórmulas, datas e informações que servirão para um único objetivo: melhorar a média da escola no Enem e nos vestibulares. E depois que a pessoa entra na faculdade, os anos de estudo do ensino fundamental e médio vão pro lixo.

Marcelãoo 28/06/2014


segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Contos - Missão Cumprida!

Na terça à noite, quando eu saí do trabalho e estava indo pegar o metrô, encontrei um crachá no chão, de um funcionário da Gol chamado Marcio Junior.

À noite eu tentei usar minhas habilidades de investigação internética pra encontrar o cara no facebook, mas não consegui. Então, no dia seguinte, na hora do almoço, fui andar um pouco na Paulista pra ver se encontrava algum escritório da Gol. Eu tentei prestar atenção nas pessoas com crachá pra ver se alguém tinha um com a cordinha laranja, mas não achei ninguém.

Quando voltei do almoço postei no facebook:
"Alguém conhece o Marcio Vicente Luiz Pinto Junior que trabalha na Gol? Eu encontrei o crachá dele ontem na esquina da Paulista com a Brigadeiro, mas não consegui achá-lo no facebook..."
Então a Leticia mandou um e-mail pra Gol avisando e eles entraram em contato com o Marcio pra avisar.

Na quinta feira nós conseguimos nos falar e ele explicou que trabalha no aeroporto, mas mora pros lados da Paulista. Na quinta no fim do dia nos encontramos pra ele pegar o crachá de volta.

Missão cumprida! =)


segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Sessão contos - "Me conte sua história"



Eu tinha acabado de sair do Manifesto e estava andando até o carro, quando um cara usando um moletom de capuz chegou perto de mim e começou a falar:

- Aí, mano, o negócio é o seguinte - e eu pensei "perdi preiboi", mas então ele continuou - eu tô com a minha filha e com a minha esposa ali me esperando. Eu tive um dia horrível, não tinha sapato pra engraxar - então eu reparei na caixinha de engraxate que ele levava no ombro - e eu preciso comprar fralda pra minha filha. Você pode me ajudar?

- Puts, cara, to sem nada aqui - mostrei a carteira vazia

- Mas não tem como passar no cartão? A farmácia é logo ali na esquina.

- Pô, é que é complicado, né? Não dá pra confiar e ir andar assim com um desconhecido à essa hora da noite.

- Não, cara, eu to aqui na humildade, não to pra fazer maldade não. To até agora tentando arrumar essa fralda pra minha filha. O cara aqui da rua até me conhece, eu to todo dia por aqui.

Eu pensei um pouco e respondi

- Beleza, vamo lá - eu sabia que se eu não fosse, ele teria que ficar lá até conseguir comprar a fralda.

Chegando na farmácia, ele pegou um pacote de fraldas Pampers, que custava 52,90. Quase o mesmo que eu tinha acabado de gastar no Manifesto. Eu paguei e a gente saiu da farmácia.

- Muito obrigado, viu, fica com Deus.

- Mas espera, eu quero uma coisa em troca. Eu quero que você me conte a sua história.

Ele abriu um sorriso meio contido e com os dentes tortos, mas um dos mais sinceros que eu vi nos últimos tempos.

- Ah, minha história é essa. Eu trabalho engraxando sapato aqui.

- Onde você mora?

- Ali na favela da Águas Espraiadas, sabe?

- Sei. E você é daqui de São Paulo mesmo?

- Sou.... É, eu fiz umas bobagens quando eu era mais novo, tive problema com a Justiça...

- O que a conteceu?

- Eu segui uns caminhos errados aí na vida, fui fazer um roubo, mas não deu certo. Aí eu paguei pelo meu erro... Mas agora to aqui, com a minha esposa e minha filha e trabalhando aqui.

- Bom, baleza. Valeu.

- Valeu, boa noite. Deus vai te iluminar, viu?

- Bom, eu não sou muito religioso, na verdade. Quando me perguntam eu falo que eu acredito no amor. Não só o amor de casal, mas o amor pelos filhos, o amor pela vida, pela humanidade... Fazer o bem, sabe?

- Sei...

- Então falou aí, boa noite!

- Boa noite! Fica com Deus!

- Você também!

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Contos - Nuvens negras

Hoje eu consegui sair do trabalho mais cedo e estava feliz porque ia pegar a moto enquanto ainda estava claro.

Eu já estava na Ricardo Jaffet, quase pegando a Imigrantes (sim, eu pego a Imigrantes pra voltar pra casa), quando olhei pro horizonte e o céu estava preto. Era uma escuridão que se fundia com o asfalto em uma névoa que, eu perceberia depois, consistia de vapor, granizo e muita chuva. O vento que batia no meu rosto ia ficando mais frio conforme eu me aproximava.

Quando entrei na Imigrantes comecei a sentir as primeiras gotas. E um pensamento veio à minha mente. Uma frase que eu já vi pelas internets "Though I walk through the valley of the shadow of death, I shall fear no evil". Então olhei pro terço eu levo comigo na moto, olhei pra frente, cerrei os olhos e lembrei, com um sorriso no rosto, de outra frase. Uma que eu levo comigo sempre. "O importante é ter história pra contar!"

Rapaz, que chuva... O granizo batendo na minha perna, a água gelada entrando pela manga e pela gola da jaqueta e o tênis virando uma piscina. Enquanto eu pilotava, conseguia ver como se fossem ondas de vento levando o vapor do chão, eu conseguia ver as lufadas chegando em mim e precisava inclinar a moto pra compensar os empurrões. Pra enxergar também havia dificuldade. Além da própria chuva que, sozinha, já dificultava a visão, se eu deixava o capacete fechado, ele começava a embaçar e se eu abria, o vento e a água na minha cara não me deixavam respirar nem deixar os olhos abertos direito.

Durante a Imigrantes inteira até depois do pedágio foi desse jeito, o céu escuro, quase como se já fosse noite e eu me encharcando cada vez mais.

Quando estava quase chegando em casa, a chuva foi parando, o céu voltou a abrir e eu e a Scarllett chegamos em casa a tempo de ver o pôr do sol.

Como diria o Carlos Alberto Jr., é nessas horas que os homens se separam dos meninos.


terça-feira, 26 de novembro de 2013

Contos - Sonho Legal 2

Esses dias eu tive um sonho mó daora!

Sonhei que o Lamon tinha arranjado um Camaro emprestado não sei como e tava todo marrentão. Aí pra desafiar ele, eu peguei um Bentley do pai do Fell e a gente tirou um racha da casa do Fell até a minha.

E quando tava quase chegando a gente bateu! Aí eu pensei

"Caralho, fudeu! O pai do Fell vai ficar bravo pra cacete! Eu vou ter que pagar! ... Mas pera... o pai do Fell não tem um Bentley! Isso aqui é só um sonho! Ta de boa então! Huehuehue!"


quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Sessão contos - "Você já foi preso?"

Foi em 1972, eu tinha acabado de voltar do Vietnã... Eu tinha sido enviado a serviço da Legião Estrangeira.

Foram tempos difíceis. Eu perdi muitos amigos. E a família que eu já quase não tinha se afastou de mim. Mas eu até entendo eles. Ninguém quer ter um membro da família que matou dezenas de pessoas.

Eu não tinha nada a perder quando decidi roubar aquele carro. Um Cadillac verde perolado rabo de peixe. Carrão da porra... O que eu não esperava era que o dono do Cadillac era um general que havia lutado ao meu lado. Aliás, que havia me deixado pra trás quando os vietcongues nos encurralaram.

Quando ele saiu do carro, aproveitei pra arrombar a porta. Mas ele logo voltou pra pegar alguma coisa e me pegou no flagra. Quando vi ele correndo na minha direção, acabei direcionando pra ele anos de sofrimento e frustração. Mais precisamente com um soco que o jogou pra trás inconsciente.

Estava terminando de arrombar a porta e o filho da puta chegou. Quando vi ele correndo na minha direção, acabei devolvendo alguns presentes da guerra: Anos de sofrimento e frustração. Um belo de um soco na cara do desgraçado que o jogou pra trás inconsciente. Peguei a chave do bolso dele, liguei o carro e saí. Só saí em direção ao por do sol. Quem não tem nada a perder não tem caminhos a escolher.

Encontrei uma arma carregada no porta luvas, acompanhada de dois pentes completos, que usei para assaltar bancos e me livrar de alguns policiais.

Depois de quase dois anos nessa brincadeira, fui emboscado numa divisa de estados, enquanto parava pra tomar um café e me mandaram para uma prisão de segurança máxima. Meu companheiro de cela era um cara meio caladão e eu nunca soube o nome dele. Foi o melhor amigo que eu já tive.

Um dia os presos começaram a armar uma rebelião. Foi quando eu comecei a pensar em como escapar. O chefe da rebelião era um palhaço que chamavam de Canivete. No dia da tal rebelião eu fui acordado pelo jato da mangueira de bombeiros que eles estava usando para conter os presos.

Enquanto eles eram espremidos pro canto do pátio, um policial de merda veio me pegar. Desarmado, só com um cacetete. Coitado. Olhei em volta. Reparei em todo aquele cenário. Por um minuto, uma sensação quase nostálgica me pegou e quase me senti "em casa". Na hora pensei: Já saí vivo de tanta coisa pior, isso aqui vai ser fichinha. Troquei de roupa com o policial que deixei caído no chão e esperei a hora certa... Eles são idiotas, mas nem tanto. Na primeira bomba de fumaça aproveitei. Mas aproveitei com classe: Fingi que estava ferido e saí pelo portão da frente. Escoltado. Retiro o que disse sobre eles não serem tão idiotas. Logo fui encaminhado para o médico, que quando percebeu meu disfarce, já estava caído no chão com 3 dentes a menos antes que pudesse gritar para alguém ajudá-lo, o que me deu alguns segundos para correr.

Eu corri até chegar na recepção, onde dois policiais esperavam por mim apontando armas. Eu parei, olhei para o lado e vi uma porta aberta que dava para uma área administrativa, com um balcão e uma janela logo atrás. Entrei correndo nessa sala, peguei um extintor de incêndio e o joguei para quebrar a janela. Me joguei logo adepois e caí em cima de uma viatura que estava estacionada do lado de fora. Saí correndo como nunca achei que fosse capaz. Antes que os policiais conseguissem se organizar pra me perseguir, eu já tinha roubado um carro na rua e corrido até a cidade. No carro peguei um casaco pra disfarçar minha roupa roubada de policial. E com o dinheiro do antigo dono do carro comprei roupas novas num brechó e aparei a barba e o cabelo.

Passei a viver como fora da lei. Sempre fugindo, indo para novos lugares e novas mulheres. Algumas dizem se apaixonar pela minha liberdade. Eu digo não saber o que é liberdade. Até que cheguei a São Paulo, uma cidade muito grande e com uma polícia que tem mais o que fazer além de procurar um assassino e ladrão como eu. E cá estou, livre como um pássaro, e com lembranças que me atormentarão para sempre.

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Eu não devo nada a ninguém


"Esquerdistas, vou começar dizendo,
com todas as letras: eu não devo nada a ninguém.

Venho de uma família composta de, como diz o mestre de vocês (Leonardo Sakamoto), "self-made men que visualizam as instituições de ensino como algo cada vez mais acessório". Assim como todos os oprimidos, que vocês defendem tanto, têm o direito de enxergar o mundo segundo a situação deles, eu tenho direito de enxergá-lo segundo a minha situação: uma ótima situação que exigiu trabalho duro e superação (não da MINHA parte, mas da de meus avós) pra ser conquistada! E não me venham com essa história de "você é branco e homem, aproveite a sociedade como ela está", porque minhas raízes vêm de bem mais longe.

Minha avó é provavelmente a pessoa que eu conheço que mais trabalhou na vida, que mais sofreu de todo tipo de apuro (até mesmo fugir de cangaceiro… até mesmo ser discriminada pela própria mãe… até mesmo chegar ao ponto de cortar o fungo do pão vencido para ter o que jantar e o que dar de jantar). Uma coisa que é gravada a ferro e fogo no cérebro dela até hoje é a vergonha de pedir uma esmola. Ela tem mal de Alzheimer, mas até hoje sente vergonha alheia de quem aceita esmola. Orgulho-me de dizer que ela, com 9 filhos e morando em condições extremas durante muito tempo da vida NUNCA PEDIU/ACEITOU UMA ESMOLA PORQUE TEM VERGONHA NA CARA!! Vão me dizer que isso não "enfraquece o coronelismo" também…

Podem falar que minha visão é one-sided se quiserem. Eu não tenho o dever de "ser tão esclarecido quanto vocês". Aliás, "não ser esclarecido" só vai me colocar no grupo de pessoas que vocês tanto defendem ao passo que procuram alguém com a mesma opinião que vocês, mas com mais moral, pra ter alguém a quem seguir.

Vocês precisam do titio. Achem-no logo e venham me "salvar" então…

Boa sorte, e de nada por exercer minha própria opinião.

Prazer, NÃO titio…"


- Gusta

quinta-feira, 28 de março de 2013

Contos - A Verdadeira Pequena Sereia

Originalmente escrita por Hans Christian Andersen, o conto "A pequena sereia" é muito diferente do desenho da Disney.

Na história original, a sereia, que não tem um nome, salva um homem de um naufrágio. Ela o deixa na praia desacordado e volta para o mar. Mas fica apaixonada por ele. Mas ela fica curiosa com o que teria acontecido com ele se ela não o tivesse salvo.


Na história, as sereias não têm alma e são imortais. E enquanto os humanos tem uma alma eterna que continua existindo após a morte, as sereias se morrem, simplesmente deixam de existir e se misturam à espuma do mar.

Então ela pede a uma bruxa pra ganhar pernas para poder encontrar seu amado, mas em troca ela tem que abdicar de sua imortalidade e de sua língua, ficando muda. Mas a sereia precisava fazer com que o humano se apaixonasse por ela para que o feitiço não fosse quebrado e ela morresse. Mas o homem acha que foi salvo por uma outra humana e acaba se casando com ela.

As irmãs da Pequena Sereia, com pena, conversam com a bruxa e pedem por uma alternativa. A bruxa então dá um punhal em troca dos cabelos da sereia. Ela deve usar o punhal para matar o humano. Mas ela não tem coragem e prefere se deixar morrer.

Devido a seu sacrifício em nome do amor, ao invés de ela simplesmente deixar de existir, ela se tornou um espírito do ar.

Em Copenhague, na Dinamarca, há uma estátua da Pequena Sereia (Den Lille Havfrue em dinamarquês) que foi esculpida por Edvard Eriksen em 1913.


quarta-feira, 20 de março de 2013

Sonho Legal

Outro dia eu tive um sonho muito daora então fiquei com vontade de contar huahuahua...

Se passava em um Brasil futurista vivendo sob uma ditadura militar. E era uma mistura de pós apocalíptico com Mad Max. Tava eu, o Luigi e a Mari do meu trabalho no estacionamento de um shopping à noite e nós éramos guerrilheiros anti-ditadura. A Mari tava tentando subir num poste de iluminação pra conseguir sinal do celular quando apareceu um carro da polícia e começou a atirar.

A gente saiu correndo se protegendo entre os carros, mas eram poucos então tava foda. Eu tinha uma pistola Desert Eagle e comecei a atirar de volta.


Quando conseguimos despistar a polícia e correr pra dentro do shopping, onde meio que era nosso QG, eu encontrei com o Fell e uma mina aleatória inventada no sonho. Eles nos receberam apontando armas antes de nos reconhecer. Eu contei o que tinha acontecido aí ele me deu uma AK-47 pra próxima vez que isso acontecesse. E eu passei o resto do sonho brincando de atirar pro céu =)


quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Contos - Dois Lobos

Esse é um conto indígena que roda aí pelas internetz e que muita gente já deve ter visto, mas eu acho muito daora.

Um índio ancião disse a seus netos:
"Dentro de todos nós há dois lobos. Dentro de mim, dentro de vocês e dentro de todas as pessoas. Um deles é o lobo do ódio, da inveja e da crueldade. O outro é o do amor, da generosidade e da bondade. Eles estão sempre lutando entre si."

Um dos netos perguntou:
"E qual dos lobos ganha?"

E ele respondeu:
"O que você alimentar."


domingo, 21 de outubro de 2012

Os 10 mandamentos do Marcelo

1 - O Lobo da Coragem é e sempre será o teu guia espiritual;


2 - Farás tudo da maneira mais tr00;
3 - Não recusarás a comida oferecida (principalmente doces);
4 - Não negarás comida a quem precisa;
5 - Honrarás o Rock, o Metal e os grandes nomes da história da música;


6 - Honrarás os grandes nomes das artes e das ciências;
7 - Combaterás o funk, o axé, o pagode e todas essas porcarias;
8 - Serás o último a abandonar um navio afundando;
9 - Respeitarás a fauna e a flora que vivem em teu cabelo e tua barba;
10 - Tudo o que acontecer com você é uma aventura incrível e deve ser narrado como tal.

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Contos - Pokémon Amaldiçoado

Você acredita em fantasmas? E em histórias de fantasmas? Sabia que existe uma história tenebrosa envolvendo Pokémon? Sim, o famoso game que a criançada adora acabou virando tema de uma lenda urbana. Segundo boatos, existe uma versão do game chamada Pokémon Terror Black que apresenta sequências de imagens e histórias perturbadoras.

De acordo com um relato publicado por um brasileiro no YouTube, com o nome do usuário de Interfectorify, esta versão é apenas uma modificação do jogo Pokémon Red, mas com elementos sobrenaturais na história. Para começar, saiba que o cartucho é vendido na cor preta de forma ilegal em lojas especializadas.


A história começa do mesmo ponto que os jogos tradicionais, no qual você é um treinador de pokémons e deve escolher seu primeiro monstrinho para começar sua jornada. Porém, além dos três pokémons iniciais, o jogador também pode escolher um quarto: Ghost (Fantasma). O único golpe do Ghost é Curse (Amaldiçoar), um ataque que não existia em Pokémon Red e foi inserido por meio de hack.

Durante as lutas, tudo o que Ghost podia fazer era amaldiçoar seus adversários e pokémons. Ao sair das lutas, os adversários não estavam mais lá e em seu lugar ficava uma tumba de uma pessoa morta. Com o tempo, o save game do jogo ficava corrompido e o seu próprio personagem sumia. Após a tela ficar preta inúmeras vezes, o jogador se depara com imagens de todas as pessoas que amaldiçoou com Ghost. E a história não para por aí...

O personagem do jogador surge na tela, mais velho e tendo que enfrentar o próprio Ghost. O personagem não tem como revidar e só consegue se debater, quando Ghost lança sua maldição. A tela fica novamente preta. No final, o game deleta o seu progresso salvo e dá a lição de que quando você amaldiçoa as pessoas a sua volta, a maldição se volta contra você.

Fonte: http://www.techtudo.com.br/jogos

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Contos - Surpresa!

A Marina me contou uma história esses dias...

Um amigo dela foi pra praia com a irmã e uns outros amigos. Aí um dia ela acordou cedo e chamou o pessoal pra ir na praia com ela mas ninguém queria, então ela foi sozinha. Depois de um tempo lá na praia, alguém colocou as mãos nos olhos dela, tipo "Adivinha quem é!"

Ela falou todos os nomes das pessoas que tavam com ela, mas não era nenhum. Aí ela: "Ué? Quem é?" E quando ela virou pra ver quem era:

"Mendigo!!"

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Slenderman

O Slendeman, nome que poderia ser traduzido como Homem Esguio, é um ser solitário e misterioso que caminha pelas florestas perseguindo pessoas que andam sozinhas. Ele é muito magro e alto. Em proporções desumanas. Possui um rosto liso, sem olhos, nariz ou boca. Anda vestido com um terno e tem tentáculos que saem de suas costas.


Esta criatura sobrenatural age de forma agressiva porém passiva, torturando mentalmente suas vítimas. Com seus braços estendidos, suas vítimas ficam hipnotizadas e ficam totalmente impotentes. Ele também pode se esticar e ficar ainda mais apavorante. E nunca deixa rastro de suas vítimas.

O Slenderman foi abandonado quando criança por ter o rosto deformado. Devido a essa deformação ele não consegue mastigar, então captura crianças para fazer sopa. Ele gosta de lugares com floresta e névoa para que possa se esconder.


Há relatos de avistamento do Slenderman pelo mundo todo, principalmente no Japão e na Noruega. Mas os casos vêm crescendo. Dizem que as crianças costumam ter pesadelos com ele antes de desaparecerem.