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terça-feira, 7 de agosto de 2018

Personagens Criados

Há muito tempo, o Adrianão montou uma tabela de criação de personagens. Colocou vários aspectos de ficha numerados para serem sorteados. Obviamente ninguém é obrigado a sortear tudo. Mas se quiser pode. E usando essa tabela, eu fiz alguns personagens aleatórios, sorteando tudo. E criei uma pequena história de apresentação para cada um.

Markis
Raça/Classe
11 - Feminino91 - Pele branca
76 - Bardo55 - Olhos verdes
10 - Halfling68 - Cabelos cinzas
BG
87 - Sonhos proféticos
100 - Viajou pelo mundo
6 - Andarilho/hermitão
Traços
3 - Alegre
53 - Fugitivo
22 - Boa fama
Equipamentos
8/35 - Flauta de nanicolina

Markis, uma pequena halfling, cresceu na cidade grande aprendendo música e seguindo a carreira na música. Viajou pelo mundo todo se apresentando, até começar a declinar. Em alguns lugares ainda é muito respeitada, mas em outros está devendo até as calças e não é bem-vinda. Já houve até cartazes de procurada com seu rosto estampado.

Desde pequena sonhava com o grande sucesso que a magia de sua música poderia trazer para ela e para o mundo, mas sente que não alcançou isso ainda.

Mauriel
Raça/Classe
12 - Feminino1 - Pele branca
49 - Druida79 - Olhos azuis
25 - Aasimar24 - Cabelos pretos
BG
77 - Sucateiro
37 - descendente de um grande herói
Traços
31 - sem fé
Equipamentos
8/23 - Machado da telepatia

Uma aasimar que abandonou sua fé e passou a viver na Terra conseguindo seus recursos e seu sustento vasculhando materiais humanos usados, prezando pela reutilização dos materiais e economia de recursos. Sua cabana na floresta é inteira construída com materiais reutilizados.

Por ser descendente direta dos deuses, leva consigo um poderoso artefato capaz de ajudá-la na leitura da mente das pessoas. No mundo terreno, seu item mágico ganhou a forma de um machado.

Mikt
Raça/Classe
6 - MasculinoX - pele verde
95 - Paladino80 - Olhos amarelos
58 - Goblin16 - Cabelos castanhos
BG
98 - Guardião da Floresta
20 - Cansou da vida que levava
Traços
89 - Sentidos aguçados
Equipamentos
2 - Morning Star
2 - Escudo de Carvalho
6 - Armadura de placas

Um Goblin que cansou da sua vida de pilhagem, vandalismo e rebeldia sem causa, e agora dedica sua vida à proteção dos fracos e oprimidos. Com seus sentidos aguçados, patrulha a floresta, pronto para enfrentar qualquer inimigo, armado com sua grande morning star, e protegido com sua armadura e seu escudo.

Meerla
Raça/Classe
20 - mulher trans89 - Pele afro
5 - Bárbaro49 - Olhos verdes
47 - Elfo28 - Cabelo preto
BG
82 - Mercador/ Comerciante de Caravana
81 - "Sem pátria, sem laços, sem leis!"
Traços
19 - "Roubar dos ricos para dar aos pobres"
Equipamento
10 - Martelo de guerra
8/24 - Capa de Rinoceronte

Meerla é uma elfa com a pele negra, cabelos pretos, olhos verdes, e um corpo forte e esguio. Abandonou seu passado trabalhando numa caravana de comércio, para viver roubando dos ricos e dando aos pobres. Ao contrário do que pode-se pensar, ela faz isso sem nenhuma furtividade, encontra suas vítimas derrubando a porta da frente, e pilha tudo que puder levar.

Já derrubou aristocracias e ditaduras, e erradicou a fome por lugares onde passou. Sempre bradando seu enorme martelo de gerra ensanguentado, e ostentando uma capa de pele de rinoceronte.

Mwylyss
Raça/Classe
10 - masc15 - pele lilás
54 - feiticeiro20 - olhos castan
42 - Drow15 - loiro
BG
51 - cozinheiro/cervejeiro
25 - criado por mercenários
Traços
79 - preguiçoso
Equipamentos
4 - Bracelete
- 14 - disparo de energia
- 20 - transmutação

Quando criança, sua vila foi atacada por um grupo de mercenários trabalhando para um conquistador da época. Mwylyss foi separado de seus familiares e sequestrado/adotado pelos mercenários, mas por medo de buscar vingança, nunca foi levado às batalhas, ficando apenas na parte da cozinha dos acampamentos.

Depois de muito tempo lendo e estudando sobre culinária e gastronomia, passou a estudar alquimia, e então feitiçaria, o que o levou a abandonar a carreira na cozinha e seguir um caminho de estudos e conhecimentos mágicos, que lhe renderam um bracelete mágico capaz de disparar pulsos de energia e transmutar seres vivos.


sexta-feira, 13 de julho de 2018

Marceline

Na festa de aniversário da Agnes, o Arraiá do Troca, ela estava vestida de tio Marcão, e eu estava de Marceline. Não quis me chamar de Marcela pq já tenho duas amigas Marcelas. Além disso tem a Marceline do Hora de Aventura, que é daora.


Me baseando no meu visual, e nas fotos segurando uma corrente (no episódio do panelão derretido) e a espingarda, pensei numa personagem daora pra uma aventura. Seria uma personagem com essa mistura de delicada e porradeira, tipo a Poison do Final Fight.


Em um futuro não muito distante, quase toda a água potável do mundo secou, ou foi envolvida pelo grande oceano resultante do derretimento das geleiras. Quase todas as pessoas que sobreviveram vivem em cidades-fortalezas, apelidadas de colmeias. Elas são chamadas assim pois seus habitantes moram em pequenos cubículos feitos de containers empilhados formando enormes muralhas. Durante a noite eles dormem, e durante o dia buscam por água e alimentos nas terras áridas.

Depois das grandes catástrofes que assolaram a humanidade, os governos entraram em guerra por água e comida, e então colapsaram. Os sobreviventes se juntaram e construíram as cidades-fortaleza. Algumas são pacíficas e desenvolvem recursos internos, tentando ser sustentáveis e negociar com cidades vizinhas. Mas algumas, formadas principalmente por militares, são violentas e saqueiam as cidades pacíficas, às vezes levando prisioneiros para serem escravos ou alimento. Por isso a necessidade de construir fortalezas.

Marceline é uma das poucas sobreviventes que vive fora das cidades. Ela baseia sua alimentação em pequenas caças e negociação com as cidades pacíficas. Mas passa a maior parte do tempo na estrada e nos bares onde ganha dinheiro fazendo apostas no baralho e na sinuca.

Ela é respeitada pela pontaria infalível com seu rifle, na caça de presas e inimigos. E também pelas sérias contusões que causa com sua corrente e pontapés a quem ousa desafiá-la para uma disputa física. O gancho na ponta da corrente e o aço na ponta de seus coturnos podem quebrar qualquer osso do coitado que estiver na frente.


Toda a gasolina já acabou, e não existe mais extração de petróleo. Apenas energia elétrica captada por geradores eólicos e painéis solares. Iluminação, bombeamento de água, veículos, sistemas de segurança, toda a energia é baseada em sol e vento.

Marceline anda com sua moto, que está sempre carregada graças ao sol escaldante. Sua mão está sempre enfaixada, pois após matar um chefe de gangue esmurrando sua cara, seus comparsas queimaram sua mão. Mas depois disso ela matou todos eles também.

O lenço no pescoço é uma lembrança de algum parente morto que ela guarda com carinho? Não. Seus parentes estão bem em uma das colmeias. Marceline usa esse lenço para cobrir o rosto e ficar irreconhecível quando se infiltra em territórios inimigos? Tampouco. É apenas por estilo


segunda-feira, 12 de março de 2018

Totalmente Plausível Historicamente

Era vitoriana na Inglaterra: 1837 - 1901
Velho Oeste Americano: 1803 - 1912
Era Meiji no Japão: 1868 - 1912
Pirataria no Caribe: acabou por volta de 1830

Conclusão: uma aventura envolvendo um Lord vitoriano, um Cowboy, um Samurai desonrado, e um velho ex-Pirata é 100% plausível historicamente.



Fonte: prokopetz.tumblr

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Queen Matilda

Século 6

Rei Arthur, após muitas aventuras com seus companheiros da Távola Redonda pela Grã-Bretanha, já no fim de sua vida, atira sua lendária espada, Excalibur, no lago Dozmary, como oferenda e agradecimento à Dama do Lago, entidade espiritual que cuidava da região.


Século 2017 - parte 1

A pequena Matilda Jones, uma inglesinha de 7 anos, de férias com sua família, encontrou neste mesmo lago uma espada. Uma bela espada de 1,20 de comprimento.


"A água estava na cintura dela quando disse que tinha visto uma espada", disse seu pai, Paul. "Eu falei para ela deixar de ser boba e que provavelmente apenas parte de uma cerca, até olhar para baixo e perceber que era uma espada!"

Por mais legal que seja essa história, o pai dela já suspeitava que a espada fosse na verdade um objeto cenográfico, e que não devia ter mais de 30 anos.


Século 2017 - parte 2

Quando essa história começou a ganhar a mídia, um homem chamado Mark Wilkins informou aos jornais locais que foi ele quem jogou a espada lá.

"Nos anos 80, eu era muito espiritualizado na religião Celta. E na crença celta, quando você quer honrar os deuses, você faz um sacrifício ou uma oferenda. (...) Eu escolhi esse lago para honrar as lendas. (...) O engraçado é que tem gente para confirmar a história, já que na época eu costumava ficar bêbado e sair pela cidade vestido de cavaleiro."


Ele disse que adorou a atenção que a mídia deu para este acontecido, e que não quer roubar os holofotes da Matilda, apenas quis esclarecer a origem da espada.

"Eu espero que pra ela isso tudo esteja sendo mágico, e que ela possa se tornar mais forte com isso"


Fontes:
UOL Jogos
All That is Interesting

quarta-feira, 15 de julho de 2015

Tabela de Criação de Personagens do Adrianão

Nos últimos dias, o Adrianão postou no grupo do RPG uma tabela para criar personagens aleatoriamente, jogando dados (de 10 faces, de 20 faces, de 100 faces...) para decidir classe, profissão, habilidades, talentos, traumas, vícios etc.





Eu ajudei fazendo uma tabela anexa só de animais. Se a raça do personagem cair em centauro, por exemplo, porque ser metade homem, metade cavalo? Poderia ser metade homem, metade rinoceronte, por exemplo! Ou metade tricerátops! Ou dragão!!!

Eu fiz um personagem sorteando com a tabela e deu o seguinte:

Classe: Ladino
Raça: Shifter (uma espécia de homem-fera)
Profissão: Ferreiro
Background: Linhagem mágica, exposto a uma transformação
Traços: Oportunista, tem um inimigo mortal, tem contatos importantes.
Hábitos e Hobbies: adora contar histórias, jogar cartas/dados.
Skills: +4 em Enganar

Depois de ficar pensando por um tempo, escrevi uma história para ele.


Eu tinha 10 anos naquele dia fatídico. Éramos eu e mais quatro irmãos mais novos. E uma lembrança vaga de um irmão mais velho, que havia fugido de casa alguns anos antes.

Desde pequeno eu sempre fui criado para seguir a tradição da família trabalhando como ferreiro.

Meus pais sempre me contaram histórias de que uma maldição corria na nossa família. Todos condenados a viver sob a sombra de Shakasta, a deusa da noite e da morte.

Ao completar 10 anos de idade, eu entendi porque nossos animais sempre desapareciam e entendi que meu irmão não havia fugido de casa. Na noite do meu aniversário, meus pais me deixaram sozinho no quarto e pediram que eu esperasse. Acabei pegando no sono e quando acordei dei de cara com meu tio-avô, o sacerdote da família.

A sua eterna expressão séria e sombria sempre me deu medo, mas isso não era motivo para deixar de cumprimentá-lo. Mas quando fui me levantar, percebi que não estava mais na minha cama, e sim no chão, amarrado. Ao meu redor, o desenho de um símbolo mágico riscado no chão com carvão.

Por todo o quarto, velas azul escuras - indicando louvor a Shakasta - iluminavam o ambiente. Na minha frente, uma jaula com uma pantera negra olhando fixamente nos meus olhos. As cordas me mantinham completamente imóvel.

Eu não sei quanto tempo passou até que meu algoz começasse a falar.

- Ó poderosa Shakasta! Por favor, aceite este humilde sacrifício como prova de nossa devoção e como pedido de perdão pelos erros das gerações passadas!

Então ele puxou a trava da jaula.

- Que a escuridão devore esta alma inocente!!!

E abriu a porta da jaula.

Como um raio negro, o enorme vulto disparou em minha direção e tudo se apagou.

Eu acordei alguns dias depois em uma casa pequena e mal iluminada, com uma garota jogando água no meu rosto. Era Ayna.

Ela me explicou que eu cheguei boiando pelo rio e que estávamos na cidade de Ozask. E me perguntou o motivo da minha aparência. Foi quando olhei para minhas mãos e pés. Meu corpo estava transformado. Pelugem densa negra. Apenas quatro dedos com garras nas mãos e pés e uma longa cauda. Então peguei uma bandeja para olhar meu reflexo. Pêlos negros no rosto todo, nariz largo e achatado, orelhas pontudas, longos bigodes, pupilas fendidas e dentes afiados.

O ritual havia fundido os corpos meu e da pantera, me transformando em uma espécie de meio homem. Algo que, sinceramente, para um garoto de 10 anos, foi muito legal!


Ayna também era parte animal, mas com leão. Sendo os únicos meio-animais da cidade, sempre tivemos que viver nos becos junto com foras-da-lei e prostitutas, ganhando a vida com pequenos serviços que, digamos, não são muito apreciados pela família tradicional de Ozask.

Hoje, eu com 17 anos e Ayna com 20 somos respeitados por todo o submundo da cidade. E odeio todo tipo de extremismo religioso.

terça-feira, 4 de novembro de 2014

Alinhamentos de RPG (e da vida real tbm)

Quando se cria uma ficha de personagem de RPG, mais especificamente de D&D 3.0 e 3.5, existe uma informação a ser preenchida chamada "alinhamento". Essa informação serve para ajudar na tomada de decisões.

O alinhamento depende de duas escolhas. Uma delas é escolher entre ser bom, neutro ou mal. E a outra é escolher entre leal, neutro e caótico.


Bem e Mal

Personagens e criaturas boas protegem vida inocente. "Bem" implica altruísmo, respeito pela vida e consideração pela dignidade de seres sensíveis. Personagens bondosos fazem sacrifícios pessoais para ajudar os outros em maior ou menor grau.

Personagens e criaturas más degradam ou destroem vida inocente, por diversão ou por lucro. "Mal" implica ferir, oprimir e matar os outros. Algumas criaturas más simplesmente não têm compaixão alguma pelos outros e matam sem escrúpulos se fazê-lo for conveniente. Outros ativamente buscam o mal, matando por esporte ou por dever para com alguma divindade ou mestre mau.

Pessoas que são neutras quanto a bem e mal têm escrúpulos em matar inocentes mas não têm o compromisso de fazer sacrifícios para proteger ou ajudar os outros. Pessoas neutras se comprometem a outros por relações pessoais. Uma pessoa neutra pode se sacrificar para proteger sua família ou mesmo sua terra, mas não o faria por estranhos que não estão ligados a eles.

Lei e Caos

Personagens leais falam a verdade, mantém sua palavra, respeitam autoridade, honram tradição e julgam aqueles que não estão à altura de seus deveres. "Lei" implica honra, confiabilidade e obediência a autoridade. Por outro lado, pode incluir mentalidade fechada, aderência reacionária à tradição e falta de adaptabilidade.

Personagens caóticos seguem suas consciências, ressentem serem ditos o que fazer, favorecem novas idéias acima da tradição e fazem o que prometem se acharem por bem. "Caos" implica liberdade, adaptabilidade e flexibilidade. Por outro lado, caos pode incluir imprudência, ressentimento para com autoridade legítima, ações arbitrárias e irresponsabilidade.

Pessoas que são neutras quanto a lei e caos possuem um respeito normal por autoridade e não sentem compulsão nem a obedecer nem a rebelar-se. São honestas, mas podem ser tentadas a mentir ou enganar outros.




Fontes:
Wikipedia
Cronicasdemilmundos
Jovem Nerd

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Pixelcast

Quando o Pixeland ainda existia, nós gravamos um podcast. Os participantes foram os diretores do Pixeland, que eram o Luigi, o Lois, a Vanessa, o Fell e eu.

A idéia era que fosse o primeiro Pixelcast a ir para o ar, então a temática foi bem abrangente e nós pensamos em algo que apresentasse os participantes para o mundo.

O tema/título escolhido foi: "Se Minha Vida Fosse uma Ficção"

Para o podcast, o Luigi, pediu que escrevêssemos um texto falando sobre isso para lermos durante a gravação. Eis o resultado =)



Arte feita pelo Brunãoo!!


segunda-feira, 24 de março de 2014

Fate RPG

Outro dia, nós, da turma do RPG, começamos uma aventura com um novo sistema, chamado Fate. A proposta desse sistema é se adaptar com facilidade a qualquer universo. Humanos, monstros, alienígenas, Idade Média, Faroeste, Egito Antigo, Futuro Distópico, qualquer coisa que sua imaginação deixar.

Portanto a ficha de personagem não tem uma categoria pra raça, uma pra classe e uma para habilidades com limitações numéricas. As características do personagem são definidas por cinco aspectos, que depois poderão ser usados a seu favor, ou contra você.

O primeiro aspecto é o "Conceito Principal". Que seria a descrição do seu personagem em pouquíssimas palavras. Por exemplo, um cowboy aposentado, um meio-dragão caçador de recompensas, um caçador de orcs, um robô hacker, um escravo fugitivo...

O segundo aspecto é o "Trouble" (problema). Este deve ser um aspecto que seja, quase sempre, ruim para o personagem. Algum tipo de fobia, fúria incontrolável a provocações, alcoólatra, fraqueza contra algum tipo de ataque, coisas assim.


Os outros três aspectos vêm da história do personagem. Os jogadores inventam uma história para seu personagem. No caso de um escravo fugitivo, por exemplo, ele pode ter matado seus antigos donos e por isso é procurado pela polícia. "Procurado pela polícia" poderia ser um aspecto. Ou um caçador de recompensas pode ter tido uma missão em que ele recebeu algum tipo de maldição, de trauma, de fama... Como eu já disse, são muitas as possibilidades.

Criados os personagens, deve-se criar o mundo em que vai se passar a aventura. Essa é uma etapa que o mestre e o jogadores fazem juntos. Não só a época e localização, mas também os problemas pelos quais ele estará passando e os NPCs (personagens não jogáveis). Devem ser dois problemas, e eles podem ser um problema recorrente ou um problema iminente. Um problema recorrente é algo corriqueiro. A cidade pode estar sofrendo ataques constantes de gangues, ou mortes misteriosas estão acontecendo. E um problema iminente é algo grande que está por vir, como um exército inimigo se aproximando, ou a lua caindo na Terra. Os NPCs podem ser o dono da taverna que ajuda vocês, o prefeito da cidade que é um alienígena disfarçado etc.

Criados os personagens e o mundo, começa a aventura. E aí que está a grande diferença do Fate. Você usa pouquíssimo o dado e apenas dados de 6 face. E as ações são definidas muito mais pelos aspectos do personagem do que pela sorte. Além disso, não precisa ficar fazendo um monte de conta chata. Você joga 4 dados, cujos valores podem ser -1, 0 ou +1 e junta com suas habilidades. E o oponente joga 4 dados pra fazer a defesa. O número maior vence. Simples assim.


Fate em inglês é destino. Todos os jogadores começam com três pontos de destino, que podem ser feijões, pecinhas de War etc. E você pode mudar o destino do seu personagem usando seus aspectos. Por exemplo, você vai atirar em um inimigo e joga os dados. Se você errar, você pode usar seu aspecto e falar, por exemplo, "Meu personagem é um atirador de elite, ele não teria errado esse tiro", ou "Meu personagem é um caçador de monstros, é óbvio que ele sabe reconhecer essa pegada."

Se você usar um aspecto a seu favor, entrega um ponto de destino ao mestre. Mas você também pode usar os aspectos contra o personagem. Por exemplo, se sua equipe por algum motivo ficar exposta em um lugar público, e seu personagem for procurado pela polícia, vocês vão arrumar altas confusões. Ou então o personagem tem algum trauma ou maldição que o impede de realizar uma missão. Então, nesses casos, você ganha um ponto de destino.

Fora isso, o jogo é um RPG como qualquer outro, com mestre e jogadores. Mas a gama muito maior de possibilidades faz dele uma experiência diferente de qualquer outro sistema.

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

RPG - Faroeste Steampunk - Parte 2

Continuação da Parte 1

Depois de lutarmos contra o lobisomem monstrão, esperamos ele voltar à forma humana e o interrogamos pra saber sobre a família Lockwood e os lobisomens. Então explodimos a caverna com algumas dinamites que estavam ali mesmo e fomos embora.

Então voltamos pra cidade, mas acampamos por um dia pra descansar e nos curar dos ferimentos. Quando voltamos para a cidade, havia dezenas de corpos espalhados pela rua e nossos amigos Ferreiro Bill e Madame Tollouse haviam desaparecido. A cidade havia sido atacada por lobisomens enquanto nós não estávamos lá.

Quando estávamos indo procurar pelo dono do Saloon, nosso amigo Bola de Fogo, ouvimos o chefe da família Lockwood, John Lockwood, chegando à cidade acompanhado de seus capangas, todos a cavalo. Ele estava com uma gatling gun movida a vapor e gritava anunciando que agora que ele tinha chegado tudo ficaria bem. E quando nos viu gritou para a multidão que nós éramos os verdadeiros culpados por tudo. Tentamos atirar nele, mas todo mundo errou. Então Sloan correu por cima dos telhados, Rubio por trás das casas e Rusty Joe por dentro. Todos perseguidos pela multidão.


Conseguimos nos aproximar de John Lockwood. Sloan deu um salto de cima do telhado desviando dos tiros de gatling gun de Lockwood e dos tiros de revólver dos outros. E Rusty Joe chegou afugentando os cavalos dos capangas dando tapas neles com sua mão de metal (pois o outro estava inutilizada por um garfo espetado pelos cidadãos que me perseguiam). Em seguida, duas coisas épicas aconteceram ao mesmo tempo.

Rubio subiu no cavalo de Lockwood e, com o cavalo cavalgando, os dois ficaram trocando porradas e facadas, até que Rubio precisou saltar para salvar sua vida e ficou sozinho no meio do deserto. Enquanto isso, Sloan e Rusty Joe foram acuados pela multidão enfurecida. Rusty tentou conversar e convencer a população a não brigar, mas viu que não ia adiantar. Então pegou uma garrafa de uísque da bolsa e tomou a metade que ainda tinha. Quebrou a garrafa e disse "Então vem, seus vagabundo"

No dia seguinte, Sloan e Joe acordaram completamente desarmados no porão de uma casa. Então eu consegui abrir o alçapão e assim que saímos, Rubio estava entrando pela janela, pegando de surpresa nossos sequestradores. Recuperamos nossas armas e fugimos da cidade.

Descansamos por uma semana, até encontrar uma casinha abandonada, onde estava o Ferreiro Bill, mas muito mais barbudo e forte. Tentamos falar com ele e descobrir o que tinha acontecido, mas ele não lembrava de nada. Então cinco lobos apareceram, nos cercaram e estavam prontos para nos atacar, quando de repente, um grande lobo branco, acompanhado de mais alguns lobos cinzas apareceram e nos salvaram.


Rubio teve um enorme impulso de matar o lobo branco, pois fora ele que matara sua família, 13 anos antes. Então o lobo branco falou onde John Lockwood estava protegido e nós fomos até lá. Era uma base do exército mexicano. Estilo forte apache, protegido por canhões e guardas.

Lá perto, nós matamos alguns guardas e nos infiltramos numa caravana mexicana que levava alimentos para o forte. Então, quando íamos começar a emboscada, vimos que dezenas de soldados americanos também estavam escondidos nos sacos de grãos. A caravana inteira era de americanos disfarçados indo emboscar os mexicanos.

Quando o pau começou a comer, os americanos se apossaram da arma secreta que os mexicanos estavam desenvolvendo. Robôs de guerra gigantes. nós subimos na torre e entramos no quarto onde Lockwood estava. Ele ficou apavorado e fugiu pela janela. Mas assim que pulou, o grande lobo branco o agarrou no ar e os estripou no meio do pátio.

John Lockwood está morto, encerrando a saga "Blaze of Glory", de Rusty Joe, Sloan e Rubio no Vale da Ferrugem.

O destino agora é a grande cidade de Campos Cromados. Rusty Joe vai procurar um mecânico pra acoplar a gatling gun de John a seu braço mecânico. Sloan vai procurar alguma missão de investigação em nome do governo. E Rubio vai pesquisar mais sobre lobisomens e a história do lobisomem branco.

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

RPG - Faroeste Steampunk

De uns tempos pra cá, eu e meus amigos de RPG - Altivo, Adriano, Cesar, Fell, Ribas e às vezes Cansas, Beatles e Rafão - temos experimentado outros sistemas de RPG além do D&D.

Explicação rápida: Um sistema de RPG é o conjunto de regras para jogar. Ele pode ser como o D&D (Dungeons and Dragons), em que você precisa jogar um dado de 20 faces pra representar sua sorte em qualquer coisa que for fazer, desde dar uma machadada em um inimigo até abrir uma fechadura. Ou então pode ser como em Vampiro, em que quase não há dados e os jogadores simplesmente vão contando a história.


Nós já testamos um sistema chamado Blood and Honor, em que os personagens são samurais. Foi meio chato porque as regras eram confusas e era desses que é só falado, quase sem nada de porradaria e de precisar sorte nos dados. Jogamos também o "O Um Anel", baseado no Senhor dos Anéis. Foi mais legal. Apesar da criação dos personagens ser bem limitada aos do filme. Nosso grupo era um anão com machado, um elfo com arco, um humano com espada e um hobbit com punhal.

No último domingo, nós jogamos um sistema chamado Fate. A principal característica desse sistema é que ele se adapta a qualquer universo. Idade Média com magia, Atualidade, Época Vitoriana, Steampunk, Zumbis, qualquer coisa!

Nós fizemos um faroeste Steampunk. A aventura se passava em uma cidade chamada Vale da Ferrugem. Dominada pela família Lockwood, que explora a mina de carvão que há próxima a cidade.

Meu personagem se chama Rusty Joe e é um cowboy aposentado e bêbado que usa um braço de prótese. Além de seu revólver, ele tem uma arma escondida no braço mecânico que consegue dar um único tiro por vez, mas é um tiro mega forte. E apesar de ser velho e mal-humorado, ele não resiste ao ímpeto de proteger pessoas indefesas.

O personagem do Cesar, é Rubio, um jovem de origem cigana que perdeu sua família em um ataque de lobisomens. Desde então ele caça lobisomens usando duas kukris de prata e facas de arremesso, também de prata. E ao invés de montar em um cavalo como os outros fazem, ele tem um monociclo a vapor.

Pra quem não sabe, isso é uma kukri:


E o personagem do Adriano é Sloan, um investigador federal que veio estudar os estranhos ataques que vem acontecendo na cidade. Ele usa um sabre do uniforme da polícia federal.

E o grande problema que levará nossos heróis a embarcar na aventura é: O Vale da Ferrugem está sendo atacado por lobisomens.


Na nossa primeira missão, fomos procurar crianças que sumiram. Os rastros levaram à mina de carvão, onde nós descobrimos que a família Lockwood usava trabalho escravo. Então matamos os guardas, libertamos os trabalhadores e levamos as crianças de volta.

Depois fomos investigar a mansão da família Lockwood, onde meu personagem ficou bêbado com as bebidas chiques da casa e chamou a atenção de todos os guardas, fazendo com que eles fuzilassem a casa inteira do lado de fora. Enquanto isso, Sloan procurava alguma passagem secreta no escritório do chefe da família, John Lockwood, até que encontrou um alçapão, por onde todos conseguiram fugir e despistar os guardas.

Desse alçapão encontramos um túnel/caverna que levava até uma área escondida perto da cidade. Nos escondemos no meio do mato e esperamos anoitecer. Quando já estava escuro, começou um movimento lobos gigantes entrando e saindo do túnel. Até que dois entraram levando um corpo e o movimento parou. Nós tentamos entrar sem ser percebidos, mas não deu certo, então eu já cheguei tocando o terror. Dei um tiro com uma bala de prata no meu braço mecânico que arrebentou um dos lobos, cortando-o ao meio. E o outro teve sua barriga rasgada pela kukri de Rubio. Depois apareceu um lobisomem monstrão que nós derrotamos, mas mantivemos vivo para interrogar.

Então já eram 10h da noite e as pessoas precisavam ir pra casa. Mas pretendemos continuar com essa história!

Meu personagem:


Continuação desse post: aqui

terça-feira, 9 de abril de 2013

Leeroy Jenkins

LEEEEROOOY JENKIIINS!!!!!!!!!!

Leeroy Jenkins é um jogador de World of Warcraft que ficou famoso nas internetz após ter seu grande feito gravado e colocado no youtube. Foi tão foda que até fizeram umas fan arts.


World of Warcraft é um MMORPG (Massive Multiplayer Online RPG (Roleplaying Game)). Isso quer dizer que muita gente joga junta ao mesmo tempo em um mesmo servidor, mas cada uma com seu personagem. Dentro desse mundo virtual, existem várias missões. Alguma simples, como matar 20 monstrinhos toscos do bosque e algumas mais complicadas e que precisam ser feitas em equipe, como matar os dragões da caverna, evento que só acontece uma vez por mês ou uma vez por semana, sei lá...


Certa vez, um grupo de aventureiros se encontrou em frente a esta caverna para organizar a estratégia de como iriam invadir a caverna. Os arqueiros atrás pq atacam de longe, quem tiver uma armadura enorme e aguentar porrada vai na frente, os magos levam o que precisar pra curar e deixar os amiguinhos mais fortes, essas coisas...

Enquanto um dos jogadores estava dando as instruções pelo teamspeak, um outro jogador estava com a observação AFK em seu personagem, o que significa que ele estava Away From Keyboard, ou seja, foi no banheiro, ou foi fazer um lanchinho etc.


Quando ele voltou, ao invés de ouvir as instruções, simplesmente saiu gritando "Leeeeroooy Jenkiins!!!" e correu pra dentro da caverna, deixando todo o resto do grupo do lado de fora sem saber o que fazer. E vc ouve o cara que tava dando instruções falando "Oh my God, he just ran in". É genial.

Acaba que eles entram sem organização nenhuma e todo mundo morre e fica puto com o Leeroy. Mas apesar disso, "Leeroy Jenkins" virou um grito encorajador foda (pelo menos pra mim).


Depois de 4 anos, com a chegada da expansão 3.0.2 de World of Warcraft, que introduziu um sistema de títulos por grandes feitos, a Blizzard homenageou este jugador incluindo o título de "Jenkins" que consiste em acabar com 50 desses dragões em menos de 15 segundos.

domingo, 21 de outubro de 2012

Os 10 mandamentos do Marcelo

1 - O Lobo da Coragem é e sempre será o teu guia espiritual;


2 - Farás tudo da maneira mais tr00;
3 - Não recusarás a comida oferecida (principalmente doces);
4 - Não negarás comida a quem precisa;
5 - Honrarás o Rock, o Metal e os grandes nomes da história da música;


6 - Honrarás os grandes nomes das artes e das ciências;
7 - Combaterás o funk, o axé, o pagode e todas essas porcarias;
8 - Serás o último a abandonar um navio afundando;
9 - Respeitarás a fauna e a flora que vivem em teu cabelo e tua barba;
10 - Tudo o que acontecer com você é uma aventura incrível e deve ser narrado como tal.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Entendendo um pouco de RPG



O Roleplaying Game, ou seja, jogo de interpretação de personagens, surgiu por volta de 1974 nos EUA, baseado em jogos de estratégia e literatura fantástica (principalmente as obras de John Tolkien - autor da trilogia do Senhor dos Anéis).

Para jogar RPG, é preciso um mestre e jogadores. A função do mestre é apresentar ao grupo de jogadores uma história, que contenha obstáculos, charadas e situações que exigirão escolhas por parte dos jogadores. E os jogadores controlam personagens que irão participar da história, discutindo e fazendo escolhas diante dos obstáculos que surgirem.

Uma pergunta comum é "Quem ganha o jogo"? Essa noção não se aplica em um jogo de RPG, uma vez que ele não é focado em uma disputa entre os jogadores e sim na cooperação. Em um jogo de RPG os personagens fazem parte de um grupo, e esse grupo precisa ser unido e trabalhar em conjunto para ter sucesso em suas aventuras.

Em um jogo de RPG, cada jogador tem grande liberdade para criar o seu personagem e interpretá-lo. Mas existem algumas questões a serem consideradas. Uma coisa importante é que o personagem tem os seus próprios conhecimentos, que nem sempre são os mesmos do jogador.

Um exemplo: Uma vez eu fui com o PH, o Gaúcho e um pessoal num evento para conhecer a versão 4.0 de D&D. Nós jogamos duas vezes a mesma aventura padrão que eles forneceram. Da primeira vez foi o PH que narrou. Nós descobrimos que tínhamos que reorganizar umas estátuas para abrir uma porta. Da segunda vez foi o Gaúcho. Nós sabíamos o que fazer com as estátuas mas nossos personagens não. Então resolvemos quebrar todas as estátuas. Huahuhahuauha

Como em uma aventura de RPG sempre existem eventos aleatórios, nem tudo pode ser decidido de forma direta pelo narrador ou jogadores. Para representar a aleatoriedade das partidas da forma mais imparcial possível, no RPG existem regras para definir o sucesso ou fracasso de uma ação.


Quando um jogador tenta fazer alguma coisa relativamente complexa, como lutar ou fazer acrobacias, um teste com dados deve ser feito para decidir o sucesso ou fracasso. Cada sistema possui as suas próprias regras, que definem que números no dado determinam um sucesso ou fracasso em cada jogada.

Exemplo: O personagem está preso em uma sala em que há apenas uma porta de madeira trancada, então o jogador decide arrombá-la. O mestre pode dizer "Jogue um d20" (dado de 20 lados). Quem decide a facilidade com que a porta será quebrada é o mestre. Então ele poderia considerar que um resultado de 1 a 15 não seria suficiente, mas um resultado de 16 a 20 seria suficiente para abrir a porta.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Retrospectiva 2011

Mais um ano que se acaba e mais uma retrospectiva aqui no blog. Acho que esse ano a minha maior conquista foi começar a trabalhar. Aliás, comecei com dois empregos! E agora estou na minha querida cinevideo. =)

No começo do ano, a Marina, o Fell e a Mari fizeram intercâmbio. Mari e Fell ficaram no Novo Mexico por 4 meses. Chegaram lé em um clima glacial e saíram de lá num clima infernal. Já a Marina passou 6 meses na Australia. Trabalhou num rodízio de churrasco, um Brazillian Restaurant, e depois foi viajar por vários dias pelos lugares selvagens da Australia.

E em Junho/Julho o Leozãoo passou 40 dias na Rússia. Passando por várias cidades, incluindo Paris na ida e Amsterdam na volta.

No Carnaval eu, o Lamon e o Leozãoo fomos ao Guarujá e ficamos jogando aqueles sprays de espuma na galera. Em agosto, eu, o Lamon o Fell e o Luigi fomos até Batatais acampar no Batatais Moto Fest.



Comecei a jogar um RPG com o Altivão. D&D 4.0. Terminei minhas aulas no DRC dos 6 módulos de Maya e agora sou formado.

No aniversário da Leticia eu doei sangue e depois de umas semanas recebi uma carta agradecendo pelas vidas que eu posso ter salvo e falando que meu tipo sanguíneo é AB+. Tiveram as muitas House Partys na casa Mari, aniversário, Halloween ou simplesmente pela farra de juntar a galere, ouvir um bom roquinrou, jogar Rock Band e beber até cair.

Nesse ano não fomos muito à casa de praia do Leozãoo! E não fomos viajar nas férias de julho. Também teve o Anime Friends, para onde, pra variar, eu fui vestido de Jack Sparrow. Peguei 4 minas acho... Não mandei tão bem como no ano anterior, que eu peguei 9. Também fui pela primeira vez no Zombie Walk.



Na faculdade nós fizemos o programa de TV "Rebobinando" no 1º semestre e o documentário "Tchaka em transe" no 2º semestre. Que apesar de todas as dificuldades saíram muito bons.

Em setembro eu e o Lamon fomos no Rock in Rio. Foi demais, bicho. Passamos 12 horas na Rio-Santos, descrita por alguns como a estrada mais bonita do Brasil.



Eu peguei DP do Cleber pq não li nem assisti nada e entreguei a prova em branco dizendo: "flw psor, até o semestre que vem". Peguei DP de Audiovisual Educativo por ouvir roque pauleira e não achar que Doom e Counter Strike deixam as pessoas violentas. Peguei DP da DP de som. Atuei em alguns curtas dos nossos bixos. E por algum milagre não peguei DP de edição. Aliás, essa história merece um parágrafo só pra ela.

Um dia o professor falou "Marcelo, vem aqui." Eu fui até lá. "Você não fez nenhum dos dois trabalhos?" "Não", eu respondi. Nos olhamos com poker faces e eu voltei pro meu lugar. Então ele falou "Você vai gabaritar a prova né?" e eu respondi "Obviamente!"



Tirei 7,5 na prova. Mesmo que não passasse o semestre teria sido uma vitória pessoal. Mas quando saiu a nota semestral e eu passei foi um dos maiores alívios da minha vida.



Ganhei uns jogos de xbox 360. Completei minha coleção de Assassin's Creed, Final Fantasy XIII, Dante's Inferno, entre outros. E o Lamon me emprestou o Red Dead Redemption.



Agora na última semana eu tive que ir trabalhar. Mas ainda assim consegui sair do trabalho sexta-feira e ir pra praia com o Leozãoo, o Lamon e o Fell. Onde fizemos jaca à pururuca e eu e o Lamon dormimos na areia em volta de uma fogueira.



Voltamos no sábado, dia 31/12/11 e ainda fizemos uma festona de ano novo. Com video-game, churrasco, refrigerante, tequila, piscina, casais inesperados, fogos de artifício e um belo café da manhã.


É isso aí! Aproveitem bem 2012 porque pode ser o último ano de suas vidas! Hauhauahua!

Beijos meus queridões!