Frequentemente, eu vejo discussões idiotas super acirradas, discursos de ódio e segregação, fanáticos cegos com discursos sem fundamento, pessoas ignorantes se orgulhando da mediocridade, desrespeito, violência...
Aí eu lembro que um dia o sol vai se expandir em uma gigante vermelha e incinerar a Terra. E não vai sobrar mais nada... Não vai sobrar esquerda e direita, nem religioso e ateu, nem baratas e mosquitos... Nadica de nada.
E mesmo sabendo que faltam bilhões de anos pra isso, eu abro um sorriso satisfeito e meu coração se enche de alegria.
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quarta-feira, 18 de janeiro de 2017
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016
Hevisaurus
Hevisaurus é uma banda finlandesa de heavy metal direcionada para o público infantil, que se vestem com fantasias de dinossauros. A banda começou com o baterista Mirka Rantanen da banda Thunderstone. O seu primeiro álbum foi Jurahevin kuninkaat, que significa "Reis do Metal Jurássico".
Após Mirka Rantanen participar de concertos de música para crianças com seus filhos, ele decidiu começar uma banda de heavy metal para crianças.
Rantanen e amigos da comunidade headbanger finlandesa começaram a escrever e gravar músicas que abordam temas como aventuras após terminar as tarefas de casa, duelar com monstros e voar com dragões.
Segundo a história da Hevisaurus, os membros da banda foram chocados de cinco ovos de metal que haviam sido enterrados em uma montanha há 65 milhões de anos. Raios e feitiços de bruxas desenterraram os ovos e os trouxeram à vida.
Herra Hevisaurus é um tiranossauro rex, Komppi Momppi é um apatossauro, Milli Pilli é um tricerátopo e Riffi Raffi, embora tenha sido chocado dos mesmos ovos, é um dragão.
A banda é composta por 5 membros
Herra Hevisaurus, o vocal, é um tiranossauro rex
Milli Pilli, tecladista, é um tricerátops
Komppi Momppi (Mirka Rantanen, fundador da banda), baterista, é um apatossauro
Riffi Raffi, o guitarrista, é um dragão
E Muffi Puffi, o baixista, é um estegossauro
Após Mirka Rantanen participar de concertos de música para crianças com seus filhos, ele decidiu começar uma banda de heavy metal para crianças.
Rantanen e amigos da comunidade headbanger finlandesa começaram a escrever e gravar músicas que abordam temas como aventuras após terminar as tarefas de casa, duelar com monstros e voar com dragões.
Segundo a história da Hevisaurus, os membros da banda foram chocados de cinco ovos de metal que haviam sido enterrados em uma montanha há 65 milhões de anos. Raios e feitiços de bruxas desenterraram os ovos e os trouxeram à vida.
Herra Hevisaurus é um tiranossauro rex, Komppi Momppi é um apatossauro, Milli Pilli é um tricerátopo e Riffi Raffi, embora tenha sido chocado dos mesmos ovos, é um dragão.
A banda é composta por 5 membros
Herra Hevisaurus, o vocal, é um tiranossauro rex
Milli Pilli, tecladista, é um tricerátops
Komppi Momppi (Mirka Rantanen, fundador da banda), baterista, é um apatossauro
Riffi Raffi, o guitarrista, é um dragão
E Muffi Puffi, o baixista, é um estegossauro
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terça-feira, 8 de dezembro de 2015
Banda Utopia
Antes de os Mamonas Assassinas se tornarem a maior banda de todos os tempos, eles tinham outro nome: Utopia.
O Utopia surgiu em 1989, quando Alberto Hinoto (que mais tarde adotaria o nome artístico de Bento) e irmãos Samuel e Sérgio Reoli decidiram criar uma banda. Alberto seria guitarrista no conjunto, enquanto Sérgio tornou-se baterista e Samuel baixista. Durante show realizado em Julho de 1990 no Parque Cecap, um conjunto habitacional de Guarulhos, o público pediu que eles cantassem Sweet Child o' Mine, do Guns N' Roses. Como não sabiam a letra, pediram que alguém do público subisse no palco para ajudá-los. Dinho ofereceu-se e isso garantiu seu posto de vocalista do Utopia. Em 1990, por intermédio de Sérgio, o tecladista Márcio Araújo é inserido no grupo.
Eles começaram a apresentar-se na periferia de São Paulo e foram percebendo que as palhaçadas e músicas de paródia eram mais bem recebidas pelo público do que os covers e as músicas sérias. E assim foram seguindo por este caminho.
Depois de conseguir contato com o vice-presidente da EMI, mudaram o nome da banda e conseguiram entrar na indústria da música.
Se você, assim como eu, não conhecia esta banda, tenham o prazer de ouvir de novo os Mamonas Assassinas pela primeira vez:
O Utopia surgiu em 1989, quando Alberto Hinoto (que mais tarde adotaria o nome artístico de Bento) e irmãos Samuel e Sérgio Reoli decidiram criar uma banda. Alberto seria guitarrista no conjunto, enquanto Sérgio tornou-se baterista e Samuel baixista. Durante show realizado em Julho de 1990 no Parque Cecap, um conjunto habitacional de Guarulhos, o público pediu que eles cantassem Sweet Child o' Mine, do Guns N' Roses. Como não sabiam a letra, pediram que alguém do público subisse no palco para ajudá-los. Dinho ofereceu-se e isso garantiu seu posto de vocalista do Utopia. Em 1990, por intermédio de Sérgio, o tecladista Márcio Araújo é inserido no grupo.
Eles começaram a apresentar-se na periferia de São Paulo e foram percebendo que as palhaçadas e músicas de paródia eram mais bem recebidas pelo público do que os covers e as músicas sérias. E assim foram seguindo por este caminho.
Depois de conseguir contato com o vice-presidente da EMI, mudaram o nome da banda e conseguiram entrar na indústria da música.
Se você, assim como eu, não conhecia esta banda, tenham o prazer de ouvir de novo os Mamonas Assassinas pela primeira vez:
sexta-feira, 25 de setembro de 2015
Arandu Arakuaa
Ontem eu estava em casa quando ouvi uma música de tambores tribais meio indígena vindo do ateliê... Fui ver o que a dona Agnes estava aprontando. Cheguei lá sem camisa, de cabelo solto cobrindo a cara fazendo uma dança tribal com chocalhos imaginários (do jeito mais estereotipado possível).
De repente a música virou um heavy metal e eu fiquei sem entender nada.
Era a banda Arandu Arakuaa. Uma banda brasileira de folk metal. Tudo bem, nós já conhecemos folk metal, são aquelas músicas que misturam metal com músicas tradicionais de culturas antigas da região. Mas nós estamos acostumados com folk metal europeu, que se mistura com músicas celtas, vikings e essas coisas.
Mas o Arandu Arakuaa é brasileiro. E suas letras são nos idiomas indígenas Tupi, Xerente e Xavante. E eu confesso que ver uma música brasileira cantada em tupi me deixou emocionado. Mesmo sem entender absolutamente nada. Huahuaha...
A banda é composta por Nájila Cristina (Vocais/Maracá), Saulo Lucena (Contrabaixo/Vocais de Apoio/Maracá), Adriano Ferreira (Bateria/Percussão) e Zândhio Aquino (Guitarra/Viola Caipira/Vocais/Teclado/Maracá), que foi quem deu início à banda em 2008, quando começou a escrever músicas em tupi antigo.
E o uso da viola caipira nas músicas realça ainda mais a brasilidade da banda. Zândhio usa uma guitarra viola, instrumento que ele mesmo criou.
Aqui alguns clipes deles. O último tem a letra da música, tente acompanhar!
De repente a música virou um heavy metal e eu fiquei sem entender nada.
Era a banda Arandu Arakuaa. Uma banda brasileira de folk metal. Tudo bem, nós já conhecemos folk metal, são aquelas músicas que misturam metal com músicas tradicionais de culturas antigas da região. Mas nós estamos acostumados com folk metal europeu, que se mistura com músicas celtas, vikings e essas coisas.
Mas o Arandu Arakuaa é brasileiro. E suas letras são nos idiomas indígenas Tupi, Xerente e Xavante. E eu confesso que ver uma música brasileira cantada em tupi me deixou emocionado. Mesmo sem entender absolutamente nada. Huahuaha...
A banda é composta por Nájila Cristina (Vocais/Maracá), Saulo Lucena (Contrabaixo/Vocais de Apoio/Maracá), Adriano Ferreira (Bateria/Percussão) e Zândhio Aquino (Guitarra/Viola Caipira/Vocais/Teclado/Maracá), que foi quem deu início à banda em 2008, quando começou a escrever músicas em tupi antigo.
E o uso da viola caipira nas músicas realça ainda mais a brasilidade da banda. Zândhio usa uma guitarra viola, instrumento que ele mesmo criou.
Aqui alguns clipes deles. O último tem a letra da música, tente acompanhar!
sábado, 25 de abril de 2015
Cobras Fumantes
Em 1944 o Brasil enviou para a Europa 25.334 para lutarem na 2ª Guerra Mundial. Muitos voltaram para contar suas histórias. Outros morreram para fazê-las. Era a Força Expedicionária Brasileira, conhecida pela sigla FEB.
Eles adotaram como lema "A cobra está fumando", em alusão ao que se dizia à época que seria "Mais fácil uma cobra fumar cachimbo do que o Brasil participar da guerra na Europa". E assim ganharam o apelido de "Cobras Fumantes".
No ano passado, a banda sueca de Heavy Metal "Sabaton" lançou seu sétimo álbum, chamado "Heroes". E a terceira faixa se chama "Smoking Snakes", música cuja letra homenageia os soldados brasileiros que combateram na 2ª Guerra Mundial - com direito a refrão em português!
A banda Sabaton tradicionalmente explora temas baseados em guerras e batalhas históricas, com bastante conteúdo referente às duas guerras mundiais. Em "Smoking Snakes", a banda homenageia os três heróis brasileiros do 11º Regimento de Infantaria que lutaram até a morte contra tropas alemãs.
Em 14 de abril de 1945, durante a tomada de Montese, na Itália, três soldados brasileiros foram enviados para uma missão de patrulha. Eram eles: Geraldo Baeta da Cruz, 28, Arlindo Lúcio da Silva, 25* e Geraldo Rodrigues de Souza, 26.
De acordo com os registros, os três pracinhas integravam uma patrulha do 11º RI de São João del Rey que teve como esforço principal o combate em montanhas com densos campos de minas e sob o fogo cerrado das metralhadoras alemãs. Em Montense, a tenacidade, o ardor combativo e as qualidades morais e profissionais dos brasileiros foram demonstradas em seu raro espírito ofensivo, sob os fogos da Infantaria e Artilharia do Inimigo, transpondo caminhos difíceis, neutralizando campos minados, assegurando posteriormente a posse definitiva dessa importante posição para a Divisão Brasileira.
Em uma dessas incursões, os pracinhas mineiros se depararam com toda uma companhia do exército alemão composta de aproximadamente 100 homens. Eles receberam ordens para se render, mas continuaram em combate até ficarem sem munição e serem mortos.
Mas ao invés da vala comum, receberam honras especiais do Exército alemão. Admirado com a coragem e resistência do trio, o comandante nazista mandou enterrá-los e colocar, sobre a cova, uma cruz e placa com a inscrição: “Drei Brasilianische Helden” (Três Heróis Brasileiros). Terminada a guerra, seus restos mortais foram trasladados para o Cemitério de Pistoia, na Itália, e depois para o Monumento aos Pracinhas, no Aterro do Flamengo, Rio de Janeiro/RJ,
Fontes:
Defesa Aérea & Naval
Wikipedia
Francisco Miranda - Blog
* Nota: Pensar que um moleque mineiro da minha idade morreu na Italia metralhando nazistas me deixou impressionado e emocionado.
Eles adotaram como lema "A cobra está fumando", em alusão ao que se dizia à época que seria "Mais fácil uma cobra fumar cachimbo do que o Brasil participar da guerra na Europa". E assim ganharam o apelido de "Cobras Fumantes".
No ano passado, a banda sueca de Heavy Metal "Sabaton" lançou seu sétimo álbum, chamado "Heroes". E a terceira faixa se chama "Smoking Snakes", música cuja letra homenageia os soldados brasileiros que combateram na 2ª Guerra Mundial - com direito a refrão em português!
A banda Sabaton tradicionalmente explora temas baseados em guerras e batalhas históricas, com bastante conteúdo referente às duas guerras mundiais. Em "Smoking Snakes", a banda homenageia os três heróis brasileiros do 11º Regimento de Infantaria que lutaram até a morte contra tropas alemãs.
Em 14 de abril de 1945, durante a tomada de Montese, na Itália, três soldados brasileiros foram enviados para uma missão de patrulha. Eram eles: Geraldo Baeta da Cruz, 28, Arlindo Lúcio da Silva, 25* e Geraldo Rodrigues de Souza, 26.
De acordo com os registros, os três pracinhas integravam uma patrulha do 11º RI de São João del Rey que teve como esforço principal o combate em montanhas com densos campos de minas e sob o fogo cerrado das metralhadoras alemãs. Em Montense, a tenacidade, o ardor combativo e as qualidades morais e profissionais dos brasileiros foram demonstradas em seu raro espírito ofensivo, sob os fogos da Infantaria e Artilharia do Inimigo, transpondo caminhos difíceis, neutralizando campos minados, assegurando posteriormente a posse definitiva dessa importante posição para a Divisão Brasileira.
Em uma dessas incursões, os pracinhas mineiros se depararam com toda uma companhia do exército alemão composta de aproximadamente 100 homens. Eles receberam ordens para se render, mas continuaram em combate até ficarem sem munição e serem mortos.
Mas ao invés da vala comum, receberam honras especiais do Exército alemão. Admirado com a coragem e resistência do trio, o comandante nazista mandou enterrá-los e colocar, sobre a cova, uma cruz e placa com a inscrição: “Drei Brasilianische Helden” (Três Heróis Brasileiros). Terminada a guerra, seus restos mortais foram trasladados para o Cemitério de Pistoia, na Itália, e depois para o Monumento aos Pracinhas, no Aterro do Flamengo, Rio de Janeiro/RJ,
Fontes:
Defesa Aérea & Naval
Wikipedia
Francisco Miranda - Blog
* Nota: Pensar que um moleque mineiro da minha idade morreu na Italia metralhando nazistas me deixou impressionado e emocionado.
segunda-feira, 8 de setembro de 2014
Cinemetal T-Shirts
Na viagem para Belo Horizonte, eu reparei que o Duda estava usando umas camisetas muito legais. Que pareciam de banda, mas quando parava pra ler, ao invés do nome da banda estava escrito o nome de algum diretor de cinema.
Eu perguntei onde ele comprou e o site é o Cinemetal T-Shirts.
Além dos modelos que o próprio site já tem, eu fiz mais alguns. Pearl Jam, Queens of the Stone Age e The Beatles:
Eu perguntei onde ele comprou e o site é o Cinemetal T-Shirts.
Além dos modelos que o próprio site já tem, eu fiz mais alguns. Pearl Jam, Queens of the Stone Age e The Beatles:
sexta-feira, 27 de junho de 2014
Ghoultown - Drink with the Living Dead
Outro dia eu estava vendo uns curtas na internetz e uma das coisas com que me deparei, foi o clipe de uma música chamada Drink with the Living Dead, do Ghoultown. E alguns dias depois eu assisti de novo prestando atenção na letra. E é muito foda.
É a história de um cara chamado Stanton Cree que matou outro para roubar seu drink e foi condenado à forca por isso. Mas por ter matado o cara enquanto ele bebia (o que é um pecado terrível) ele foi amaldiçoado a vagar pela terra por toda a eternidade desafiando desconhecidos para duelar ou na bebida ou no tiro.
A história na música é contada por um cara que foi desafiado no balcão de um bar. E ele diz para Stanton Cree:
- Mas é impossível ganhar na bebida de alguém que já está morto.
Stanton Cree ri e diz:
- Eu sei, eu sou condenado a matar inocentes. Mas então se você quiser duelar no tiro, você tem chance de ganhar e eu posso finalmente descansar.
Mas no tiro ele é invencível, então o cara decide enfrentá-lo na bebida mesmo. E ele ganha.
A música termina com ele dizendo:
- Eu acho que essa história não tem nenhuma lição de moral. A não ser que você decida matar um homem pra roubar seu último drink.
I was sittin in the thirsty devil, one sheet hung to the wind
When the bat wings doors creaked open and a stranger sauntered in
He moved his head from side to side and glared with a sunken eye
I heard the spin of a rusty spur as he shook off the dreary night
He lowered his hat, checked his gun and headed toward the bar
Walked on up beside me, i knew he'd traveled far
In a voice as thick as mud he looked to the 'keep and said…
"one shot of whiskey for myself and one for my new friend"
The patrons whispered hushed and low, they seemed to be afraid
As if a ghost had stood right up and walked out of its grave
His face was shallow and dirty, his skin like leather hide
Sure he spoke like any man, but something wasn't right
So i twisted on my stool, turned to him and said
"Thank you sir, but just the same, i'm chasin worms instead"
He growled and shoved the drink my way, his eyes cold as death
"I pick the drinks, you knock 'em back, else draw against my hand"
(Chorus)
When it's six to midnight and the boney hand of death is nigh
You better drink your drink and shut your mouth
If you draw against his hand, you can never win
Go ahead… drink with the living dead
"Who the hell do you think you are?" my patience growin thin
But swallow hard, i had to do, when the story he began
His lips curled back and words came forth starting up the tale
And every face inside that bar turned a shade of pale
"My name is Stanton Cree and i died three years before
I shot a man to steal his drink, at least that's what they hung me for
Now i'm cursed to walk the earth and challenge every night
A man to match me drink for drink or by the bullet die"
(Chorus)
"Now wait a minute, mister, no one makes me a fool"
I pushed the shot of whiskey back on over towards the ghoul
"I love a drink like any man but that's a losin game
To drink or draw against the dead would only be insane"
Stanton Cree tipped his hat and laughed a wicked laugh
"you see, the lord cursed my soul for killin that poor man"
There ain't no choice so you must try to match me shot for shot
If you win, then you'll go free and i can finally rot"
(Chorus)
The barhop nodded slowly and i knew that i was screwed
If i chose to duel the dead then i would surely lose
So i took the glass and threw the shot into my throat
I would match him drink for drink, no matter if i choked
Whiskey, tequila, vodka, rum or gin
Ain't no man that I can't beat, be him live or dead
So into the morning i matched him ounce for ounce
Til Stanton Cree fell over and a winner was announced
Now he rests in his pine box and i still walk the streets
But I don't forget the night when death had chosen me
There ain't no fancy moral to go with this I fear
Unless you aim to kill a man and drink down his last beer!
É a história de um cara chamado Stanton Cree que matou outro para roubar seu drink e foi condenado à forca por isso. Mas por ter matado o cara enquanto ele bebia (o que é um pecado terrível) ele foi amaldiçoado a vagar pela terra por toda a eternidade desafiando desconhecidos para duelar ou na bebida ou no tiro.
A história na música é contada por um cara que foi desafiado no balcão de um bar. E ele diz para Stanton Cree:
- Mas é impossível ganhar na bebida de alguém que já está morto.
Stanton Cree ri e diz:
- Eu sei, eu sou condenado a matar inocentes. Mas então se você quiser duelar no tiro, você tem chance de ganhar e eu posso finalmente descansar.
Mas no tiro ele é invencível, então o cara decide enfrentá-lo na bebida mesmo. E ele ganha.
A música termina com ele dizendo:
- Eu acho que essa história não tem nenhuma lição de moral. A não ser que você decida matar um homem pra roubar seu último drink.
I was sittin in the thirsty devil, one sheet hung to the wind
When the bat wings doors creaked open and a stranger sauntered in
He moved his head from side to side and glared with a sunken eye
I heard the spin of a rusty spur as he shook off the dreary night
He lowered his hat, checked his gun and headed toward the bar
Walked on up beside me, i knew he'd traveled far
In a voice as thick as mud he looked to the 'keep and said…
"one shot of whiskey for myself and one for my new friend"
The patrons whispered hushed and low, they seemed to be afraid
As if a ghost had stood right up and walked out of its grave
His face was shallow and dirty, his skin like leather hide
Sure he spoke like any man, but something wasn't right
So i twisted on my stool, turned to him and said
"Thank you sir, but just the same, i'm chasin worms instead"
He growled and shoved the drink my way, his eyes cold as death
"I pick the drinks, you knock 'em back, else draw against my hand"
(Chorus)
When it's six to midnight and the boney hand of death is nigh
You better drink your drink and shut your mouth
If you draw against his hand, you can never win
Go ahead… drink with the living dead
"Who the hell do you think you are?" my patience growin thin
But swallow hard, i had to do, when the story he began
His lips curled back and words came forth starting up the tale
And every face inside that bar turned a shade of pale
"My name is Stanton Cree and i died three years before
I shot a man to steal his drink, at least that's what they hung me for
Now i'm cursed to walk the earth and challenge every night
A man to match me drink for drink or by the bullet die"
(Chorus)
"Now wait a minute, mister, no one makes me a fool"
I pushed the shot of whiskey back on over towards the ghoul
"I love a drink like any man but that's a losin game
To drink or draw against the dead would only be insane"
Stanton Cree tipped his hat and laughed a wicked laugh
"you see, the lord cursed my soul for killin that poor man"
There ain't no choice so you must try to match me shot for shot
If you win, then you'll go free and i can finally rot"
(Chorus)
The barhop nodded slowly and i knew that i was screwed
If i chose to duel the dead then i would surely lose
So i took the glass and threw the shot into my throat
I would match him drink for drink, no matter if i choked
Whiskey, tequila, vodka, rum or gin
Ain't no man that I can't beat, be him live or dead
So into the morning i matched him ounce for ounce
Til Stanton Cree fell over and a winner was announced
Now he rests in his pine box and i still walk the streets
But I don't forget the night when death had chosen me
There ain't no fancy moral to go with this I fear
Unless you aim to kill a man and drink down his last beer!
terça-feira, 22 de abril de 2014
Birds on The Wire
Certa manhã, enquanto lia seu jornal, Jarbas Agnelli viu uma fotografia de pássaros em fios elétricos. Ele recortou a foto e fez uma música usando a posição exata dos pássaros como notas musicais.
E por algum motivo essa música me lembrou a Requiem of Spirit do Zelda Ocarina of Time
Ele mandou a música para o fotógrafo, Paulo Pinto, que contou para o editor, que contou para um repórter e a história acabou com uma entrevista no jornal. E acabou sendo vencedor do YouTube Play Guggenheim Biennial Festival.
E por algum motivo essa música me lembrou a Requiem of Spirit do Zelda Ocarina of Time
terça-feira, 25 de fevereiro de 2014
Gunter Glieben Glauchen Globen
Em 1983, a banda Def Leppard gravava a música Rock of Ages. No dia da gravação, o produtor alemão Mutt Lange estava junto no estúdio e inventou essa "Língua" gibberisch porque tudo começa com G.
Significa sem os Gs na frente : G-unter = em baixo, G-lieben = amar, G-lauchen = sorrir, G-loben = elogio. Ele inventou para usar no lugar de "1, 2, 3, 4".
Então isso virou uma brincadeira no Studio quando estava gravando a Musica. Em 1998, na música "Pretty Fly (for a White Guy)" da banda The Offspring eles também quiseram usar o "Gunter Glieben Glauchen Globen".
Eis as músicas:
Significa sem os Gs na frente : G-unter = em baixo, G-lieben = amar, G-lauchen = sorrir, G-loben = elogio. Ele inventou para usar no lugar de "1, 2, 3, 4".
Então isso virou uma brincadeira no Studio quando estava gravando a Musica. Em 1998, na música "Pretty Fly (for a White Guy)" da banda The Offspring eles também quiseram usar o "Gunter Glieben Glauchen Globen".
Eis as músicas:
sexta-feira, 17 de janeiro de 2014
Folk e Moda de Viola
Existe um site muito legal chamado Superplayer, no qual você escolhe um ou mais estilos musicais e ele fica tocando uma playlist. Ou então várias playlists intercaladas.
Outro dia eu coloquei pra tocar Folk e Moda de Viola.
Moda de viola, pra quem não sabe, é música tradicional, folclórica, música de fazenda. E Folk é a mesma coisa, mas em inglês.
E prestando atenção nas letras eu percebi a semelhança entre as letras. Quase todas as músicas contam uma história. E os temas falados são a vida na fazenda, o gado, as amizades de infância, viajar pelo país, a saudade dos pais, muitas vezes sobre a própria criação da música e, claro, como em qualquer estilo musical, amor e coração partido.
Exemplos de cantores de Moda de viola: Zilo & Zalo, Tonico & Tinoco, Trio Parada Dura, Cacique & Pajé, Tião Carreiro e Pardinho,
Exemplos de cantores de Folk: Joan Baez, America, Crosby Stills & Nash, The Damned and Dirty, Natalie Merchant
Outro dia eu coloquei pra tocar Folk e Moda de Viola.
Moda de viola, pra quem não sabe, é música tradicional, folclórica, música de fazenda. E Folk é a mesma coisa, mas em inglês.
E prestando atenção nas letras eu percebi a semelhança entre as letras. Quase todas as músicas contam uma história. E os temas falados são a vida na fazenda, o gado, as amizades de infância, viajar pelo país, a saudade dos pais, muitas vezes sobre a própria criação da música e, claro, como em qualquer estilo musical, amor e coração partido.
Exemplos de cantores de Moda de viola: Zilo & Zalo, Tonico & Tinoco, Trio Parada Dura, Cacique & Pajé, Tião Carreiro e Pardinho,
Exemplos de cantores de Folk: Joan Baez, America, Crosby Stills & Nash, The Damned and Dirty, Natalie Merchant
terça-feira, 24 de setembro de 2013
Rock in Rio 2013
Tudo começou com uma habitual ideia imbecilmente genial:
"ow, quando puder me liga. to com uma ideia mega foda e mega inconsequente que se der certo vc vai comigo!"
O Lamon me mandou isso no facebook. Aí eu liguei pra ele e ele disse que uma amiga dele tava vendendo dois ingressos pro último dia do Rock in Rio, 22/09, dia do Iron Maiden e Slayer.
Mas um pequeno detalhe é que isso foi menos de uma semana antes do dia dos shows.
Começamos a ir atrás dos preparativos: como ir e onde dormir. Obviamente, a primeira ideia imbecilmente genial foi ir de moto. Mas logo percebemos que seria perigoso pq as motos são meio antigas e tal... Então eu consegui o carro emprestado do papaizito. E pra achar um lugar pra ficar nós tentamos pedir pros nossos amigos cariocas, mas ninguém podia. No fim o Lamon conseguiu um hostel que custava R$25,00 por pessoa, o West Village.
Saímos de casa no domingo umas 9:30 (o combinado era 8:00 e a culpa foi minha huahua). Paramos pra almoçar logo depois que cruzamos a divisa de estados. E quando fomos sair, erramos a saída e fomos parar naqueles bagulhos de pesar caminhão. Aí a polícia parou a gente e o cara perguntou:
- Vocês estão levando algum tipo de arma ou droga?"
- Não
- Tem certeza?
- Sim
Mesmo assim eles mandaram a gente descer do carro pra eles nos revistarem e revistarem o carro. Eles foram super firmezas e profissionais, perguntaram se a gente ia pro Rock in Rio e onde a gente ia ficar. Aí mostramos o papel do hostel e com seu sotaque malandro carioca nos explicaram como chegar no endereço e um deles disse "droga não precisa levar, arranja lá né? huehuehue".
Rio de Janeiro ♥
Chegando no hostel vimos que os R$25,00 incluíam café da manhã e muita broderagem, Logo que chegamos, o Reinaldo, dono da parada já nos mostrou o quarto que iríamos ficar e apresentou o Nícolas, um cara do Espírito Santo que tava lá desde quinta e que tbm ia pro Rock in Rio. Colocamos as malas no carro e o carro na garagem e fomos embora. O Reinaldo explicou direitinho como chegar: pegar uma van na frente do hostel até a Praça Seca. Na Praça Seca pegar um ônibus com o nome "Rock in Rio". E que na volta, se precisasse, era só ligar pra ele ir buscar. Então fomos os três juntos.
Pegamos a primeira van direitinho. Chegando na praça esperamos um pouco até passar uma outra van com o cobrador gritando "Airo Meidi! Roquinriu! Airo Meidi! Roquinriu! Aqui co nóish! Aqui co nóish!" Aí nós fomos, é claro! Huahuhaua! O cara era um estereótipo de moleque carioca malandro. E em todos os pontos que ele via alguém com camiseta preta ele já gritava "Roquinriu! Airo Meidi! Roquinriu!"
Chegando lá tiramos umas fotos, nos encontramos com a Amanda, a Talyta, um amigo da Talyta, a Bruna e o Ian, irmão da Bruna. Ficamos sentados na grama esperando começar os shows do palco Mundo.
O primeiro foi o Kiara Rocks, uma banda brasileira que eu nunca ouvi falar. Mas o show foi muito bom!! Eles abriram com um cover do "Ace of Spades" do Motorhead. Depois eles chamaram no palco o ex-vocalista do Iron Maiden Paul Di'Anano e o ex-guitarrista do Charlie Brown Jr. Marcão, pra tocar mais três covers: "Highway to Hell", do AC/DC, "Blitzkrieg Bop", dos Ramones e "Wrathchild", do Iron Maiden. Eles foram a banda menos conhecida do palco principal e tiveram a difícil tarefa de agradar o público do metal. Mandaram benzão!
Depois veio o Slayer.....
Merrmão......
Eu continuo não gostando da música deles. Mas que show foda! Puta que pariu!!! Nós estávamos longe do palco, mas por sorte se formou uma roda de bate cabeça bem do nosso lado!!
É claro que as meninas não quiseram entrar na rodinha, senão elas morreriam. Então o irmão da Bruna ficou protegendo elas. Eu e o Lamon revezávamos entre ajudar na barreira e entrar na roda. Foi uma coisa linda. Era muita ombrada muito forte e todo mundo se jogando pra todo lado aleatoriamente, mas se alguém caísse no chão todo mundo que tava em volta parava no mesmo segundo pra ajudar a levantar! A pessoa mal encostava no chão! É tudo entre amigos!
Depois do Slayer teve Avenged Sevenfold. Foi uma musiquinha ambiente agradável enquanto ficávamos sentados na grama conversando.
Enquanto eles tocavam no Palco Mundo, o Sepultura junto com Zé Ramalho tocava no Palco Sunset. A gente tava longe então não deu pra curtir tanto, mas deu pra ver que foi sensacional.
Finalmente, depois do Avenged Sevenfold, o momento tão esperado... O show do Iron Maiden ia começar. O horário marcado para começar era 00h05. Então, quando deu umas 23:58 (entendedores entenderão), a gente começou a ir pra um lugar melhor. E logo começaram os gritos "Maiden! Maiden! Maiden!"
Eles abriram com "Moonchild". Em seguida "Can I Play With Madness", "The Prisioner" e continuaram fazendo um show de duas horas com "Two Minutes to Midnight", "The Trooper", "The Number of the Beast" "Run to the Hills", "Fear of the Dark", entre outras, e fechando com "Running Free".
Teve fogo pra caralho no palco, bonecos do Eddie, o fundo mudando pra cada música, Bruce trocando de figurino durante o show e pulando como um macaquito o tempo todo... E claro, a galera cantando todas as músicas junto.
Na saída nos encontramos com o Camilo, que também estava hospedado no nosso hostel. Como tinha começado a chover, então o preço das capas de chuva aumentou de R$5,00 pra R$30,00. E o preço das camisetas de "Rock in Rio - eu fui" abaixou de R$50,00 pra R$20,00 pro caras venderem logo. Mas nem eu, nem o Lamon encontramos a que a gente queria, então nem compramos. Então pra não molhar minha única camiseta (pq eu fui burro e fiz a mala de uma maneira burra) eu tirei ela e fiquei tomando chuva sem camisa.
Nós queríamos pegar um taxi, mas não conseguíamos achar nenhum vazio, então resolvemos pegar uma van até a Praça Seca e de lá pegar um taxi pro hostel. Eu perguntei pra primeira van que parou se eles iam pra Praça Seca e o cara respondeu: "Não, vai pra Cidade de Deus". Vish.
Mas a segunda que passou já ia pra lá. O problema é que os caras deixaram a van LOTADA! Na parte de trás estavam todos os bancos ocupados e mais 10 pessoas em pé. E no banco da frente do lado do motorista eles enfiaram mais quatro. Eu tava sem camisa naquela porra apertada, a passagem foi R$4,00 pq ia direto pra praça e pra se aproveitar das pessoas loucas pra ir dormir e a música ambiente era funk. Eu me senti num episódio de Hermes e Renato.
Depois, na praça pegamos um taxi e fomos comer no Mc Donalds que tinha do lado do hostel. Então saímos de lá e fomos a pé até nosso merecido - e necessário - descanso. Eram 4h40 já e nós iríamos pegar a estrada no dia seguinte.
Pelas regras de lá o café da manhã iria das 7h30 às 9h30. Mas o Reinaldo sabia que a gente ia voltar tarde pra cacete e mega cansado, então deixou o café da manhã servido até muito mais tarde. Eu e o Lamon acordamos ao meio dia e fomos do lado de fora do quarto nos encontrar com o pessoal. Ficamos conversando e o Reinaldo mostrou umas fotos de um monte de gente daora que já se hospedou lá.
Saímos logo pra tentar não pegar estrada à noite. Demos carona pra Amanda até a rodoviária e então seguimos o caminho pela Dutra, com o Cristo Redentor nos acompanhando no horizonte até sairmos do trecho urbano. Eram umas 15h00. A viagem foi bem tranquila, com Dire Straits, Bad Company e Beatles fazendo a trilha musical. Paramos pra almoçar umas 18h00 e chegamos em casa umas 22h00. E claro que eu fui direto pro computador escrever.
"ow, quando puder me liga. to com uma ideia mega foda e mega inconsequente que se der certo vc vai comigo!"
O Lamon me mandou isso no facebook. Aí eu liguei pra ele e ele disse que uma amiga dele tava vendendo dois ingressos pro último dia do Rock in Rio, 22/09, dia do Iron Maiden e Slayer.
Mas um pequeno detalhe é que isso foi menos de uma semana antes do dia dos shows.
Começamos a ir atrás dos preparativos: como ir e onde dormir. Obviamente, a primeira ideia imbecilmente genial foi ir de moto. Mas logo percebemos que seria perigoso pq as motos são meio antigas e tal... Então eu consegui o carro emprestado do papaizito. E pra achar um lugar pra ficar nós tentamos pedir pros nossos amigos cariocas, mas ninguém podia. No fim o Lamon conseguiu um hostel que custava R$25,00 por pessoa, o West Village.
Saímos de casa no domingo umas 9:30 (o combinado era 8:00 e a culpa foi minha huahua). Paramos pra almoçar logo depois que cruzamos a divisa de estados. E quando fomos sair, erramos a saída e fomos parar naqueles bagulhos de pesar caminhão. Aí a polícia parou a gente e o cara perguntou:
- Vocês estão levando algum tipo de arma ou droga?"
- Não
- Tem certeza?
- Sim
Mesmo assim eles mandaram a gente descer do carro pra eles nos revistarem e revistarem o carro. Eles foram super firmezas e profissionais, perguntaram se a gente ia pro Rock in Rio e onde a gente ia ficar. Aí mostramos o papel do hostel e com seu sotaque malandro carioca nos explicaram como chegar no endereço e um deles disse "droga não precisa levar, arranja lá né? huehuehue".
Rio de Janeiro ♥
Chegando no hostel vimos que os R$25,00 incluíam café da manhã e muita broderagem, Logo que chegamos, o Reinaldo, dono da parada já nos mostrou o quarto que iríamos ficar e apresentou o Nícolas, um cara do Espírito Santo que tava lá desde quinta e que tbm ia pro Rock in Rio. Colocamos as malas no carro e o carro na garagem e fomos embora. O Reinaldo explicou direitinho como chegar: pegar uma van na frente do hostel até a Praça Seca. Na Praça Seca pegar um ônibus com o nome "Rock in Rio". E que na volta, se precisasse, era só ligar pra ele ir buscar. Então fomos os três juntos.
Pegamos a primeira van direitinho. Chegando na praça esperamos um pouco até passar uma outra van com o cobrador gritando "Airo Meidi! Roquinriu! Airo Meidi! Roquinriu! Aqui co nóish! Aqui co nóish!" Aí nós fomos, é claro! Huahuhaua! O cara era um estereótipo de moleque carioca malandro. E em todos os pontos que ele via alguém com camiseta preta ele já gritava "Roquinriu! Airo Meidi! Roquinriu!"
Chegando lá tiramos umas fotos, nos encontramos com a Amanda, a Talyta, um amigo da Talyta, a Bruna e o Ian, irmão da Bruna. Ficamos sentados na grama esperando começar os shows do palco Mundo.
O primeiro foi o Kiara Rocks, uma banda brasileira que eu nunca ouvi falar. Mas o show foi muito bom!! Eles abriram com um cover do "Ace of Spades" do Motorhead. Depois eles chamaram no palco o ex-vocalista do Iron Maiden Paul Di'Anano e o ex-guitarrista do Charlie Brown Jr. Marcão, pra tocar mais três covers: "Highway to Hell", do AC/DC, "Blitzkrieg Bop", dos Ramones e "Wrathchild", do Iron Maiden. Eles foram a banda menos conhecida do palco principal e tiveram a difícil tarefa de agradar o público do metal. Mandaram benzão!
Depois veio o Slayer.....
Merrmão......
Eu continuo não gostando da música deles. Mas que show foda! Puta que pariu!!! Nós estávamos longe do palco, mas por sorte se formou uma roda de bate cabeça bem do nosso lado!!
É claro que as meninas não quiseram entrar na rodinha, senão elas morreriam. Então o irmão da Bruna ficou protegendo elas. Eu e o Lamon revezávamos entre ajudar na barreira e entrar na roda. Foi uma coisa linda. Era muita ombrada muito forte e todo mundo se jogando pra todo lado aleatoriamente, mas se alguém caísse no chão todo mundo que tava em volta parava no mesmo segundo pra ajudar a levantar! A pessoa mal encostava no chão! É tudo entre amigos!
Depois do Slayer teve Avenged Sevenfold. Foi uma musiquinha ambiente agradável enquanto ficávamos sentados na grama conversando.
Enquanto eles tocavam no Palco Mundo, o Sepultura junto com Zé Ramalho tocava no Palco Sunset. A gente tava longe então não deu pra curtir tanto, mas deu pra ver que foi sensacional.
Finalmente, depois do Avenged Sevenfold, o momento tão esperado... O show do Iron Maiden ia começar. O horário marcado para começar era 00h05. Então, quando deu umas 23:58 (entendedores entenderão), a gente começou a ir pra um lugar melhor. E logo começaram os gritos "Maiden! Maiden! Maiden!"
Eles abriram com "Moonchild". Em seguida "Can I Play With Madness", "The Prisioner" e continuaram fazendo um show de duas horas com "Two Minutes to Midnight", "The Trooper", "The Number of the Beast" "Run to the Hills", "Fear of the Dark", entre outras, e fechando com "Running Free".
Teve fogo pra caralho no palco, bonecos do Eddie, o fundo mudando pra cada música, Bruce trocando de figurino durante o show e pulando como um macaquito o tempo todo... E claro, a galera cantando todas as músicas junto.
Na saída nos encontramos com o Camilo, que também estava hospedado no nosso hostel. Como tinha começado a chover, então o preço das capas de chuva aumentou de R$5,00 pra R$30,00. E o preço das camisetas de "Rock in Rio - eu fui" abaixou de R$50,00 pra R$20,00 pro caras venderem logo. Mas nem eu, nem o Lamon encontramos a que a gente queria, então nem compramos. Então pra não molhar minha única camiseta (pq eu fui burro e fiz a mala de uma maneira burra) eu tirei ela e fiquei tomando chuva sem camisa.
Nós queríamos pegar um taxi, mas não conseguíamos achar nenhum vazio, então resolvemos pegar uma van até a Praça Seca e de lá pegar um taxi pro hostel. Eu perguntei pra primeira van que parou se eles iam pra Praça Seca e o cara respondeu: "Não, vai pra Cidade de Deus". Vish.
Mas a segunda que passou já ia pra lá. O problema é que os caras deixaram a van LOTADA! Na parte de trás estavam todos os bancos ocupados e mais 10 pessoas em pé. E no banco da frente do lado do motorista eles enfiaram mais quatro. Eu tava sem camisa naquela porra apertada, a passagem foi R$4,00 pq ia direto pra praça e pra se aproveitar das pessoas loucas pra ir dormir e a música ambiente era funk. Eu me senti num episódio de Hermes e Renato.
Depois, na praça pegamos um taxi e fomos comer no Mc Donalds que tinha do lado do hostel. Então saímos de lá e fomos a pé até nosso merecido - e necessário - descanso. Eram 4h40 já e nós iríamos pegar a estrada no dia seguinte.
Pelas regras de lá o café da manhã iria das 7h30 às 9h30. Mas o Reinaldo sabia que a gente ia voltar tarde pra cacete e mega cansado, então deixou o café da manhã servido até muito mais tarde. Eu e o Lamon acordamos ao meio dia e fomos do lado de fora do quarto nos encontrar com o pessoal. Ficamos conversando e o Reinaldo mostrou umas fotos de um monte de gente daora que já se hospedou lá.
Saímos logo pra tentar não pegar estrada à noite. Demos carona pra Amanda até a rodoviária e então seguimos o caminho pela Dutra, com o Cristo Redentor nos acompanhando no horizonte até sairmos do trecho urbano. Eram umas 15h00. A viagem foi bem tranquila, com Dire Straits, Bad Company e Beatles fazendo a trilha musical. Paramos pra almoçar umas 18h00 e chegamos em casa umas 22h00. E claro que eu fui direto pro computador escrever.
segunda-feira, 29 de outubro de 2012
nevaeH ot yawriatS
Esses dias no trabalho, o Carlos Jr. veio me dizer que me mandou um link por e-mail: "Marcelo eu te mandei por e-mail um link"
Eis que eu o interrompo "É pornô?"
Mas não era pornô, era esse link aqui:
http://www.olharesmiopes.com/2012/02/stairway-at-st-pauls_03.html
Eis que eu o interrompo "É pornô?"
Mas não era pornô, era esse link aqui:
http://www.olharesmiopes.com/2012/02/stairway-at-st-pauls_03.html
domingo, 21 de outubro de 2012
Os 10 mandamentos do Marcelo
1 - O Lobo da Coragem é e sempre será o teu guia espiritual;
2 - Farás tudo da maneira mais tr00;
3 - Não recusarás a comida oferecida (principalmente doces);
4 - Não negarás comida a quem precisa;
5 - Honrarás o Rock, o Metal e os grandes nomes da história da música;
6 - Honrarás os grandes nomes das artes e das ciências;
7 - Combaterás o funk, o axé, o pagode e todas essas porcarias;
8 - Serás o último a abandonar um navio afundando;
9 - Respeitarás a fauna e a flora que vivem em teu cabelo e tua barba;
10 - Tudo o que acontecer com você é uma aventura incrível e deve ser narrado como tal.
2 - Farás tudo da maneira mais tr00;
3 - Não recusarás a comida oferecida (principalmente doces);
4 - Não negarás comida a quem precisa;
5 - Honrarás o Rock, o Metal e os grandes nomes da história da música;
6 - Honrarás os grandes nomes das artes e das ciências;
7 - Combaterás o funk, o axé, o pagode e todas essas porcarias;
8 - Serás o último a abandonar um navio afundando;
9 - Respeitarás a fauna e a flora que vivem em teu cabelo e tua barba;
10 - Tudo o que acontecer com você é uma aventura incrível e deve ser narrado como tal.
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
Brütal Legend
Eu já deveria ter escrito sobre isso há muito tempo. Porque parece que alguém olhou pra mim e pensou "Vamos fazer um jogo de video game em homenagem a esse cara?"
O personagem principal é Eddie Riggs. Nome que mistura o monstro mascote do Iron Maiden, Eddie, e o nome de seu desenhista, Derek Riggs.
O jogo se passa num mundo que mistura visual medieval e heavy metal, onde há um penhasco feito de amplificadores, bestas selvagens com a pintura do Kiss que cospem fogo e palcos como campos de batalha. As armas usadas por Eddie são um machado e uma guitarra e os personagens que te ajudam são o Lemmy do Motörhead e o Ozzy Osbourne.
Você ainda pode ir melhorando os atributos das suas armas ao longo do jogo, o que permite lançar raios, cortar os monstros no meio e dar golpes que atingem toda a área a sua volta. Além disso você tem um carro todo tr00 que também pode ser melhorado. Com metralhadoras, espinhos e um motor cada vez maior e mais sem noção.
A trilha sonora vai de Scorpions e Mötley Crüe a Slayer e Dimmu Borgir, passando por Ozzy Osbourne, Megadeth, Manowar e muitos outros.
Lutando contra inimigos como hard rockers coloridos, zumbis emos, demônios malignos e juntando um exército de headbangers, groupies e bikers, o jogo promete um bom banho de sangue.
O personagem principal é Eddie Riggs. Nome que mistura o monstro mascote do Iron Maiden, Eddie, e o nome de seu desenhista, Derek Riggs.
O jogo se passa num mundo que mistura visual medieval e heavy metal, onde há um penhasco feito de amplificadores, bestas selvagens com a pintura do Kiss que cospem fogo e palcos como campos de batalha. As armas usadas por Eddie são um machado e uma guitarra e os personagens que te ajudam são o Lemmy do Motörhead e o Ozzy Osbourne.
Você ainda pode ir melhorando os atributos das suas armas ao longo do jogo, o que permite lançar raios, cortar os monstros no meio e dar golpes que atingem toda a área a sua volta. Além disso você tem um carro todo tr00 que também pode ser melhorado. Com metralhadoras, espinhos e um motor cada vez maior e mais sem noção.
A trilha sonora vai de Scorpions e Mötley Crüe a Slayer e Dimmu Borgir, passando por Ozzy Osbourne, Megadeth, Manowar e muitos outros.
Lutando contra inimigos como hard rockers coloridos, zumbis emos, demônios malignos e juntando um exército de headbangers, groupies e bikers, o jogo promete um bom banho de sangue.
sexta-feira, 24 de agosto de 2012
Nazareth
Outro dia minha mãe estava no aeroporto ajudando com as bagagens de uns passageiros levando um monte de tralhas de instrumentos musicais e perguntou pra eles "Are you a rock band or something?" Aí o cara parou e respondeu "Yeah, we are a rock band or something".
Eram os caras da banda Nazareth. E eles deram um CD autografado pra minha mãe =)
À esquerda em cima, Jimmy Murrison. À direita em cima Dan McCafferty. À esquerda embaixo, Lee Agnew. E à direita embaixo, Pete Agnew.
Essa é a primeira faixa desse CD
Eram os caras da banda Nazareth. E eles deram um CD autografado pra minha mãe =)
À esquerda em cima, Jimmy Murrison. À direita em cima Dan McCafferty. À esquerda embaixo, Lee Agnew. E à direita embaixo, Pete Agnew.
Essa é a primeira faixa desse CD
segunda-feira, 20 de agosto de 2012
We built this city on Rock n Roll
Hoje eu ouvi uma música que estava na minha cabeça há alguns dias depois de tê-la ouvido em Family Guy. We Built This City, do Starship.
Enquanto ouvia fiquei pensando nas idéias de ir com uma galera pra morar numa cidade fantasma e iniciar uma nova civilização. E na idéia de abandonar tudo pra ficar andando de moto pelo mundo.
Minha imaginação ficou em êxtase.
Enquanto ouvia fiquei pensando nas idéias de ir com uma galera pra morar numa cidade fantasma e iniciar uma nova civilização. E na idéia de abandonar tudo pra ficar andando de moto pelo mundo.
Minha imaginação ficou em êxtase.
sexta-feira, 13 de julho de 2012
Dia Mundial do Rock
Em 13 de julho de 1985, Bob Geldof, vocalista da banda Boomtown Rats, organizou o Live Aid, um show simultâneo no Wembley Stadium de Londres, na Inglaterra e no JF Stadium, na Filadélfia, nos Estados Unidos.
O objetivo principal era o fim da fome na Etiópia. Os shows traziam um grande elenco com artistas como Paul McCartney, The Who, Elton John, Boomtown Rats, Adam Ant, Ultravox, Elvis Costello, Black Sabbath, Run DMC, Sting, Brian Adams, U2, Dire Straits, David Bowie, The Pretenders, The Who, Santana, Madonna, Eric Clapton, Led Zeppelin, Duran Duran, Bob Dylan, Lionel Ritchie, Rolling Stones, Queen, The Cars, The Four Tops, Beach Boys, Phil Collins (que tocou nos dois lugares) entre outros. Foi transmitido ao vivo pela BBC para diversos países e abriu os olhos do mundo para a miséria no continente africano, alcançando uma audiência pela de cerca de 2 bilhões de telespectadores em todo o planeta.
20 anos depois, em 2005, Bob Geldof organizou o Live 8 como uma nova edição, com estrutura maior e shows em mais países com o objetivo de pressionar os líderes do G8 para perdoar a dívida externa dos países mais pobres erradicar a miséria do mundo.
No Live 8 o Pink Floyd tocou junto depois de 20 anos de separação.
Desde então, o dia 13 de julho passou a ser conhecido como Dia Mundial do Rock.
No show da Filadélfia, Joan Baez abriu o evento executando "Amazing Grace", com cerca de 101 mil pessoas cantando em coro o trecho "eu estava perdido e agora me encontrei, eu estava cego e agora consigo ver". Este show marcou também a única reunião dos três sobreviventes da banda Led Zeppelin, Robert Plant, Jimmy Page e John Paul Jones, com a presença ilustre de Phil Collins na bateria.
No final deste show, Mick Jagger e Tina Turner juntos, cantando "State of Shock" e "It's Only Rock and Roll", com Daryl Hall, John Oates e os ex-integrantes dos Temptations, David Ruffin e Eddie Kendrichs fazendo os backing vocals. Foi realmente um momento único na história do Rock!
O Live Aid conseguiu em 16 horas de show acumular cerca de 100 milhões de dólares, totalmente destinados ao povo da África.
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
Springfield Nükes

Domingo foi o show no Manifesto da banda do Lamon, a Springfield Nükes. Composta por Alê (vocal), Lamon (guitarra), Gi (guitarra), Java (bateria) e Leandro (baixo).




Depois de 7 meses parados à procura de um novo baixista, eles finalmente voltaram, tocando covers de bandas de metal e hard rock, como Metallica, Ozzy Osbourne, Iron Maiden, Led Zeppelin e Bon Jovi.
O show começou mais tarde do que esperado. Enquanto esperávamos eu fiquei conversando com o Gustago, o Gusta, o Jaú, a Dany e uma galere ae.
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
Coral de Rua
Para os que não sabem, eu estou editando um programa que está passando na Record. É o "Coral de Rua". Um especial de Natal que está passando essa semana durante o Hoje em Dia.
O apresentador é o Marco Camargo, que saiu pelas ruas de São Paulo procurando gente pra fazer parte de um coral. Um coral como você nunca viu, e nem ouviu. Vão ser 4 programinhas de 8 minutos e um episódio final de 1hr que vai passar quinta às 23:00.
Olha aí o teaser:
Mas eu vim aqui pra falar sobre as coisas que não vão para o ar. Hehehe. Tipo algumas falas que foram cortadas na edição. Teve uma mina que falou que "Quando vc ta na rua, vc não dorme. É um olho aberto e outro fechado. E uma faca debaixo do travesseiro."
Tem vária coisas tensas. Daí pra pior. Mas só teve uma história que eu deixei cair aquela lagrimazinha qdo tava assistindo o material bruto. Uma mulher que ficou grávida, mas teve problemas na hora do parto e teve que fazer uma cesariana às pressas. "Como dizem, a fábrica fechou." Foi a expressão que ela usou na entrevista pra dizer que não poderia mais ter filhos. Quando o filho dela estava com 7 meses de idade, a médica disse "Mãe, ele não vai sobreviver não".
Porra! Ver a mina contando isso com lágrima nos olhos é de partir o coração de qqr um mano!
Teve um dos caras que durante a gravação disse que veria os filhos no domingo. Mas morreu na mesma noite. E mano, eu nunca mais comerei uma mexirica com os mesmos olhos. O último pedido dele para os amigos foi chupar uma mexirica, mas ninguém tinha.
Fora a galera que falou que ia e nunca mais apareceu. Ninguém sabe se o cara morreu, fugiu, mudou de idéia, foi preso...
Mas tem tbm as coisas legais. Tem um cara chamado Carlos Altair. O cara saiu de casa com uma mochila de roupa nas costas e foi viajar pelo Brasil. Na estrada conheceu uma hippaiada com quem ele trocou as roupas por coisinhos de fazer artesanato. E desde então passou a viver disso. Carlos e Altair foram o médico e o enfermeiro que fizeram o parto dele.
Tem uma galera do coral que veio de Fortaleza e Brasilia de um projeto chamado Vira Vida, que reabilita crianças e adolescentes que vivem em situação de risco.
Infelizmente eu sou só assistente de edição. Então dificilmente vai passar na TV alguma coisa qudê pra eu falar "Aee carái!! Fui eu que fiz essa parte aê!!" Porque eu meio que só preparo as coisas pro Edu fazer. Mas o próximo job que me aguarde!
Então não percam! Coral de Rua, na Record. Segunda, terça, quarta e quinta às 9:30 da manhã e quinta às 23:00.
O apresentador é o Marco Camargo, que saiu pelas ruas de São Paulo procurando gente pra fazer parte de um coral. Um coral como você nunca viu, e nem ouviu. Vão ser 4 programinhas de 8 minutos e um episódio final de 1hr que vai passar quinta às 23:00.
Olha aí o teaser:
Mas eu vim aqui pra falar sobre as coisas que não vão para o ar. Hehehe. Tipo algumas falas que foram cortadas na edição. Teve uma mina que falou que "Quando vc ta na rua, vc não dorme. É um olho aberto e outro fechado. E uma faca debaixo do travesseiro."
Tem vária coisas tensas. Daí pra pior. Mas só teve uma história que eu deixei cair aquela lagrimazinha qdo tava assistindo o material bruto. Uma mulher que ficou grávida, mas teve problemas na hora do parto e teve que fazer uma cesariana às pressas. "Como dizem, a fábrica fechou." Foi a expressão que ela usou na entrevista pra dizer que não poderia mais ter filhos. Quando o filho dela estava com 7 meses de idade, a médica disse "Mãe, ele não vai sobreviver não".
Porra! Ver a mina contando isso com lágrima nos olhos é de partir o coração de qqr um mano!
Teve um dos caras que durante a gravação disse que veria os filhos no domingo. Mas morreu na mesma noite. E mano, eu nunca mais comerei uma mexirica com os mesmos olhos. O último pedido dele para os amigos foi chupar uma mexirica, mas ninguém tinha.
Fora a galera que falou que ia e nunca mais apareceu. Ninguém sabe se o cara morreu, fugiu, mudou de idéia, foi preso...
Mas tem tbm as coisas legais. Tem um cara chamado Carlos Altair. O cara saiu de casa com uma mochila de roupa nas costas e foi viajar pelo Brasil. Na estrada conheceu uma hippaiada com quem ele trocou as roupas por coisinhos de fazer artesanato. E desde então passou a viver disso. Carlos e Altair foram o médico e o enfermeiro que fizeram o parto dele.
Tem uma galera do coral que veio de Fortaleza e Brasilia de um projeto chamado Vira Vida, que reabilita crianças e adolescentes que vivem em situação de risco.
Infelizmente eu sou só assistente de edição. Então dificilmente vai passar na TV alguma coisa qudê pra eu falar "Aee carái!! Fui eu que fiz essa parte aê!!" Porque eu meio que só preparo as coisas pro Edu fazer. Mas o próximo job que me aguarde!
Então não percam! Coral de Rua, na Record. Segunda, terça, quarta e quinta às 9:30 da manhã e quinta às 23:00.
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Rock in Rio - Prólogo
Na segunda-feira eu e o Lamon acordamos umas 13:30. Descemos, tomamos café da manhã e ficamos conversando com o Rafael, a Marisa e o Adelman. Depois eu tomei banho, nós tomamos um açaí com banana e morango que o Adelman comprou pra nós e aprox. às 15:30 caímos na estrada.

Na foto: Marisa, Rafael, Adelman, Luke, Lamon e Marcelo
Na estrada passamos por alguns incêndios e assim que cruzamos a fronteira paramos pra comer em um Graal. Também aproveitamos pra ver se estávamos no caminho certo. Mesmo sabendo que era uma reta só.



Chegando na casa do Lamon nós descarregamos as fotos no computador, eu as copiei pro pen drive e voltei pra casa. Fui dormir umas 23:00.
Na foto: Marisa, Rafael, Adelman, Luke, Lamon e Marcelo
Na estrada passamos por alguns incêndios e assim que cruzamos a fronteira paramos pra comer em um Graal. Também aproveitamos pra ver se estávamos no caminho certo. Mesmo sabendo que era uma reta só.
Chegando na casa do Lamon nós descarregamos as fotos no computador, eu as copiei pro pen drive e voltei pra casa. Fui dormir umas 23:00.
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